“Aloha
Oe” foi a bela canção
de adeus escrita pela rainha
Liliuokalani, a última
e ainda muito amada monarca
do Havaí. Então,
talvez fosse apropriado
que os últimos três
dias da fotografia principal
acontecessem em duas das
mais belas ilhas de seu
maravilhoso reino. Depois
de outro intervaldo entre
o Natal e o Ano Novo, uma
equipe reduzida, junto com
Orlando Bloom e Keira Knightley,
foi mais uma vez, na segunda
semana de janeiro de 2007,
para a última locação:
as magníficas ilhas
de Maui e Molokai, no paradisíaco
arquipélago do Havaí.
Precisando muito de um local
tropical marcante, Bruckheimer,
Verbinski e o desenhista
de produção
Rick Heinrichs decidiram
que seria muito mais fácil
encontrar o que eles buscavam
em um vôo relativamente
curto, de 5 horas e meia,
até o Havaí
do que passar 10 horas voando
até as Índias
Ocidentais. Os pesquisadores
de locação
Laura Sode-Matteson e Val
Kim (que, embora agora morem
em Los Angeles, são
havaianos) encontraram muitas
locações remotas
tanto em Maui, como perto
de Molokai, que fica a 15
minutos de avião
da área mais povoada
e turística da ilha.
Como de costume, o clima
imprevisível acompanhou
o grupo até o final,
com o céu escurecendo
dramaticamente em Maui durante
o dia de filmagem no local
e dando ocasionais banhos
de chuva – mas nunca
de sol - na produção.
Mesmo assim, a costa montanhosa
escolhida por Verbinski
e a constante névoa
formaram um pano de fundo
perfeito para a cena.
Os membros da equipe tiveram
sorte de estarem sentados
do lado esquerdo de um pequeno
avião que seguiu
de Maui até Malokai,
de onde puderam ter a visão
do mais alto penhasco em
que fica o povoamento, de
frente para o mar, chamado
Kalaupapa, uma colônia
que abriga pessoas portadoras
de hanseníase (lepra)
e que ainda existe, cem
anos depois de ter sido
criada pelo legendário
padre Damien, que morreu
da terrível doença
depois de contraí-la
daqueles que ele tão
carinhosamente cuidava.
A pacífica e tradicional
Molokai é também
o refúgio da tradicional
cultura havaiana, orgulhosamente
cultivada por seus hospitaleiros
habitantes.
Os dois dias em Molokai
tiveram momentos alternados
de céu nublado e
sol brilhante. Entretanto,
a locação
na praia, caracterizada
por rochas vulcânicas
negras e afiadas, ficava
a quase um quilômetro
da estrada mais próxima,
então o acesso era
difícil. Tão
difícil que, na verdade,
o piloto David Paris, que
pilota regularmente helicópteros
para tomadas aéreas,
foi utilizado para transportar
carga, levando os equipamentos
mais pesados do acampamento-base
até a praia com uma
rede, fazendo várias
viagens, do início
ao fim das filmagens. “Gore
está sempre procurando
visuais especiais”,
observa Jerry Bruckheimer,
“e ele nunca vai pelo
caminho mais fácil.
Ele sempre quer algo que
seja de fato espetacular,
algo jamais visto. Então
quando fomos a Molokai,
Gore procurou um lugar para
fazer a cena que fosse quase
impossível de se
chegar com as câmeras
e os equipamentos.”
“Foi uma grande operação,
muito segura e bem feita”,
acrescenta o primeiro assistente
de direção
Dave Venghaus. “Todos
arrastaram equipamentos
pela praia. Foi divertido,
nós conseguimos,
e é assim que deve
ser feito. Do ponto de vista
logístico, foi muito
difícil, e ver nossa
equipe e nosso elenco escalando
uma rocha vulcânica
foi interessante e assustador”,
acrescenta.
Mas, como sempre, não
houve obstáculos
para Verbinski concluir
o último dia da fotografia
principal, o dia 272, de
O Baú da Morte (Dead
Man’s Chest) e de
No Fim do Mundo (At World’s
End), foram 284 dias ao
todo, se contarmos a fase
de pré-fotografia
principal) em 10 de janeiro
de 2007, apenas um mês
e meio antes de completar
dois anos desde o primeiro
dia em que a câmera
começou a rodar em
23 de fevereiro de 2005.
E o final foi comemorado
de uma maneira especial
quando os habitantes locais
organizaram um luau típico
do lugar, com colares de
flores, porco assado em
um imu (forno subterrâneo
de lava, além de
pratos tradicionais como
poi e haupia, e uma apresentação
fantástica de jovens
entusiastas de um halau
local (escola de hula-hula).
Foi um presente - do fundo
do coração
- bem merecido para uma
companhia que passou por
condições
de extrema dificuldade durante
as filmagens: climáticas,
de desconforto, geográficas,
a saudade da família
e de casa, e que não
hesitou ao longo dos quase
300 dias de filmagem. “Acho
que foi sobre isso que Darwin
escreveu”, disse,
brincando, Gore Verbinski,
enquanto olhava para os
sobreviventes – os
rostos que permaneceram
desde o primeiro dia de
produção,
em fevereiro de 2005 –
na tenda do almoço
do último dia de
produção,
em janeiro de 2007.
Para Gore Verbinski e Jerry
Bruckheimer, o fim das filmagens
apenas marcou o início
de uma exaustiva fase de
quatro meses e meio de pós-produção
na qual eles trabalharam
24 horas, 7 dias por semana
com os montadores Craig
Wood e Stephen Rivkin, com
os supervisores de efeitos
visuais John Knoll e Charlie
Gibson, com a equipe ganhadora
do Oscar® de edição
sonora, liderada pelo sonoplasta
Christopher Boyes, com o
supervisor de sonoplastia
George Watters II e com
os mixadores de som Paul
Massey e Boyes (todos indicados
ao Oscar® em duas categorias
diferentes por O Baú
da Morte ), e uma tropa
de outros artistas técnicos.
E, mais uma vez, como aconteceu
com os dois primeiros filmes
Piratas e com diversos outros
de Bruckheimer e Verbinski,
Hans Zimmer fez a composição
musical. “Hans é
um daqueles artistas que
sempre tem algo novo, único
e diferente”, elogia
Bruckheimer. “Ele
é um compositor brilhante,
que tem melodias maravilhosas
na cabeça. Você
ouve o tema de Piratas em
todos os lugares agora e,
para No Fim do Mundo (At
World’s End), ele
criou diversos arranjos
e melodias, além
de um tema romântico.
É maravilhoso assistir
a Hans durante a gravação,
quando ele tem 80 músicos
e fala com cada um dos violonistas
individualmente para explicar
os ritmo e tom exatos, a
sensação que
ele quer ter em cada nota.”
Quanto à agenda massacrante
do diretor, diz Bruckheimer,
meio brincando: “Gore
está nesses dois
filmes há tanto tempo,
ininterruptamente, que eu
não sei mais se ele
se lembra do nome de seus
filhos. Ele é um
profissional preocupado
e perfeccionista, de forma
que poucas coisas recebem
sua exclusiva. Esse é
o tipo de diretor com quem
qualquer um quer trabalhar.”
Dois anos é muito
tempo na vida de qualquer
pessoa e, para o elenco
e a equipe que passaram
pela maratona de 284 dias
de filmagens combinadas
de O Baú da Morte
(Dead Man’s Chest)
e No Fim do Mundo (At World’s
End), a aproximação
do final veio acompanhada
de uma mistura de emoções.
“Estou orgulhoso da
jornada por que todos passamos
nesses últimos dois
anos e dois filmes”,
diz o produtor executivo
Eric McLeod. “Foi
uma grande parte de nossas
vidas e acho que, no final,
a equipe lembrará
dos sacrifícios que
fizeram e todos acharão
que valeu a pena, porque
um filme como este não
é um trabalho. Você
passa por isso com um grupo
enorme de pessoas e nós
todos vamos querer ter notícias
delas nos próximos
anos. Vamos todos contar
histórias de como
foi trabalhar no segundo
e no terceiro Piratas do
Caribe. Sobreviver a esses
dois anos, teve tudo a ver
com se relacionar bem com
outras pessoas e ser capaz
de lidar com mudanças
constantes. Muitas pessoas
chegaram e partiram nesses
filmes, tínhamos
mais de 4.000 pessoas trabalhando
nos dois filmes, mas havia
um grupo fixo que permanceu
o tempo todo. Esses foram
filmes capazes de esgotá-lo
se você não
se concentrasse e continuasse
seguindo em frente.”
O gerente de unidade de
produção Doug
Merrifield acrescenta: “Nossa
equipe é formada
pelos melhores profissionais
da indústria do cinema,
os melhores dos melhores.
Existe um certo tipo de
equipe com o qual você
é capaz de realizar
filmes desta magnitude,
e com certeza nós
tínhamos isso em
todos os departamentos.”
Isso, é claro, inclui
o elenco. “Foi um
filme muito desafiante fisicamente
e dois anos é muito
tempo para interpretar um
mesmo personagem”,
nota Merrifield. “Foi
um pedaço da minha
vida”, admite Mackenzie
Crook. “Não
foi apenas um trabalho,
como outros filmes que eu
já fiz. Este é
o período Piratas
da minha vida, assim como
houve o período infância
e o período juventude.
“Será como
romper com uma namorada”,
disse Martin Klebba incisivamente,
pouco antes de concluir
seu trabalho. “Não
existem egos no set, todos
estão juntos, e foi
um ambiente muito agradável
de se trabalhar”,
acrescenta Naomie Harris.
“Com todos os efeitos
especiais e dublês,
algumas vezes a filmagem
ficava bem difícil,
mas o lado bom é
que todo mundo trabalhou
junto como um time e se
uniu nesses momentos. Também
é bom fazer um filme
que meu irmão e minha
irmã, que têm
11 e 7 anos, possam ver
e se divertir com o resto
da família. Isso
significa mais para mim
do que quebrar recordes
de bilheteria.” “Por
ser fã do primeiro
e do segundo filmes Piratas”,
confessa Chow Yun-Fat: “Trabalhar
com Johnny, Geoffrey, Keira
e Orlando foi como realizar
um sonho de criança.
Trabalhar com eles me deu
grande prazer, e eu fiquei
muito, muito feliz.”
Jack Davenport acrescenta:
“Foi uma odisséia,
uma experiência inigualável,
o fim de uma era em termos
de cinema. Dá uma
sensação de
fator ‘Apocalipse’.
Acho que meu maior tesouro
neste trabalho foi assistir
à equipe solucionando
as exigências logísticas
e artísticas. Foi
além de tudo que
eu já vi em qualquer
grupo de produção
na minha vida.”
Mais uma vez, os atores
só têm elogios
para seu destemido líder,
o diretor Gore Verbinski.
“Eu sinceramente não
sei como Gore conseguiu
ficar em pé depois
de tudo que ele fez”,
diz Johnny Depp sobre seu
diretor. “Tudo que
ele guarda na cabeça...
é uma loucura. A
verdade é que, como
ator, você quase não
precisava ler o roteiro,
bastava confiar em Gore.
Ele nunca o guiava para
o lado errado. Ele sabe
exatamente cada ponto que
precisa ser feito. Ele é
um mago. É chocante
e impressionante ver do
que Gore é capaz.”
“Gore é um
dos maiores diretores com
quem já trabalhei”,
afirma Bill Nighy, que certamente
sabe do que está
falando, depois de uma longa
carreira internacional no
teatro e no cinema. “Todo
ator no filme dirá
a mesma coisa. Ele não
deixa passar nada em termos
de autenticidade de desempenho,
e sabe que independentemente
da quantidade de efeitos
especiais, de belas paisagens
ou de barcos, no fim das
contas trata-se apenas de
duas pessoas se comunicando.
Ele não só
identifica o que está
errado como também
é capaz de ajudá-lo.
Não tenho palavras
para elogiá-lo suficientemente.”
“Gore nunca pára
de me surpreender com a
energia e a concentração
que ele tem”, diz
Mackenzie Crook. “Nesse
caso, que deve ser um dos
projetos cinematográficos
mais complicados já
realizados, fazer dois filmes
com enredos e personagens
marcantes simultaneamente,
de forma que em alguns dias
nós fazíamos
uma cena de O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest) de manhã e
uma cena de No Fim do Mundo
(At World’s End) à
tarde, ou vice-versa; ele,
em todas às vezes,
sabia o que vinha imediatamente
antes e depois da cena que
você estava filmando,
e onde você devia
estar emocionalmente na
cena, mesmo que você
tivesse esquecido - o que
muitas vezes acontecia comigo”,
afirma Crook. “Eu
discutia, dizendo que os
profissionais que tivemos
nesses dois filmes - muitos
dos quais estavam também
no primeiro - eram os melhores
de Hollywood”, afirma
a roteirista Terry Rossio:
“São todos
maravilhosos.” O escritor
Ted Elliott acrescenta:
“E Gore é um
superastro. Ele é
o coração
e a alma de toda a produção.
Ele tem uma habilidade que
parece quase impossível
de se encontrar em alguém.
Eu nunca vi a pessoa certa
estar no lugar certo tão
perfeitamente como Gore
nesses filmes. Sua habilidade
para realizar múltiplas
tarefas, o conhecimento
do mundo da atuação,
da cinematografia, da política
do estúdio vão
além da capacidade
de um homem normal. O cara
é um alienígena.”
“Gore acorda todo
dia como se fosse o primeiro
dia de filmagem”,
diz o produtor executivo
Chad Oman. “Então,
mesmo que fosse o dia 100
ou 200, ele estava tão
animado quanto no primeiro.
Ele corria pelo set como
uma criança, cumprimentando
todo mundo, tentando tirar
o melhor do elenco e da
equipe. Gore é tão
inteligente, senão
o mais inteligente de todos
com quem já trabalhei
em qualquer ramo. E, ao
mesmo tempo, ele tem uma
fantástica sensibilidade
artística. Ted e
Terry criam a base e depois
tudo passa pelo filtro de
Gore, por sua sensibilidade
muito interessante e absurda.”
Mike Stenson acrescenta:
“Gore é um
perfeccionista absoluto.
Qualquer diretor que alcança
este tipo de sucesso tem
que ter uma espécie
de mini usina nuclear dentro
dele só para fazê-lo
seguir em frente.
O primeiro assistente de
diretor Dave Venghaus acrescenta:
“Gore traz uma energia
ao set que é contagiante.
Ele quer o melhor não
só para o filme,
mas para todo mundo. Eu
nunca vi Gore sentado. Ele
se envolve em todos os aspectos
das filmagens. Nunca se
esconde em seu trailer e
está sempre no set
do início ao fim
de cada dia. Ele está
sempre no meio das pessoas,
ele se molha como todo mundo,
ele se suja como todo mundo.
Ele mergulha de cabeça
e espera que você
também mergulhe junto,
que esteja preparado e que
dê 200%.”
Todos ficaram felizes de
passar mais um bom tempo
de suas vidas no mundo de
um filme de Jerry Bruckheimer.
“Jerry é uma
espécie de Grande
Protetor”, explica
Johnny Depp. “Ele
afasta todo e qualquer espírito
mau. E se alguém
tinha alguma coisa importante
a perder no início,
era Jerry. Falo arriscar.
Quero dizer, para um ator,
é só chegar,
fazer sua parte e se der
certo deu, se não
der, não deu, e vamos
para o próximo. Mas
Jerry realmente se arriscou.”
Orlando Bloom acrescenta:
“É engraçado,
porque Jerry Bruckheimer
é grande, é
uma força gigantesca
na indústria do entretenimento,
mas também é
um amigo, um cara muito
legal, com uma obra rica
por trás dele, mas
é apenas um homem
que adora seu trabalho e
sua vida.” Lee Arenberg
diz: “Jerry é
o verdadeiro último
contador de histórias
e produtor de Hollywood
e, por isso, ele permite
que seus cineastas arrisquem.
Ele é como o melhor
jogador de pôquer
do mundo, ele segura as
cartas, mas sabe quando
usá-las.” “O
fantástico em Jerry
é sua calma”,
elogia Eric McLeod. “Quer
dizer, um filme como este
é um redemoinho por
si só, e Jerry é
a pessoa mais calma no set.
Ele é acessível,
você sempre pode contar
com ele quando tem algum
problema. Ele faz filmes
grandes como este há
provavelmente mais tempo
do que qualquer outra pessoa
na história do cinema,
tem uma vasta experiência
internacional e sabe como
as coisas saem no final.”
O produtor executivo Mike
Stenson observa: “Jerry
é como um técnico
da NBA. Ele forma um time
de estrelas, exige o melhor
de todo mundo e marca os
jogos. Jerry tende a ser
mais “mão na
massa” do que a maioria
dos produtores, motivo pelo
qual quando você vê
o conjunto de seus trabalhos
ao longo de 25 anos, percebe
uma grande sensibilidade.”
“Foi uma experiência
e tanto”, brinca George
Marshall Ruge. “Foi
uma sensação
estranha chegar ao fim,
porque todos formaram uma
família e nós
colocamos muita emoção
e alma nesse projeto. Por
outro lado, senti um alívio
porque no ritmo que estávamos
com a duração
da filmagem, nós
íamos acabar sucumbindo.
Mas também há
muita tristeza por deixarmos
nosso lar Piratas. Espero
que possamos nos reunir
muitas vezes nos próximos
anos e que nossos caminhos
se cruzem muitas vezes.
Então foi um momento
de reflexão, de orgulho
pelo que fizemos, de tristeza,
de felicidade, de alívio
e de esperar ansiosamente
por um reencontro.”
“Jerry Bruckheimer
veio até mim em dado
momento e disse: ‘Foi
bem grande, não é?’,
e eu respondi: ‘É,
agora é só
ladeira abaixo. E ele me
disse, com um sorriso em
seu rosto: ‘Foi isso
que me disseram quando eu
fiz Um Tira da Pesada (Beverly
Hills Cop).’”
“No final”,
como explica Bruckheimer,
“tudo se resume ao
fundamento do que leva as
pessoas a irem ao cinema
e que mudou pouco, apesar
do enorme avanço
tecnológico desde
o tempo em que o público
arregalava os olhos para
as lentes de especiais dos
irmãos Melies na
virada do século
20, aplaudia alegremente
as histórias engraçadas
de Charlie Chaplin e Buster
Keaton, ou se sentava na
beirada da cadeira para
ver a façanhas fantásticas
dos destemidos Douglas Fairbanks
e Errol Flynn. “Nosso
maior desafio em No Fim
do Mundo (At World’s
End) é entreter as
pessoas”, diz o produtor,
que continua: “e garantir
que todos tenham muita diversão.
O filme é ainda mais
intrincado do que A Maldição
do Pérola Negra (The
Curse of the Black Pearl)
e O Baú da Morte
(Dead Man’s Chest).
Tem enormes batalhas, personagens
incríveis, romance
e humor. É para isso
que nós fazemos filmes,
e são esses os elementos
que levam as pessoas ao
cinema há mais de
100 anos. Queremos envolver
o público em nosso
mundo mágico na tela,
levá-lo a lugares
em que nunca estiveram antes
com personagens pelos quais
se apaixone... e que, no
final, sinta-se um pouco
melhor do que quando entrou
no cinema.”
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