Trabalhando
em uma ampla gama de gêneros
e vários níveis
de orçamentos ao
lado dos mais renomados
talentos da atualidade,
GORE VERBINSKI (Diretor)
é considerado um
dos diretores mais inovadores
de sua geração.
Com apenas sete filmes até
agora, seus sucessos de
bilheteria totalizam mais
de US$2 bilhões em
todo o mundo. O lançamento
de 2006 Piratas do Caribe:
O Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest) não só
teve um faturamento bruto
de US$1 bilhão em
todo o mundo como também
quebrou vários recordes
de bilheteria incluindo
o de primeiro filme a ultrapassar
a barreira dos US$100 milhões
em 48 horas.
O primeiro filme da trilogia,
Piratas do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), lançado
em 2003, tornou-se um dos
filmes de maior renda daquele
ano e recebeu várias
indicações
ao Oscar® incluindo
a de Melhor Ator para Johnny
Depp. Entre o primeiro e
o segundo filmes Piratas,
Verbinski dirigiu a aclamada
comédia dramática
O Sol de Cada Manhã
(The Weather Man), estrelada
por Nicolas Cage e Michael
Caine. A forte história
sobre a ilusão do
Sonho Americano comprovou
a versatilidade de Verbinski.
Em 2002, Verbinski impressionou
platéias com o suspense
de sucesso O Chamado (The
Ring), que faturou mais
de US$250 milhões
brutos e transformou Naomi
Watts em celebridade.
Antes de seu incrível
sucesso no cinema Verbinski
era um premiado diretor
de comerciais e videoclipes.
Seu trabalho criativo em
publicidade para companhias
como Nike, Coca-Cola e Budweiser,
entre outras, renderam-lhe
vários prêmios
Clio. Em 1993, criou a memorável
campanha publicitária
da Budweiser com os sapos
coaxantes. Junto com comerciais,
Verbinski também
tem sido bem-sucedido no
mundo dos videoclipes, tendo
dirigido vídeos para
bandas como Bad Religion
e Crystal Method. Em 1997,
seu trabalho chamou a atenção
de Steven Spielberg que
o convidou para fazer seu
primeiro longa-metragem,
a comédia familiar,
visualmente supreendente,
O Ratinho Encrenqueiro (Mousehunt).
Verbinski é formado
pela prestigiosa School
of Theatre, Film and Television
da UCLA e mora em Los Angeles
com a mulher e seus dois
filhos.
Grandes histórias,
muito bem contadas. Elas
podem se destinar às
platéias das salas
escuras dos cinemas ou às
que estão em sua
sala de estar. Podem incluir
grandes astros de cinema
ou apresentar novos talentos.
Podem ser aventuras verdadeiras,
comédias rasgadas,
tragédias comoventes,
histórias épicas,
romances alegres ou dramas
tristes. Elas podem se passar
em um passado recente ou
em um distante, ou ainda
em um futuro imaginário
ou no presente conhecido.
Sejam quais forem seus elementos,
se as histórias começarem
com um raio, elas são
contadas por JERRY
BRUCKHEIMER (Produtor)
e serão ótimas
histórias, muito
bem contadas.
Os números - entre
dólares e honras
- são frequentemente
registrados como recordes.
Os filmes de Bruckheimer
faturaram, mundialmente,
mais de US$14,5 bilhões
em bilheteria, videos e
discos. Na temporada 2005-06
ele teve o número
recorde de 9 séries
sendo exibidas na televisão.
Seus filmes – 15 dos
quais ultrapassaram a marca
de US$100 milhões
de bilheteria nos EUA –
foram agraciados com 39
indicações
ao prêmio da Academia®,
e ganharam 5; 8 indicações
ao Grammy®, e ganharam
5; 23 indicações
ao Globo de Ouro® e
ganharam 4; 53 indicações
ao Emmy®, e ganharam
14; 16 indicações
ao prêmio People’s
Choice e ganharam 6; inúmeros
prêmios MTV, incluindo
o de Melhor Filme da Década
por Um Tira da Pesada (Beverly
Hills Cop) e 14 prêmios
Teen Choice.
Mas os números existem
apenas para comprovar a
singular habilidade de Bruckheimer
para encontrar histórias
e transformá-las
em filme. Ele é,
de acordo com o Washington
Post, o homem da “intuição
de ouro”. Ele pode
até ter nascido assim,
porém o mais provável
é que seus dons naturais
tenham sido aprimorados
nos primeiros anos de sua
carreira. Seus primeiros
filmes eram contos de 60
segundos que ele fazia como
um premiado produtor de
comerciais em sua cidade
natal, Detroit. Um desses
minifilmes, uma paródia
de Bonnie and Clyde, que
criou para a Pontiac, foi
citado por seu brilhantismo
pela revista Time e também
levou o trabalho do produtor
de 23 anos a chamar a atenção
da BBDO, uma agência
de propaganda mundialmente
renomada, que o convenceu
a se mudar para Nova York.
Quatro anos na Avenida Madison
deram a ele a experiência
e a confiança necessárias
para encarar Hollywood e,
quando ainda nem completara
30 anos, já tinha
dirigido filmes memoráveis
como Adeus, Querida (Farewell,
My Lovely), Gigolô
Americano (American Gigolo)
e Flashdance – Em
Ritmo de Embalo (Flashdance),
em 1993, um filme que mudou
a vida de Bruckheimer ao
faturar US$ 92 milhões
só nos Estados Unidos
e ao associá-lo ao
produtor Don Simpson, que
viria a ser seu parceiro
nos 13 anos seguintes.
Juntos, Simpson/Bruckheimer
produziram um sucesso atrás
do outro, incluindo: Ases
Indomáveis (Top Gun),
Dias de Trovão (Days
of Thunder), Um Tira da
Pesada (Beverly Hills Cop),
Os Bad Boys (Bad Boys),
Mentes Perigosas (Dangerous
Minds) e Maré Vermelha
(Crimson Tide). Outras homenagens
se seguiram em 1985 e 1988,
quando a associação
de exibidores dos EUA (NATO),
nomeou Bruckheimer Produtor
do Ano. E, em 1988, junto
com Simpson, ele foi eleito
Cineasta do Ano pelo Publicists
Guild of America.
Em 1996, Bruckheimer produziu
A Rocha (The Rock), restabelecendo
Sean Connery como astro
de ação e
transformando o improvável
Nicolas Cage em herói
de ação. O
longa foi eleito o Filme
Favorito do Ano pela NATO,
faturou uma renda bruta
de US$350 milhões
em todo mundo e foi o último
filme de Bruckheimer em
parceria com Simpson, que
faleceu durante a produção.
Como produtor solo, Bruckheimer
filmou em 1997 Con Air –
A Rota da Fuga (Con Air),
cujo faturamento foi de
mais de US$ 230 milhões.
O filme também lhe
rendeu duas indicações
ao Oscar® e um Grammy®
e, mais uma vez, trouxe
ao produtor o prêmio
ShoWest de Maior Bilheteria
Internacional pelas inigualáveis
cifras obtidas no exterior.
Então foi a vez do
megasucesso lançado
pela Touchstone Pictures,
Armageddon (Armageddon),
estrelado por Bruce Willis,
Billy Bob Thornton, Ben
Affleck, Liv Tyler e Steve
Buscemi. Dirigido por Michael
Bay, foi o filme de maior
sucesso de 1998, com um
faturamento total de aproximadamente
US$560 milhões em
todo o mundo e levou a legendária
banda de rock Aerosmith
ao primeiro lugar nas paradas
de sucesso com a canção
"I Don't Want to Miss
a Thing".
Até o final do milênio,
Bruckheimer havia produzido:
Inimigo do Estado (Enemy
of the State), estrelado
por Will Smith e Gene Hackman,
e 60 Segundos (Gone in 60
Seconds), estrelado por
Cage, Angelina Jolie e Robert
Duvall, ambos faturando
mais de US$225 milhões
em todo o mundo; Show Bar
(Coyote Ugly), cujo disco
da trilha sonora ganhou
três vezes o disco
de platina; e o vencedor
do prêmio NAACP Image,
Duelo de Titãs (Remember
the Titans), estrelado por
Denzel Washington. Seus
colegas do Círculo
dos Produtores da América
reconheceram sua genialidade
e concederam-lhe o prêmio
David O. Selznick pelo Conjunto
de suas Realizações
no Cinema.
Ele começou o século
21 com o indicado a três
prêmios Oscar®
Pearl Harbor (Pearl Harbor).
Estrelado por Affleck, Josh
Hartnett e Kate Beckinsale
e dirigido por Bay, o filme
foi aplaudido pelos veteranos
da Segunda Guerra Mundial
e por especialistas no assunto
como uma excelente recriação
dos acontecimentos que levaram
os Estados Unidos à
guerra. Além de várias
indicações
a diversos prêmios
e ao Oscar® de Melhor
Sonoplastia, o filme rendeu
mais de US$450 milhões
de bilheteria em todo o
mundo e chegou a atingir
a marca de US$250 milhões
em vendas de DVD e vídeo.
Falcão Negro em Perigo
(Black Hawk Down), o comovente
relato da Batalha de Mogadíscio,
foi estrelado por Hartnett,
Eric Bana e Ewen McGregor
e dirigido por Ridley Scott.
A adaptação
do bestseller de Mark Bowden
recebeu excelentes críticas,
foi indicada a vários
prêmios e ganhou o
Oscar®.
Passando ao gênero
da comédia em 2003,
Bruckheimer lançou
hilariante Canguru Jack
(Kangaroo Jack), um filme
familiar vencedor do prêmio
MTV de Melhor Desempenho
Virtual para o canguru.
No final de 2003, Bruckheimer
lançou Piratas do
Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl). Estrelado
por Johnny Depp, Orlando
Bloom, Geoffrey Rush e Keira
Knightley e dirigido por
Gore Verbinski, a fantástica
comédia, aventura
e romance faturou mais de
US$630 milhões em
todo o mundo, foi indicada
a cinco prêmios da
Academia® e gerou duas
sequências: Pirates
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest) e Piratas do Caribe:
No Fim do Mundo (Pirates
of the Caribbean: At World’s
End).
Depois de Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), entre
os filmes que começam
com um raio estão:
Os Bad Boys 2 (Bad Boys
II); O Custo da Coragem
(Veronica Guerin), estrelado
pela luminosa Cate Blanchett
no papel da jornalista irlandesa
assassinada pela máfia
de Dublin; e Rei Arthur
(King Arthur), com Clive
Owen como protagonista da
narrativa revisitada da
lenda arturiana. Em 2004,
A Lenda do Tesouro Perdido
(National Treasure), com
Cage e Sean Bean, a eletrizante
aventura para solucionar
o mistério de um
tesouro secreto, foi lançado
com aclamação
do público e faturou
US$347.451.894 milhões
mundialmente.
Estrada para a Glória
(Glory Road), a história
do treinador do Texas Wetern,
Don Haskins, que levou o
primeiro time de basquete
inteiramente formado por
negros ao campeonato nacional
(NCAA) em 1966, estreou
no início de 2006
com: Josh Lucas, Derek Luke,
Al Shearer, Mehcad Brooks,
e Emily Deschanel no elenco.
O filme foi honrado, em
2006, com o prêmio
ESPY de Melhor Filme de
Esporte do Ano e os escritores
receberam o prêmio
Humanitas pelo trabalho
que "explora com honestidade
as complexidades da experiência
humana e ilumina os valores
positivos da vida.”
No verão norte-americano
de 2006 lançou Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest), que zarpou para
os livros de recordes ao
se tornar não apenas
o filme mais bem-sucedido
no aspecto financeiro de
Bruckheimer, mas também
a maior bilheteria de abertura
da história do cinema
com US$135,6 milhões
nos primeiros três
dias. Contrariando estimativas
projetadas, o filme faturou
US$55,8 milhões no
primeiro dia de lançado.
Totalizando US$44,7 milhões
no segundo dia, Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest) tornou-se o primeiro
longa-metragem a faturar
US$100 milhões em
apenas dois dias. Nas primeiras
oito semanas, o filme ultrapassou
a marca de US$1 bilhão
em todo o mundo, posicionando-se
com vantagem como o filme
número um do ano
em todo o mundo.
Trabalhando pela sexta vez
com o diretor Tony Scott,
Bruckheimer lançou
Déjà Vu (Déjà
Vu), a história do
agente da ATF que se apaixona
por uma estranha enquanto
corre contra o tempo para
encontrar seu brutal assassino.
O filme é estrelado
por Denzel Washington, Jim
Caviezel, Paula Patton e
Val Kilmer. Na trilha do
sucesso de A Lenda do Tesouro
Perdido (National Treasure),
seu próximo filme
será National Treasure:
Book of Secrets. O filme
voltará a associar
Bruckheimer, o diretor Jon
Turteltaub e os astros Nicolas
Cage, Jon Voight, Diane
Kruger e Justin Bartha,
além de novos integrantes
do elenco Helen Mirren e
Ed Harris.
Será que o mestre
contador de histórias
poderia repetir a mesma
magia em 47 minutos para
os telespectadores em suas
casas? Aparentemente sim.
Como escreveu recentemente
a revista Time: “O
produtor mais bem-sucedido
da história do cinema
está prestes a se
tornar o produtor mais bem-sucedido
da história da televisão.”
Bruckheimer levou a força
do raio para a televisão
em 2000 com C.S.I., estrelado
por William Petersen e Marg
Helgenberger. A série
logo se tornou o programa
de maior audiência
da TV, com uma média
de 25 milhões de
telespectadores por semana,
e, juntamente com os dois
seriados que se seguiram,
C.S.I.: Miami — reconhecida
como uma das maiores séries
de televisão em escala
mundial em 2005 exibida
em horário nobre
durante em 2006 —
e C.S.I.: NY, que ajudou
a levar a CBS de volta à
liderança.
A Bruckheimer Television
ampliou sua abordagem contando
histórias comoventes
e atingindo grandes índices
de audiência com Without
A Trace, Cold Case —
o vencedor de três
prêmios Emmy®
— Amazing Race e Close
to Home, na CBS. Bruckheimer
tem quatro séries
entre os 10 melhores programas
da televisão.
Em 2004, Bruckheimer entrou
para a “Time 100,”
uma lista das pessoas mais
influentes do mundo. Também
em 2004, foi nomeado número
um da Power Issue da Entertainment
Weekly. No ano seguinte,
Bruckheimer foi premiado
com o SEAL Patriot em reconhecimento
da comunidade SEAL por sua
fabulosa representação
das forças militares
americanas no cinema e na
televisão. Em 2006,
Bruckheimer foi condecorado
com o título de Doutor
em Artes pela Universidade
de Arizona, sua alma mater.
Bruckheimer é único
na indústria cinematográfica
e sua visão criativa
abrange tanto as telonas
como as telinhas. “É
uma satisfação
reconhecer seu trabalho
com essa homenagem”,
disse Maurice Sevigny, reitor
da College of Fine Arts.
A revista Variety elegeu
Bruckheimer como Showman
do Ano em 2006. Este prêmio
– concedido pelos
mais importantes editores
e jornalistas da revista
– é destinado
ao profissional que tenha
causado impacto significante,
contribuído com inovações
e/ou revelações
para a indústria
do entretenimento. Bruckheimer
ganhou o prêmio Salute
to Excellence do Museu da
Televisão e do Rádio
em 2006 por sua contribuição
à televisão.
E, em 2007, a Associação
de Produtores da América
concedeu-lhe o prêmio
Norman Lear Achievement
em Televisão por
seu extraordinário
conjunto de obras nessa
mídia.
A revista Times de Los Angeles
posicionou Bruckheimer como
o número 8 em sua
listagem The Power Issue
de 2006, que inclui as 100
pessoas que mais influenciaram
o sul da Califórnia.
A revista Premiere colocou
Bruckheimer na décima
posição em
sua lista de pessoas mais
poderosos de 2006, enquanto
a revista Forbes posicionou-o
em 42º lugar em sua
lista de 100 Celebridades
de 2006. Bruckheimer é
bem-sucedido em muitos gêneros
e em várias mídias
porque ele é um excelente
contador de histórias.
Procure pelo raio. As melhores
histórias vêm
logo depois dele.
MIKE
STENSON (Produtor Executivo)
é presidente da Jerry
Bruckheimer Films, encarregado
de supervisionar todos os
aspectos do desenvolvimento
de suas produções
cinematográficas.
Antes de entrar para a empresa,
foi executivo encarregado
de produção
na Disney e responsável
por muitos longas-metragens
de Bruckheimer, tais como:
Armageddon (Armageddon),
A Rocha (The Rock), Maré
Vermelha (Crimson Tide)
e Mentes Perigosas (Dangerous
Minds). Mais recentemente,
foi produtor de Em Má
Companhia (Bad Company)
e 60 Segundos (Gone in 60
Seconds) e produtor executivo
de Estrada para Glória
(Glory Road), A Lenda do
Tesouro Perdido (National
Treasure), Rei Arthur (King
Arthur), Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), Os
Bad Boys 2 (Bad Boys II),
O Custo da Coragem (Veronica
Guerin), Canguru Jack (Kangaroo
Jack), Falcão Negro
em Perigo (Black Hawk Down),
Pearl Harbor (Pearl Harbor),
Show Bar (Coyote Ugly),
Duelo de Titãs (Remember
the Titans), Déjà
Vu (Déjà Vu)
e do ainda inédito
National Treasure: Book
of Secrets.
Nascido e criado em Boston,
Mike gradou-se em Economia
pela Universidade de Harvard
e mestrado em Administração.
Formou-se e passou a trabalhar
como assistente de produção
em Nova York. Trabalhou
durante dois anos em filmes
independentes e, na televisão,
como assistente de direção
e gerente de produção,
antes de retornar a Boston
para concluir a pós-graduação.
Após concluir seus
estudos em Administração,
mudou-se para Los Angeles,
onde ocupou um cargo no
departamento de projetos
especiais dos Estúdios
Disney por dois anos, antes
de passar para o setor de
produção executiva
de criação
da Hollywood Pictures. Foi
promovido a vice-presidente
e, em seguida, a vice-presidente
executivo. Durante os oito
anos em que trabalhou para
a companhia, supervisionou
o desenvolvimento e a produção
de filmes da Hollywood Pictures
e da Touchstone Pictures.
Além dos filmes de
Bruckheimer, Stenson também
desenvolveu e acompanhou
a produção
dos longas: A Hora do Rush
(Rush Hour), Instinto (Instinct),
6 Dias, 7 Noites (Six Days,
Seven Nights) e Mr. Holland
– Adorável
Professor (Mr. Holland’s
Opus).
Enquanto integrava os quadros
da Disney, vários
cineastas tentaram persuadi-lo
a sair da companhia para
trabalhar em seus projetos,
mas isso só aconteceu
em 1998. Em sua nova função
de chefia na Jerry Bruckheimer
Films, ele pôs em
prática o plano de
Bruckheimer de expandir
o programa de produção
dos projetos cinematográficos
da companhia.
CHAD
OMAN (Produtor Executivo)
é presidente de produção
da Jerry Bruckheimer Films,
onde supervisiona todos
os aspectos do desenvolvimento
e produção
de seus longas-metragens.
Oman produziu, juntamente
com Bruckheimer, Duelo de
Titãs (Remember the
Titans), estrelado por Denzel
Washington para a Walt Disney
Pictures, e Show Bar (Coyote
Ugly), estrelado por Piper
Perabo e John Goodman, para
a Touchstone Pictures. Entre
seus créditos recentes
como produtor executivo
na Jerry Bruckheimer Films
estão: Estrada para
a Glória (Glory Road),
estrelado por Josh Lucas;
o sucesso internacional
A Lenda do Tesouro Perdido
(National Treasure), estrelado
por Nicolas Cage; e Rei
Arthur (King Arthur), estrelado
por Clive Owen e Keira Knightley.
Ele também fez a
produção executiva
do longa, aclamado pela
crítica, O Custo
da Coragem (Veronica Guerin),
estrelado por Cate Blanchett,
bem como dos blockbuster
de sucesso: Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), dirigido
por Gore Verbinski e estrelado
por Johnny Depp; Os Bad
Boys 2 (Bad Boys II), com
Will Smith e Martin Lawrence;
Falcão Negro em Perigo
(Black Hawk Down), dirigido
por Ridley Scott e estrelado
por Josh Hartnett; Pearl
Harbor (Pearl Harbor), estrelado
por Ben Affleck, Kate Beckinsale
e Josh Hartnett; 60 Segundos
(Gone in 60 Seconds), estrelado
por Nicolas Cage, Angelina
Jolie e Robert Duvall; Inimigo
do Estado (Enemy of the
State), estrelado por Will
Smith e Gene Hackman; Armageddon
(Armageddon), estrelado
por Bruce Willis e Ben Affleck;
Con Air – A Rota da
Fuga (Con Air), estrelado
por Nicolas Cage e John
Malkovich; Déjà
Vu (Déjà Vu),
estrelado por Denzel Washington
e do ainda inédito
National Treasure: Book
of Secrets, novamente estrelado
por Nicolas Cage.
Além do trabalho
em diversos filmes da JBF,
Oman também supervisionou
a produção
de vários projetos
para a televisão,
incluindo a série
O Soldado da Fortuna (Soldier
of Fortune), com Brad Johnson,
para a Rysher Entertainment;
o drama Mentes Perigosas
(Dangerous Minds), da ABC,
com Annie Potts, e Swing
Vote, também da ABC,
escrito por Ron Bass e estrelado
por Andy Garcia. Antes de
entrar para a Simpson-Bruckheimer
em 1995, foi um dos fundadores
e integrantes da Motion
Picture Corporation of America.
Após seis anos, deixou
a produtora independente
como vice-presidente sênior
de produção.
Foi produtor associado de
Debi e Lóide 2 -
Quando Debi Conheceu Lóide
(Dumb and Dumber), estrelado
por Jim Carrey; produtor
executivo de Lembranças
Vivas (The War at Home),
da Touchstone Pictures,
com Emilio Estevez, Kathy
Bates e Martin Sheen; co-produtor
de Na Trilha dos Fugitivos
(The Desperate Trail), com
Sam Elliott e de Retrato
Falado (The Sketch Artist),
com Drew Barrymore e Sean
Young. Foi também
produtor de Olhos da Escuridão
(Hands That See), estrelado
por Courteney Cox e Jeff
Fahey e de Amar, Trair &
Roubar (Love, Cheat and
Steal), com John Lithgow
e Eric Roberts. Ele é
formado em Economia pela
Southern Methodist University
e cursou a Universidade
da Califórnia em
Los Angeles, onde estudou
roteirização
para cinema e a Universidade
de Nova York, onde participou
do programa de graduação
de produção
cinematográfica.
Ele nasceu e foi criado
em Wichita Falls, no Texas.
Cineasta há mais
de 25 anos, BRUCE
HENDRICKS (produtor executivo)
esteve envolvido na produção
de alguns dos filmes de
maior prestígio e
maior bilheteria da história
do cinema. Desfruta de uma
posição única
na indústria do entretenimento
por trabalhar ao mesmo tempo
como executivo de estúdio,
produtor e diretor. Como
presidente de produção
física dos estúdios
Walt Disney desde 1992,
Hendricks supervisiona todos
os aspectos da produção
dos longas-metragens live-action
da companhia. Nesta função,
ele supervisionou a produção
de mais de 200 longas- metragens
e filmagens em mais de 30
países. Entre esses
filmes estão os blockbusters
O Sexto Sentido (The Sixth
Sense), Armageddon (Armageddon),
A Rocha (The Rock) e As
Crônicas de Nárnia
- O Leão, A Feiticeira
e o Guarda-Roupa (The Chronicles
of Narnia - The Lion, The
Witch and The Wardrobe),
para citar apenas alguns.
Entre seus créditos
como produtor executivo
estão a trilogia
de Piratas do Caribe e o
épico da 2ª
Guerra Mundial Pearl Harbor
(Pearl Harbor) da Jerry
Bruckheimer Productions.
Em seus créditos
como diretor está
o filme IMAX, Ultimate X,
bem como inúmeros
videoclipes, produções
da televisão e comerciais.
Hendricks é membro
da Academia de Artes e Ciências
dos EUA, do sindicato dos
diretores dos EUA e do Círculo
de Diretores da América.
Ganhou um Emmy® por
seu trabalho no telefilme
The Wave, da ABC.
Nascido em Dallas, no Texas,
ele é bacharel em
Produção de
Cinema pela Universidade
do Texas. O sr. Hendricks
e sua mulher moram em Los
Angeles, na Califórnia,
com a filha Kyra.
ERIC McLEOD (Produtor Executivo)
tem uma ampla experiência
como produtor, produtor
executivo e gerente de unidade
de produção
o que o tornou um excelente
candidato para lidar com
a gigantesca logística
exigida na realização
de Piratas do Caribe: O
Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest) e Piratas do Caribe:
No Fim do Mundo (Pirates
of the Caribbean: At World’s
End). Seu último
trabalho antes de entrar
para o time de Piratas,
foi como produtor do grande
sucesso Sr. e Sra. Smith
(Mr. and Mrs. Smith), estrelado
por Brad Pitt e Angelina
Jolie. Ele também
foi produtor executivo de
Os Gatões –
Uma Nova Balada (The Dukes
of Hazzard), O Gato (The
Cat in the Hat), Showtime
(Showtime) e de Um Agente
Nada Discreto (Austin Powers:
International Man of Mystery),
e produtor de Austin Powers
em o Homem do Membro de
Ouro (Austin Power in Goldmember),
de A Cela (The Cell) e de
Austin Powers: O Agente
Bond Cama (Austin Powers:
The Spy Who Shagged Me).
Após concluir seu
trabalho em O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest) e em No Fim do Mundo
(At World’s End),
McLeod seguiu produzindo
Tropic Thunder, da DreamWorks,
dirigido e estrelado por
Ben Stiller, e com Jack
Black e Robert Downey, Jr.
no elenco.
No início de sua
carreira foi co-produtor
de Paixão Bandida
(Feeling Minnesota) e de
Agora e Sempre (Now and
Then); produtor de linha
de Corina – Uma Babá
Perfeita (Corina, Corina)
e Até As Vaqueiras
Ficam Tristes (Even Cowgirls
Get the Blues) e produtor
associado de O Detonador
de Alta Voltagem (Live Wire).
Ele também foi gerente
de unidade de produção
em vários dos filmes
acima mencionados e ainda
em Inimigo do Estado (Enemy
of the State), Mera Coincidência
(Wag the Dog), Wide Sargasso
Sea e The Rapture. McLeod
começou seu trabalho
no cinema como coordenador
de produção
no longa Cry Baby (Cry-Baby),
de John Waters, estrelado
por Johnny Depp, e, em seguida,
trabalhou em Drugstore Cowboy
(Drugstore Cowboy), de Gus
van Sant e foi supervisor
de produção
de 8 Segundos (8 Seconds).
Os escritores indicados
ao Oscar® TED
ELLIOTT e TERRY ROSSIO (roteiro)
retornam a Piratas pela
terceira vez, depois de
Piratas do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) e Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest). Elliott e Rossio
também fizeram o
roteiro do longa-metragem
de animação
da DreamWorks, Shrek (Shrek),
vencedor do Oscar® de
Melhor Filme de Animação
de 2002.
Em 1992, a dupla escreveu
o longa animado de sucesso
dos estúdios Disney,
Aladim (Aladdin), estrelado
por Robin Williams. Entre
seus filmes live-action
estão: Little Monsters,
estrelado por Fred Savage;
Pequenos Guerreiros (Small
Soldiers), estrelado por
Kirsten Dunst; Godzilla
(Godzilla), estrelado por
Matthew Broderick e A Máscara
do Zorro (The Mask of Zorro),
estrelado por Antonio Banderas
e Anthony Hopkins.
Em 1996, Elliott e Rossio
foram os primeiros a assinarem
um acordo de roteirização
e produção
com a DreamWorks SKG. Seus
projetos de animação
para o estúdio incluem:
Shrek (Shrek), estrelado
por Mike Myers e Eddie Murphy,
e O Caminho para El Dorado
(The Road to El Dorado),
com Kevin Kline e Kenneth
Branagh. A dupla também
fez consultoria para os
longas animados FormiguinhaZ
(Antz), com Woody Allen;
o recém-lançado
Simbad: A Lenda dos Sete
Mares (Simbad), com Brad
Pitt e Catherine Zeta-Jones
e para Shrek 2 (Shrek II)
foram consultores de criação,
o filme animado de maior
bilheteria de todos os tempos.
Elliott e Rossio são
membros do sindicato dos
roteiristas dos Estados
Unidos, desde 1986.
DARIUSZ WOLSKI (Diretor
de Fotografia)
volta pela terceira vez
a Piratas depois de aclamado
trabalho em A Maldição
do Pérola Negra (The
Curse of the Black Pearl)
e O Báu da Morte
(Dead Man’s Chest).
Antes disso, emprestou seu
talento para o longa A Mexicana
(The Mexican), de Gore Verbinski,
estrelado por Julia Roberts
e Brad Pitt.
Wolski trabalhou com vários
diretores renomados, incluindo
Andrew Davis, em Um Crime
Perfeito (A Perfect Murder);
Alex Proyas, em Cidade das
Sombras (Dark City), no
cult favorito, O Corvo (The
Crow); Peter Medak, em O
Sangue de Romeo (Romeo is
Bleeding); Tony Scott, em
O Fã - Obsessão
Cega (The Fan), e na produção
de Don Simpson-Jerry Bruckheimer,
Maré Vermelha (Crimson
Tide). Seu trabalho neste
último polêmico
e aclamado filme rendeu-lhe
uma indicação
para o prêmio ASC
de Melhor Fotografia.
Natural de Varsóvia,
na Polônia, cursou
a Faculdade de Cinema de
Lodz. Após imigrar
para os Estados Unidos em
1979, trabalhou em documentários,
filmes industriais e pequenas
produções
no cinema independente.
Teve sua grande oportunidade
em 1986, no filme Fibra
de Campeão (Heart),
quando foi convidado a substituir
o diretor de fotografia
que havia optado por filmar
outra produção.
Pouco depois, Wolski mudou-se
para Los Angeles, onde trabalhou
como diretor de fotografia
de videoclipes e filmes
publicitários para
diretores tais como Alex
Proyas, David Fincher, Tony
Scott e Jake Scott. Em seguida,
trabalhou no longa-metragem
produzido por Roger Corman,
Planeta Infernal (Nightfall),
e na produção
de Land of Little Rain,
da PBS American Playhouse.
Seu próximo projeto
é Sweeney Todd, de
Tim Burton, que irá
associá-lo novamente
com Johnny Depp.
RICK HEINRICHS (Desenhista
de Produção)
é um dos artistas
mais originais e inovadores
da indústria do cinema,
tendo criado - de forma
magistral – universos
alternativos totalmente
adequados às histórias
e aos cenários dos
filmes nos quais trabalha.
Heinrichs retorna a Piratas
depois de seu notável
trabalho em O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest), que lhe rendeu indicações
ao prêmio da Academia
e ao BAFTA. Ganhou o prêmio
da Academia® por seu
trabalho em A Lenda do Cavaleiro
Sem Cabeça (Sleepy
Hollow), de Tim Burton,
bem como o BAFTA e o prêmio
do Círculo de Diretores
de Arte, entre outros. Foi
novamente indicado ao Oscar®
e ao prêmio do Círculo
dos Diretores de Arte por
seus desenhos muito criativos
para o longa Desventuras
em Série (Lemony
Snicket A Series of Unfortunate
Events). O Baú da
Morte (Dead Man’s
Chest) também trouxe
uma indicação
a Heinrichs do Círculo
de Diretores de Arte.
A colaboração
criativa entre Heinrichs
e Tim Burton data de quando
os dois trabalharam na Walt
Disney Pictures e produziram
os curtas Vincent e Frankenweenie.
Mais tarde, trabalharam
outra vez no primeiro longa
de Burton, As Grandes Aventuras
de Pee Wee (Pee-wee’s
Big Adventure) e depois
em Os Fantasmas se Divertem
(Beetlejuice). Heinrichs
começou a trilhar
sua carreira na cinematografia
na função
de cenógrafo em Os
Caça-Fantasmas 2
(Ghostbusters II) e em Joe
Contra o Vulcão (Joe
Versus the Volcano), em
1989, antes de trabalhar
com seus colegas e amigos
na mesma função
em Edward Mãos de
Tesoura (Edward Scissorhands),
no ano seguinte.
Em 1992, passou para a função
de diretor de arte em Batman:
O Retorno (Batman Returns),
de Burton, já tendo
trabalhado na mesma função
em Segredos de uma Novela
(Soapdish). Também
foi consultor visual em
O Estranho Mundo de Jack
(The Nightmare Before Christmas),
de Tim Burton. Em seguida
trabalhou na função
de desenhista de produção
no remake de sucesso Planeta
dos Macacos (Planet of the
Apes), de Burton. Entre
seus outros créditos
como desenhista de produção
estão: O Incrível
Hulk (Hulk), Endiabrado
(Bedazzled), O Grande Lebowski
(The Big Lebowski) e Fargo
– Uma Comédia
de Erros (Fargo). Foi também
diretor de arte em Super-Heróis
do Oeste (Tall Tale) e cenógrafo
em O Pescador de Ilusões
(The Fisher King).
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest) reúne outra
vez PENNY ROSE (Figurinista)
com o diretor Gore Verbinski,
depois de terem trabalhado
juntos em Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), em
O Sol de Cada Manhã
(The Weather Man) e em Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest). Por Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), Rose
foi indicada ao BAFTA e
ao prêmio do Círculo
dos Figurinistas. Ela também
desenhou o figurino da produção
de Rei Arthur (King Arthur),
de Jerry Bruckheimer, estrelado
por Clive Owen e Keira Knightley.
Anterioremente Rose recebeu
várias indicações
ao BAFTA por seu trabalho
na versão cinematográfica
musical Evita (Evita), de
Andrew Lloyd Webber e Tim
Rice, que foi dirigida por
Alan Parker e estrelada
por Madonna e Jonathan Pryce.
Rose é uma colaboradora
de longa data de Parker
e assinou os figurinos de
outros filmes do cineasta,
entre os quais: O Estranho
Mundo do Dr. Kellogg (The
Road to Wellville), The
Wall (Pink Floyd The Wall)
e The Commitments –
Loucos Pela Fama (The Commitments).
Seus créditos cinematográficos
adicionais incluem ainda:
Dicionário de Cama
(The Sleeping Dictionary),
Lance de Sorte (The Good
Thief), de Neil Jordan;
Os Viajantes do Tempo (Just
Visiting); A Armadilha (Entrapment)
e a refilmagem dos estúdios
Disney de Operação
Cupido (The Parent Trap)
- de Nancy Meyers. No início
de sua carreira, criou os
figurinos de Missão
Impossível (Mission:
Impossible), de Brian de
Palma, já tendo trabalhado
duas vezes com o diretor
Richard Attenborough em
Terra das Sombras (Shadowlands)
e No Amor e Na Guerra (In
Love and War). Em sua filmografia
inclui ainda: Carrington
- Dias de Paixão
(Carrington), de Christopher
Hampton; O Mapa do Coração
(Map of the Human Heart),
de Vincent Ward; Local Hero,
de Bill Forsyth; Cal, de
Pat O’Connor; Memórias
de um Espião (Another
Country) de Marek Kanievska
e A Guerra do Fogo (Quest
for Fire), de Jean-Jacques
Annaud. Mais recentemente,
desenhou os figurinos da
comédia Motoqueiros
Selvagens (Wild Hogs), da
Walt Disney Pictures, estrelada
por Tim Allen, Martin Lawrence
e John Travolta. Atualmente
está trabalhando
em Made of Honor, estrelado
por Patrick Dempsey.
Formada pelo West End Theatre,
iniciou sua carreira trabalhando
não só no
teatro, mas também
na televisão e em
filmes publicitários,
onde conheceu diretores
como Alan Parker, Adrian
Lyne, Ridley e Tony Scott
e Hugh Hudson. Nascida e
criada na Grã-Bretanha,
ela é fluente em
francês e italiano.
CRAIG WOOD (Montador)
foi indicado ao prêmio
ACE (American Cinema Editors)
por seu trabalho em Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest). Tem uma associação
profissional longa e bem-sucedida
com o diretor Gore Verbinski,
tendo montado, mais recentemente,
o filme O Sol de Cada Manhã
(The Weather Man) e Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: The Dead Man's
Chest), de Verbinski. Anteriormente,
montou Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), de
Verbinski e o thriller de
terror O Chamado (The Ring),
cujo faturamento nas bilheterias
de todo o mundo chegou a
quase US$250 milhões,
tornando-se também
um fenômeno de vendas
em homevideo. Anteriormente,
Wood havia montado A Mexicana
(The Mexican) e Um Ratinho
Encrenqueiro (Mouse Hunt).
Os dois trabalharam juntos
em mais de uma dezena de
filmes publicitários,
incluindo o comercial “Frogs”
da Budweiser, vencedor do
prêmio Clio®;
o curta-metragem de 1996,
The Ritual e também
o videoclipe de Verbinski
Negasonic Teenage Warhead,
para o grupo de rock Monster
Magnet.
Wood foi montador adicional
de Fomos Heróis (We
Were Soldiers), de Randall
Wallace, estrelado por Mel
Gibson. Outros créditos
como montador incluem os
filmes: Fuga Desenfreada
(Highway); a comédia
romântica Forças
do Destino (Forces of Nature),
estrelado por Sandra Bullock
e Ben Affleck; Secrets of
the City, e, em 1986, o
longa-metragem de Alex Proyas,
Spirits of the Air e Gremlins
of the Clouds.
Natural de Sydney, Austrália,
iniciou sua carreira aos
19 anos como assistente
de montagem no departamento
de documentários
da rede de televisão
Australian Broadcasting
Corporation, antes de passar
a trabalhar em videoclipes
e comerciais. Montou vídeos
para artistas como Smashing
Pumpkins, Bjork, Fiona Apple,
Garbage, Tina Turner, Tom
Petty, UB40 e Janet Jackson,
sem falar de seus filmes
publicitários cheios
de estilo para inúmeros
clientes corporativos.
STEPHEN RIVKIN,
A.C.E. (Montador)
é outro que retorna
para a equipe de Piratas,
tendo feito parte da equipe
de montadores de Piratas
do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), pelo
qual dividiu um prêmio
Eddie da A.C.E. com Craig
Wood e Arthur Schmidt, e
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest), pelo qual ele e
Craig dividiram uma indicação
ao Eddie do A.C.E.
Desde o início dos
anos 1980, Rivkin montou
ou foi um dos montadores
de vários filmes,
entre eles: Ali (Ali), de
Michael Mann; o thriller
de ação A
Senha: Swordfish (Swordfish);
as comédias Meu Primo
Vinny (My Cousin Vinny),
A Louca Louca História
de Robin Hood (Robin Hood:
Men in Tights) e Nove Meses
(Nine Months); o suspense
Epidemia (Outbreak), de
Wolfgang Petersen; o drama
de guerra Bat-21 –
Missão no Inferno
(Bat 21) e, do diretor Norman
Jewison: Só Você
(Only You), Bogus –
Meu Amigo Secreto (Bogus),
Hurricane – O Furacão
(The Hurricane) e A Confissão
(The Statement). Também
montou o filme de ação
Ameaça Invisível
(Stealth), de Rob Cohen,
estrelado por Josh Lucas,
Jamie Foxx e Jessica Biel.
No início de sua
carreira, montou e foi produtor
associado dos filmes Veia
de Campeão (Youngblood)
e de The Personals.
Entre os créditos
televisivos de Rivkin, destacam-se
o telefilme da TNT, indicado
ao prêmio CableAce,
Nightbreaker; The Comrades
of Summer e El Diablo, da
HBO; além de Wildflower,
da Lifetime, e o telefilme
da CBS, The Girl with the
Crazy Brother, ambos dirigidos
por Diane Keaton.
Rivkin nasceu e foi criado
em Minneapolis, no Minnesota.
O compositor alemão
HANS ZIMMER (Música)
retorna para sua terceira
colaboração
com Jerry Bruckheimer e
Gore Verbinski em Piratas
do Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World’s End), tendo
produzido a trilha sonora
de A Maldição
do Pérola Negra (The
Curse of the Black Pearl)
e de O Baú da Morte
(Dead Man’s Chest).
Zimmer é reconhecido
como um dos músicos
mais respeitados e inovadores
compositores da indústria
cinematográfica.
Por seu impressionante conjunto
de obras foi honrado com
inúmeras prêmiações,
incluindo o Oscar®,
dois prêmios Globo
de Ouro®, três
Grammy® e um Tony®.
Começou a estudar
música ainda criança
e seu primeiro sucesso foi
como um dos membros de uma
banda de rock alternativa
chamada The Buggles, cuja
canção “Video
Killed the Radio Star”
tornou-se sucesso mundial
e ajudou a lançar
uma nova era do entretenimento
global com o primeiro videoclipe
transmitido na MTV em 1981.
Zimmer entrou para o mundo
das trilhas sonoras em Londres,
durante uma longa colaboração
com o famoso compositor
e mentor Stanley Myers,
a qual inclui o filme Minha
Adorável Lavanderia
(My Beautiful Laundrette).
Logo começou a trabalhar
em vários projetos-solo
de sucesso, entre os quais,
o aclamado pela crítica
Um Mundo À Parte
(A World Apart), e, ao longo
desses anos, foi pioneiro
na utilização
de tecnologias musicais
tanto antigas como novas.
Atualmente, esse trabalho
rendeu-lhe a reputação
de pai da integração
do mundo da música
eletrônica com arranjos
de orquestra tradicional.
O momento mais marcante
na carreira de Zimmer aconteceu
em 1988, quando foi convidado
para compor a trilha sonora
de Rain Man (Rain Man) para
o diretor Barry Levinson.
O filme acabou ganhando
o Oscar® de Melhor Filme
do Ano e trouxe a Zimmer
sua primeira indicação
ao prêmio da Academia®
na categoria de Melhor Trilha
Original. No ano seguinte,
compôs a trilha de
outro vencedor do Oscar®
de Melhor Filme, Conduzindo
Miss Daisy (Driving Miss
Daisy), estrelado por Jessica
Tandy e Morgan Freeman.
Depois de compor as trilhas
de dois filmes vencedores
do Oscar®, no início
dos anos 1990, Zimmer consagrou
sua posição
como músico proeminente
com a trilha sonora premiada
de O Rei Leão (The
Lion King). O disco da trilha
vendeu mais de 15 milhões
de cópias até
hoje e trouxe ao compositor
o prêmio da Academia®
de Melhor Trilha Original,
o Globo de Ouro®, o
American Music Award, o
Tony® e dois prêmios
Grammy®. No total, os
trabalhos de Zimmer foram
indicados a sete prêmios
Globo de Ouro®, sete
prêmios Grammy®
e sete prêmios da
Academia® por Rain Man
(Rain Man), Gladiador (Gladiator),
Rei Leão (The Lion
King), Melhor É Impossível
(As Good As It Gets), Um
Anjo em Minha Vida (The
Preacher’s Wife),
Além da Linha Vermelha
(The Thin Red Line) e O
Príncipe do Egito
(The Prince of Egypt).
Com a carreira indo de vento
em popa, Zimmer estava ansioso
para repetir a experiência
que tanto o beneficiou quando
Stanley Myers foi seu mentor.
Com tecnologia de ponta
e um ambiente muito criativo,
conseguiu proporcionar oportunidades
a jovens compositores na
área da cinematografia
com seu musical “think
tank” de Santa Monica.
Essa experiência ajudou
a lançar as carreiras
de compositores notáveis
como Mark Mancina, John
Powell, Harry Gregson-Williams,
Nick Glennie-Smith e Klaus
Badelt. Em 2000, Zimmer
compôs a trilha épica
de Gladiador (Gladiator),
de Ridley Scott, pelo qual
foi indicado ao Oscar®,
além de ganhar o
Globo de Ouro® e o prêmio
do Broadcast Film Critics.
O disco vendeu mais de 3
milhões de cópias
em todo o mundo e gerou
um segundo disco, intitulado
“Gladiator: More Music
From the Motion Picture”,
lançado pelo selo
Universal Classics/ Decca.
Entre as outras trilhas
que compôs naquele
ano estão: Missão
Impossível 2 (Mission:
Impossible 2), Estrada Para
Eldorado (The Road to El
Dorado) e A Guerra das Perucas
(An Everlasting Piece),
dirigido por Barry Levinson.
Entre as trilhas de destaque
que compôs estão:
Dias de Trovão (Days
of Thunder) e Pearl Harbor
(Pearl Harbor), produzidos
por Jerry Bruckheimer; O
Chamado (The Ring), de Gore
Verbinski; quatro filmes
do diretor Ridley Scott:
Os Vigaristas (Matchstick
Men), Hannibal, Falcão
Negro em Perigo (Black Hawk
Down) — também
produzido por Bruckheimer
—; Thelma e Louise
(Thelma and Louise), Os
Garotos da Minha Vida (Riding
in Cars With Boys), de Penny
Marshall; Uma Equipe Muito
Especial (A League of Their
Own), True Romance (True
Romance), Lágrimas
do Sol (Tears of the Sun),
Cortina de Fumaça
(Backdraft), de Ron Howard,
Mistério na Neve
(Smilla’s Sense of
Snow) e o longa de animação
Spirit: O Corcel Indomável
(Spirit: Stallion of the
Cimarron), para o qual compôs
quatro canções
com Bryan Adams, incluindo
a indicada ao Globo de Ouro®
“Here I Am.”
Entre seus créditos
recentes estão: Batman
Begins (Batman Begins);
os blockbusters do verão
passado O Código
Da Vinci (The Da Vinci Code)
e Piratas do Caribe: O Báu
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest), que marcou o sétimo
projeto com Jerry Bruckheimer,
e ainda a comédia
romântica O Amor Não
Tira Férias (The
Holiday), de Nancy Meyers,
estrelada por Kate Winslet,
Cameron Diaz e Jude Law.
Em 2000, no 27º Festival
Internacional de Cinema
de Flanders, Zimmer fez,
pela primeira vez, uma apresentação
ao vivo com uma orquestra
de 100 peças e um
coro de 100 vozes. Para
o roteiro do concerto, ele
escolheu algumas de suas
composições
e apresentou novas versões
orquestradas de Gladiador
(Gladiator), Missão
Impossível 2 (Mission:
Impossible 2), Rain Man
(Rain Man), O Rei Leão
(The Lion King) e Além
da Linha Vermelha (The Thin
Red Line). O concerto foi
gravado sob o selo da Decca
e lançado como um
disco de concerto intitulado
“The Wings Of A Film:
The Music of Hans Zimmer.”
Entre seus reconhecimentos
e honras, estão os
prestigiosos prêmios
do National Board of Review,
pelo conjunto de sua obra
no Cinema e o Frederick
Loewe, em 2003, no Festival
de Cinema Internacional
de Palm Springs. Zimmer
também foi agraciado
com o prêmio Henry
Mancini da ASCAP pelo conjunto
de suas realizações.
Em breve veremos seu trabalho
no filme muito aguardado
Os Simpsons (The Simpsons
Movie), que será
lançado no verão
norte-americano de 2007.
JOHN KNOLL (Supervisor
de Efeitos Visuais)
ganhou o Oscar® por
seu fabuloso trabalho em
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest), que também
lhe rendeu o prêmio
da Academia Britânica
de Cinema e Televisão
(BAFTA) além de seis
prêmios da Sociedade
de Efeitos Visuais (VES),
tendo vencido em todas as
categorias em que o filme
foi indicado. Knoll também
foi indicado ao Oscar®
por Piratas do Caribe: A
Maldição do
Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl). Entrou
para a Industrial Light
& Magic, em 1986, como
assistente técnico,
sendo logo promovido a operador
de câmera de controle
de movimento em Captain
EO. Após três
anos como operador de câmera,
foi contratado para trabalhar
na criação
dos efeitos digitais revolucionários
do longa O Segredo do Abismo
(The Abyss). Depois disso,
foi promovido a supervisor
de efeitos especiais e encarregado
dos efeitos visuais de mais
de 20 longas-metragens e
filme publicitários.
Sua experiência no
cinema, aliada a uma profunda
compreensão da tecnologia
digital, fez de Knoll um
supervisor de efeitos especiais
bastante requisitado, com
duas indicações
ao Oscar® por Guerra
nas Estrelas: Episódio
II - O Ataque dos Clones
(Star Wars: Episode II-Attack
of the Clones) e Guerra
nas Estrelas: Episódio
I - A Ameaça Fantasma
(Star Wars: Episode I-The
Phantom Menace), sendo que
este último lhe rendeu
também uma indicação
ao prêmio BAFTA. Seu
currículo inclui
ainda: Guerra nas Estrelas:
A Vingança dos Sith
(Star Wars: Episode III
– Revenge of the Sith),
Missão: Marte (Mission
to Mars), Do Fundo do Mar
(Deep Blue Sea), Jornada
nas Estrelas: Primeiro Contato
(Star Trek: First Contact)
e Missão Impossível
(Mission Impossible), entre
outros.
Knoll queria trabalhar no
cinema desde garoto. Muito
interessado em esculturas,
ficou impressionado com
o primeiro filme Guerra
nas Estrelas (Star Wars).
Durante uma visita ao ILM,
em 1978, teve seu primeiro
contato pessoal com o mundo
dos efeitos visuais. Com
vontade de aprender mais
cursou a Faculdade de Cinema
da University of Southern
California e graduou-se
em Produção
de Cinema, enquanto trabalhava
como escultor autônomo
em várias produtoras
de Los Angeles.
No seu último ano
na USC, matriculou-se em
um curso avançado
de animação,
onde criou um sistema de
motion control a partir
de uma plataforma de animação
Oxberry, um computador Apple
II, um controle de CNC e
vários motores industriais.
Impressionado com o filme
estudantil produzido por
Knoll como projeto de fim
de curso, a ILM contratou-o
como assistente técnico
de fotografia de controle
de movimento. Deslumbrado
com suas visitas ao recém-inaugurado
departamento de computação
gráfica do ILM, Knoll
adotou a computação
gráfica como passatempo.
Em parceria com seu irmão,
que trabalhava em sua tese
de doutorado sobre visualização
da informática, na
Universidade de Michigan,
os irmãos Knoll criaram
o Photoshop, em 1987.
CHARLES GIBSON (Supervisor
de Efeitos Visuais, Diretor
de Segunda Unidade),
junto com os colegas John
Knoll, Hal Hickel e Allen
Hall, ganhou seu segundo
Oscar® de efeitos visuais
por Piratas do Caribe: O
Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest). Gibson é
um colaborador de longa
data do diretor Gore Verbinski,
tendo começado em
O Ratinho Encrenqueiro (Mousehunt)
e continuado em O Chamado
(The Ring), O Sol de Cada
Manhã (The Weather
Man), e todos os três
filmes Piratas do Caribe.
Como supervisor de efeitos
visuais, Gibson trabalhou
com diretores como Steven
Spielberg, Robert Altman,
Frank Darabont, George Miller
e Barbet Schroeder. Seu
primeiro prêmio concedido
pela Academia® foi pelos
inovadores efeitos visuais
em Babe - O Porquinho Atrapalhado
(Babe) de Kennedy-Miller.
Gibson também foi
indicado ao Oscar® por
seu trabalho em A Maldição
do Pérola Negra (The
Curse of the Black Pearl)
bem como ao prêmio
da Academia britânica
de efeitos visuais por O
Baú da Morte (Dead
Man’s Chest).
JOHN FRAZIER (Supervisor
de Efeitos Especiais)
nasceu em 23 de setembro
de 1944 em Richmond, na
Califórnia. Ainda
criança mudou-se
com sua família para
o sul da Califórnia,
onde foi criado. Cursou
a Canoga Park High School
e depois entrou para a faculdade
Los Angeles Trade Tech,
onde estudou Construção
Civil e projeto de autoestradas.
Em 1963, começou
a criar adereços
de efeitos especiais para
o clube noturno Haunted
House em Hollywood. O proprietário
reconheceu seu talento e
conseguiu um emprego para
Frazier na NBC. Em 1970,
ele associou-se ao Local
44 e começou a trabalhar
com efeitos especiais para
o cinema. Foi o coordenador
e/ou supervisor de efeitos
especiais de mais de 60
longas-metragens e foi honrado
com indicações
ao Oscar® por, Armageddon
(Armageddon), Mar em Fúria
(The Perfect Storm), Pearl
Harbor (Pearl Harbor) e
Homem-Aranha (Spider-Man),
antes de finalmente ganhar
um Oscar® em 2005 por
Homem-Aranha 2 (Spider-Man
2). Foi novamente indicado
em 2006 por seu trabalho
em Poseidon (Poseidon).
Frazier também ganhou
o prêmio da Academia
Britânica de Cinema
e Televisão (BAFTA)
por Mar em Fúria
(The Perfect Storm) e por
Twister (Twister) além
de dois prêmios Clio
por seu trabalho em comerciais
de televisão. Ele
mora atualmente no sul da
Califórnia.
ALLEN HALL (Supervisor
de Efeitos Especiais)
compartilhou o Oscar®
de 2006 por seu trabalho
em Piratas do Caribe: O
Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest), com os colegas John
Knoll, Charles Gibson e
Hal Hickel. Ganhou o Oscar®
por seu fantástico
trabalho em Forrest Gump
– O Contador de Histórias
(Forrest Gump), de Robert
Zemeckis e recebeu duas
indicações
para o prêmio da Academia®
por Cortina de Fumaça
(Backdraft), de Ron Howard
e por O Poderoso Joe (Mighty
Joe Young), de Ron Underwood.
Forrest Gump – O Contador
de Histórias (Forrest
Gump) também deu
a Hall o prêmio BAFTA
e Cortina de Fumaça
(Backdraft) recebeu uma
indicação.
Em sua filmografia como
coordenador de efeitos especiais
ou supervisor estão
filmes notáveis tais
como: O Marinheiro Popeye
(Popeye), Ases Indomáveis
(Top Gun), Os Intocáveis
(The Untouchables), Os Fantasmas
Contra Atacam (Scrooged),
Sociedade dos Poetas Mortos
(Dead Poets Society), As
Brumas de Avalon (Avalon),
Para Eles, Com Muito Amor
(For the Boys), A Ilha da
Garganta Cortada (Cutthroat
Island), Despertar de um
Pesadelo (The Long Kiss
Goodnight), Contato (Contact),
Babe - Um Porquinho Atrapalhado
na Cidade (Babe: Pig in
the City), U-571 - A Batalha
do Atlântico (U-571),
O Grinch (Dr. Seuss’
How the Grinch Stole Christmas),
Estrada para Perdição
(Road to Perdition), O Exterminador
do Futuro 3 – Rebelião
das Máquinas (Terminator
3: Rise of the Machines),
Constantine (Constantine)
e Tudo Acontece em Elizabethtown
(Elizabethtown).
GEORGE MARSHALL
RUGE (Coordenador de Cenas
de Ação)
retorna depois de ter trabalhado
em Piratas do Caribe: A
Maldição do
Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) pelo
qual ganhou o prêmio
American Choreography e
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest), pelo qual foi indicado
ao prêmio Taurus World
Stunt de Melhor Diretor
de Segunda Unidade e Melhor
Coordenador de Cenas de
Ação. Ruge
foi coordenador de dublês
e coreógrafo de ação
da trilogia O Senhor dos
Anéis (The Lord of
the Rings), de Peter Jackson,
que incluiu alguns das seqüências
de ação mais
ambiciosas e complexas da
história da indústria
cinematográfica.
Também foi coordenador
de cenas de ação
e diretor de segunda unidade
no sucesso A Lenda do Tesouro
Perdido (National Treasure),
produzido por Jerry Bruckheimer
e trabalha na mesma função
no ainda inédito
National Treasure: Book
of Secrets.
Enquanto trabalhava como
ator na Bay Area, uma produtora
de cinema, TV e teatro,
ele também dirigiu
peças para o grupo
The Loft Theatre, do qual
é membro fundador.
A empresa produziu várias
peças originais enquanto
Ruge trabalhava lá.
Ruge então voltou
sua atenção
para o cinema e mudou-se
para Los Angeles atrás
de seu objetivo. Desde aquela
época, trabalhou
em vários longas-metragens
entre os quais: Bem-Vindos
ao Paraíso (Come
See the Paradise), Los Angeles
Confidencial (L.A. Story),
The Doors (The Doors), Rocketeer
(The Rocketeer), Chaplin
(Chaplin), As Loucas Aventuras
de Robin Hood (Robin Hood:
Men in Tights), Marte Ataca!
(Mars Attacks!), George
o Rei da Floresta (George
of the Jungle), Teoria da
Conspiração
(Conspiracy Theory), Cidade
dos Anjos (City of Angels),
Sorte no Amor (Bulworth),
Máquina Mortífera
4 (Lethal Weapon 4), A Máscara
do Zorro (The Mask of Zorro),
Gattaca – Experiência
Genética (Gattaca)
e Doutor Dolittle (Dr. Dolittle),
entre muitos outros. Interpretou
durante um longo tempo o
herói Basil Rathbone,
no telefilme biográfico
sobre a vida de Errol Flynn,
My Wicked, Wicked Ways.
Ruge também duelou
com Peter O’Toole
em My Favorite Year, no
papel de lorde Drummond,
contracenando com Robin
Hood interpretado por O’Toole.
Na televisão, Ruge
foi ator-convidado em inúmeros
episódios de séries
como: Knots Landing, Wizards
and Warriors, The Twilight
Zone, Tour of Duty, Quantum
Leap, SeaQuest DSV, Walker,
Texas Ranger, V.I.P., Chicago
Hope e Nash Bridges. Ele
recebeu os prêmios
do Bank of America Drama
de Melhor Desempenho e do
Círculo de Críticos
de Melhor Ator em Peça
Dramática. Ganhou
também um prêmio
de Melhor Seqüência
de Luta em Longa-Metragem.
Ruge foi eleito e trabalhou
por dois mandados (1996
e 2000), como presidente
da Associação
de Dublês de Cinema
antes de deixar a organização
para seguir seu objetivo:
a criação
de sua própria companhia
produtora, a Rolling Fog
Productions, que atualmente
tem um filme em produção
e diversos outros em desenvolvimento.
Ruge é poeta e tem
livros publicados, além
de também ter escrito
várias peças
de teatro.
Uma das mais renomadas maquiadoras
do cinema, VE NEILL
(Maquiadora-Chefe e Designer)
foi indicada por seu trabalho
junto com o cabeleireiro-chefe
e estilista Martin Samuel,
ao prêmio da Academia®
de Melhor Maquiagem por
Piratas do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl). Eles
também ganharam um
BAFTA pelo trablaho nesse
filme. A dupla retornou
em Piratas do Caribe: O
Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest), quando foram outra
vez indicados ao BAFTA.
Ao longo de sua carreira
de 30 anos, Neill ganhou
três prêmios
Oscar®, dois Emmy®,
dois Saturn, um Bafta e
o título de Maquiadora
do Ano do Foreign Press,
totalizando 18 indicações
internacionais por sua maquiagem
criativa e inovadora.
Do início de sua
carreira como estilista
de grupos de rock, Neill
começou a desenvolver
sua habilidade de maquiadora
e designer. Especializando-se
em conceito, desenho e execução,
entrou para a indústria
cinematográfica e
descobriu um dom especial
para maquiagens de fantasia
e extremas. Esse talento
singular a posicionou com
destaque entre os filmes
fantásticos do início
dos anos 1980. Neill criou
viajantes espaciais para
o primeiro filme Jornada
nas Estrelas (Star Trek)
e para a comédia
de sucesso Heróis
Fora de Órbita (Galaxy
Quest); vampiros roqueiros
para Os Garotos Perdidos
(The Lost Boys), de Joel
Schumacher e visões
fantasmagóricas para
a comédia Os Fantasmas
se Divertem (Beetlejuice),
de Tim Burton, seu primeiro
Oscar®. Além
disso, ela transformou Robin
Williams em uma babá
escocesa no filme Uma Babá
Quase Perfeita (Mrs. Doubtfire)
— o segundo Oscar®
de Neill —; Martin
Landau no rei do terror
Bela Lugosi, no filme Ed
Wood (Ed Wood), de Burton
(seu terceiro Oscar®);
e deu vida a um rol de belas
vilãs e super-heróis
em Batman – O Retorno
(Batman Returns), de Burton
e também Batman Eternamente
(Batman Forever) e Batman
e Robin (Batman & Robin),
de Schumacher. Transformou
Patricia Arquette em Stigmata
(Stigmata), Christine Baranski
na namorada sensual do Grinch
e criou um Johnny Depp 60
anos mais velho para o filme
Profissão de Risco
(Blow). Transformou Jude
Law num perfeito robô
em A.I. Inteligência
Artificial (A.I.: Artificial
Intelligence), de Steven
Spielberg. Em sua filmografia
inclui ainda: Edward Mãos
de Tesoura (Edward Scissorhands),
de Burton; Matilda (Matilda);
Hoffa (Hoffa), de Danny
DeVito e Amistad (Amistad),
de Steven Spielberg.
Neill continuou sua ilustre
carreira com uma variedade
de novos personagens que
incluem desde uma mulher
maníaca de 100 anos
de idade em Duplex (Duplex),
a seres possuídos
em Constantine (Constantine)
até os piratas sujos,
bêbados e cobertos
de cracas que todos adoram
da série de filmes
Piratas do Caribe. Ela agora
está em Londres transformando
Johnny Depp no infame barbeiro
assassino da rua Fleet para
o filme Sweeney Todd.
MARTIN SAMUEL (Cabeleireiro-Chefe
e Designer) junto
com Ve Neill, foi indicado
ao Oscar® por seu trabalho
em Piratas do Caribe: A
Maldição do
Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) e ao
BAFTA por O Baú da
Morte (Dead Man’s
Chest). Samuel trabalha
como cabeleireiro na indústria
do entretenimento há
mais de 25 anos e chefiou
o departamento de cabeleireiro
em mais de 20 longas-metragens.
Seu conhecimento sobre desenho
de época e contemporâneo
consagrou seu nome em todo
o mundo. Em sua diversificada
filmografia inclui: O Homem
Que Caiu na Terra (The Man
Who Fell to Earth), O Pequeno
Buda (Little Buddha), O
Destino Mudou Sua Vida (Coal
Miner’s Daughter),
As Loucas Loucas Aventuras
de James West (Wild Wild
West), Jane Eyre –
Encontro com o Amor (Jane
Eyre), Profissão
de Risco (Blow), O Homem
Sem Sombra (Hollow Man),
A Vida de David Gale (The
Life of David Gale), Tudo
que Uma Garota Quer (What
A Girl Wants), Janela Secreta
(Secret Window), Saara (Sahara),
Bandidas, Domino –
A Caçadora de Recompensas
(Domino) e Chromophobia.
Foi indicado ao prêmio
da Academia Britânica
(BAFTA) por Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) e por
seu trabalho com Madonna
em Evita (Evita), de Alan
Parker. Foi duas vezes agraciado
com o prêmio britânico
de Melhor Penteado do Ano
em Longa-Metragem por Evita
(Evita) e por Angels and
Insects. Também ganhou
os prêmios da Associação
de Maquiadores e Cabeleireiros
de Hollywood de Melhor Penteado
por Piratas do Caribe: A
Maldição do
Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) e recebeu
uma segunda indicação
na categoria de Melhor Penteado
de Época.
Nascido e criado em Londres,
Samuel e sua mulher Mary
moram em Los Angeles.
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