Trabalhando
em uma ampla gama de gêneros
e vários níveis
de orçamentos ao
lado dos mais renomados
talentos da atualidade,
GORE VERBINSKI (Diretor)
é considerado um
dos diretores mais inovadores
de sua geração.
Com apenas sete filmes até
agora, seus sucessos de
bilheteria totalizam mais
de US$2 bilhões em
todo o mundo. O lançamento
de 2006 Piratas do Caribe:
O Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest) não só
teve um faturamento bruto
de US$1 bilhão em
todo o mundo como também
quebrou vários recordes
de bilheteria incluindo
o de primeiro filme a ultrapassar
a barreira dos US$100 milhões
em 48 horas.
O primeiro filme da trilogia,
Piratas do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), lançado
em 2003, tornou-se um dos
filmes de maior renda daquele
ano e recebeu várias
indicações
ao Oscar® incluindo
a de Melhor Ator para Johnny
Depp. Entre o primeiro e
o segundo filmes Piratas,
Verbinski dirigiu a aclamada
comédia dramática
O Sol de Cada Manhã
(The Weather Man), estrelada
por Nicolas Cage e Michael
Caine. A forte história
sobre a ilusão do
Sonho Americano comprovou
a versatilidade de Verbinski.
Em 2002, Verbinski impressionou
platéias com o suspense
de sucesso O Chamado (The
Ring), que faturou mais
de US$250 milhões
brutos e transformou Naomi
Watts em celebridade.
Antes de seu incrível
sucesso no cinema Verbinski
era um premiado diretor
de comerciais e videoclipes.
Seu trabalho criativo em
publicidade para companhias
como Nike, Coca-Cola e Budweiser,
entre outras, renderam-lhe
vários prêmios
Clio. Em 1993, criou a memorável
campanha publicitária
da Budweiser com os sapos
coaxantes. Junto com comerciais,
Verbinski também
tem sido bem-sucedido no
mundo dos videoclipes, tendo
dirigido vídeos para
bandas como Bad Religion
e Crystal Method. Em 1997,
seu trabalho chamou a atenção
de Steven Spielberg que
o convidou para fazer seu
primeiro longa-metragem,
a comédia familiar,
visualmente supreendente,
O Ratinho Encrenqueiro (Mousehunt).
Verbinski é formado
pela prestigiosa School
of Theatre, Film and Television
da UCLA e mora em Los Angeles
com a mulher e seus dois
filhos.
Grandes histórias,
muito bem contadas. Elas
podem se destinar às
platéias das salas
escuras dos cinemas ou às
que estão em sua
sala de estar. Podem incluir
grandes astros de cinema
ou apresentar novos talentos.
Podem ser aventuras verdadeiras,
comédias rasgadas,
tragédias comoventes,
histórias épicas,
romances alegres ou dramas
tristes. Elas podem se passar
em um passado recente ou
em um distante, ou ainda
em um futuro imaginário
ou no presente conhecido.
Sejam quais forem seus elementos,
se as histórias começarem
com um raio, elas são
contadas por JERRY
BRUCKHEIMER (Produtor)
e serão ótimas
histórias, muito
bem contadas.
Os números - entre
dólares e honras
- são frequentemente
registrados como recordes.
Os filmes de Bruckheimer
faturaram, mundialmente,
mais de US$14,5 bilhões
em bilheteria, videos e
discos. Na temporada 2005-06
ele teve o número
recorde de 9 séries
sendo exibidas na televisão.
Seus filmes – 15 dos
quais ultrapassaram a marca
de US$100 milhões
de bilheteria nos EUA –
foram agraciados com 39
indicações
ao prêmio da Academia®,
e ganharam 5; 8 indicações
ao Grammy®, e ganharam
5; 23 indicações
ao Globo de Ouro® e
ganharam 4; 53 indicações
ao Emmy®, e ganharam
14; 16 indicações
ao prêmio People’s
Choice e ganharam 6; inúmeros
prêmios MTV, incluindo
o de Melhor Filme da Década
por Um Tira da Pesada (Beverly
Hills Cop) e 14 prêmios
Teen Choice.
Mas os números existem
apenas para comprovar a
singular habilidade de Bruckheimer
para encontrar histórias
e transformá-las
em filme. Ele é,
de acordo com o Washington
Post, o homem da “intuição
de ouro”. Ele pode
até ter nascido assim,
porém o mais provável
é que seus dons naturais
tenham sido aprimorados
nos primeiros anos de sua
carreira. Seus primeiros
filmes eram contos de 60
segundos que ele fazia como
um premiado produtor de
comerciais em sua cidade
natal, Detroit. Um desses
minifilmes, uma paródia
de Bonnie and Clyde, que
criou para a Pontiac, foi
citado por seu brilhantismo
pela revista Time e também
levou o trabalho do produtor
de 23 anos a chamar a atenção
da BBDO, uma agência
de propaganda mundialmente
renomada, que o convenceu
a se mudar para Nova York.
Quatro anos na Avenida Madison
deram a ele a experiência
e a confiança necessárias
para encarar Hollywood e,
quando ainda nem completara
30 anos, já tinha
dirigido filmes memoráveis
como Adeus, Querida (Farewell,
My Lovely), Gigolô
Americano (American Gigolo)
e Flashdance – Em
Ritmo de Embalo (Flashdance),
em 1993, um filme que mudou
a vida de Bruckheimer ao
faturar US$ 92 milhões
só nos Estados Unidos
e ao associá-lo ao
produtor Don Simpson, que
viria a ser seu parceiro
nos 13 anos seguintes.
Juntos, Simpson/Bruckheimer
produziram um sucesso atrás
do outro, incluindo: Ases
Indomáveis (Top Gun),
Dias de Trovão (Days
of Thunder), Um Tira da
Pesada (Beverly Hills Cop),
Os Bad Boys (Bad Boys),
Mentes Perigosas (Dangerous
Minds) e Maré Vermelha
(Crimson Tide). Outras homenagens
se seguiram em 1985 e 1988,
quando a associação
de exibidores dos EUA (NATO),
nomeou Bruckheimer Produtor
do Ano. E, em 1988, junto
com Simpson, ele foi eleito
Cineasta do Ano pelo Publicists
Guild of America.
Em 1996, Bruckheimer produziu
A Rocha (The Rock), restabelecendo
Sean Connery como astro
de ação e
transformando o improvável
Nicolas Cage em herói
de ação. O
longa foi eleito o Filme
Favorito do Ano pela NATO,
faturou uma renda bruta
de US$350 milhões
em todo mundo e foi o último
filme de Bruckheimer em
parceria com Simpson, que
faleceu durante a produção.
Como produtor solo, Bruckheimer
filmou em 1997 Con Air –
A Rota da Fuga (Con Air),
cujo faturamento foi de
mais de US$ 230 milhões.
O filme também lhe
rendeu duas indicações
ao Oscar® e um Grammy®
e, mais uma vez, trouxe
ao produtor o prêmio
ShoWest de Maior Bilheteria
Internacional pelas inigualáveis
cifras obtidas no exterior.
Então foi a vez do
megasucesso lançado
pela Touchstone Pictures,
Armageddon (Armageddon),
estrelado por Bruce Willis,
Billy Bob Thornton, Ben
Affleck, Liv Tyler e Steve
Buscemi. Dirigido por Michael
Bay, foi o filme de maior
sucesso de 1998, com um
faturamento total de aproximadamente
US$560 milhões em
todo o mundo e levou a legendária
banda de rock Aerosmith
ao primeiro lugar nas paradas
de sucesso com a canção
"I Don't Want to Miss
a Thing".
Até o final do milênio,
Bruckheimer havia produzido:
Inimigo do Estado (Enemy
of the State), estrelado
por Will Smith e Gene Hackman,
e 60 Segundos (Gone in 60
Seconds), estrelado por
Cage, Angelina Jolie e Robert
Duvall, ambos faturando
mais de US$225 milhões
em todo o mundo; Show Bar
(Coyote Ugly), cujo disco
da trilha sonora ganhou
três vezes o disco
de platina; e o vencedor
do prêmio NAACP Image,
Duelo de Titãs (Remember
the Titans), estrelado por
Denzel Washington. Seus
colegas do Círculo
dos Produtores da América
reconheceram sua genialidade
e concederam-lhe o prêmio
David O. Selznick pelo Conjunto
de suas Realizações
no Cinema.
Ele começou o século
21 com o indicado a três
prêmios Oscar®
Pearl Harbor (Pearl Harbor).
Estrelado por Affleck, Josh
Hartnett e Kate Beckinsale
e dirigido por Bay, o filme
foi aplaudido pelos veteranos
da Segunda Guerra Mundial
e por especialistas no assunto
como uma excelente recriação
dos acontecimentos que levaram
os Estados Unidos à
guerra. Além de várias
indicações
a diversos prêmios
e ao Oscar® de Melhor
Sonoplastia, o filme rendeu
mais de US$450 milhões
de bilheteria em todo o
mundo e chegou a atingir
a marca de US$250 milhões
em vendas de DVD e vídeo.
Falcão Negro em Perigo
(Black Hawk Down), o comovente
relato da Batalha de Mogadíscio,
foi estrelado por Hartnett,
Eric Bana e Ewen McGregor
e dirigido por Ridley Scott.
A adaptação
do bestseller de Mark Bowden
recebeu excelentes críticas,
foi indicada a vários
prêmios e ganhou o
Oscar®.
Passando ao gênero
da comédia em 2003,
Bruckheimer lançou
hilariante Canguru Jack
(Kangaroo Jack), um filme
familiar vencedor do prêmio
MTV de Melhor Desempenho
Virtual para o canguru.
No final de 2003, Bruckheimer
lançou Piratas do
Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl). Estrelado
por Johnny Depp, Orlando
Bloom, Geoffrey Rush e Keira
Knightley e dirigido por
Gore Verbinski, a fantástica
comédia, aventura
e romance faturou mais de
US$630 milhões em
todo o mundo, foi indicada
a cinco prêmios da
Academia® e gerou duas
sequências: Pirates
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest) e Piratas do Caribe:
No Fim do Mundo (Pirates
of the Caribbean: At World’s
End).
Depois de Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), entre
os filmes que começam
com um raio estão:
Os Bad Boys 2 (Bad Boys
II); O Custo da Coragem
(Veronica Guerin), estrelado
pela luminosa Cate Blanchett
no papel da jornalista irlandesa
assassinada pela máfia
de Dublin; e Rei Arthur
(King Arthur), com Clive
Owen como protagonista da
narrativa revisitada da
lenda arturiana. Em 2004,
A Lenda do Tesouro Perdido
(National Treasure), com
Cage e Sean Bean, a eletrizante
aventura para solucionar
o mistério de um
tesouro secreto, foi lançado
com aclamação
do público e faturou
US$347.451.894 milhões
mundialmente.
Estrada para a Glória
(Glory Road), a história
do treinador do Texas Wetern,
Don Haskins, que levou o
primeiro time de basquete
inteiramente formado por
negros ao campeonato nacional
(NCAA) em 1966, estreou
no início de 2006
com: Josh Lucas, Derek Luke,
Al Shearer, Mehcad Brooks,
e Emily Deschanel no elenco.
O filme foi honrado, em
2006, com o prêmio
ESPY de Melhor Filme de
Esporte do Ano e os escritores
receberam o prêmio
Humanitas pelo trabalho
que "explora com honestidade
as complexidades da experiência
humana e ilumina os valores
positivos da vida.”
No verão norte-americano
de 2006 lançou Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest), que zarpou para
os livros de recordes ao
se tornar não apenas
o filme mais bem-sucedido
no aspecto financeiro de
Bruckheimer, mas também
a maior bilheteria de abertura
da história do cinema
com US$135,6 milhões
nos primeiros três
dias. Contrariando estimativas
projetadas, o filme faturou
US$55,8 milhões no
primeiro dia de lançado.
Totalizando US$44,7 milhões
no segundo dia, Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest) tornou-se o primeiro
longa-metragem a faturar
US$100 milhões em
apenas dois dias. Nas primeiras
oito semanas, o filme ultrapassou
a marca de US$1 bilhão
em todo o mundo, posicionando-se
com vantagem como o filme
número um do ano
em todo o mundo.
Trabalhando pela sexta vez
com o diretor Tony Scott,
Bruckheimer lançou
Déjà Vu (Déjà
Vu), a história do
agente da ATF que se apaixona
por uma estranha enquanto
corre contra o tempo para
encontrar seu brutal assassino.
O filme é estrelado
por Denzel Washington, Jim
Caviezel, Paula Patton e
Val Kilmer. Na trilha do
sucesso de A Lenda do Tesouro
Perdido (National Treasure),
seu próximo filme
será National Treasure:
Book of Secrets. O filme
voltará a associar
Bruckheimer, o diretor Jon
Turteltaub e os astros Nicolas
Cage, Jon Voight, Diane
Kruger e Justin Bartha,
além de novos integrantes
do elenco Helen Mirren e
Ed Harris.
Será que o mestre
contador de histórias
poderia repetir a mesma
magia em 47 minutos para
os telespectadores em suas
casas? Aparentemente sim.
Como escreveu recentemente
a revista Time: “O
produtor mais bem-sucedido
da história do cinema
está prestes a se
tornar o produtor mais bem-sucedido
da história da televisão.”
Bruckheimer levou a força
do raio para a televisão
em 2000 com C.S.I., estrelado
por William Petersen e Marg
Helgenberger. A série
logo se tornou o programa
de maior audiência
da TV, com uma média
de 25 milhões de
telespectadores por semana,
e, juntamente com os dois
seriados que se seguiram,
C.S.I.: Miami — reconhecida
como uma das maiores séries
de televisão em escala
mundial em 2005 exibida
em horário nobre
durante em 2006 —
e C.S.I.: NY, que ajudou
a levar a CBS de volta à
liderança.
A Bruckheimer Television
ampliou sua abordagem contando
histórias comoventes
e atingindo grandes índices
de audiência com Without
A Trace, Cold Case —
o vencedor de três
prêmios Emmy®
— Amazing Race e Close
to Home, na CBS. Bruckheimer
tem quatro séries
entre os 10 melhores programas
da televisão.
Em 2004, Bruckheimer entrou
para a “Time 100,”
uma lista das pessoas mais
influentes do mundo. Também
em 2004, foi nomeado número
um da Power Issue da Entertainment
Weekly. No ano seguinte,
Bruckheimer foi premiado
com o SEAL Patriot em reconhecimento
da comunidade SEAL por sua
fabulosa representação
das forças militares
americanas no cinema e na
televisão. Em 2006,
Bruckheimer foi condecorado
com o título de Doutor
em Artes pela Universidade
de Arizona, sua alma mater.
Bruckheimer é único
na indústria cinematográfica
e sua visão criativa
abrange tanto as telonas
como as telinhas. “É
uma satisfação
reconhecer seu trabalho
com essa homenagem”,
disse Maurice Sevigny, reitor
da College of Fine Arts.
A revista Variety elegeu
Bruckheimer como Showman
do Ano em 2006. Este prêmio
– concedido pelos
mais importantes editores
e jornalistas da revista
– é destinado
ao profissional que tenha
causado impacto significante,
contribuído com inovações
e/ou revelações
para a indústria
do entretenimento. Bruckheimer
ganhou o prêmio Salute
to Excellence do Museu da
Televisão e do Rádio
em 2006 por sua contribuição
à televisão.
E, em 2007, a Associação
de Produtores da América
concedeu-lhe o prêmio
Norman Lear Achievement
em Televisão por
seu extraordinário
conjunto de obras nessa
mídia.
A revista Times de Los Angeles
posicionou Bruckheimer como
o número 8 em sua
listagem The Power Issue
de 2006, que inclui as 100
pessoas que mais influenciaram
o sul da Califórnia.
A revista Premiere colocou
Bruckheimer na décima
posição em
sua lista de pessoas mais
poderosos de 2006, enquanto
a revista Forbes posicionou-o
em 42º lugar em sua
lista de 100 Celebridades
de 2006. Bruckheimer é
bem-sucedido em muitos gêneros
e em várias mídias
porque ele é um excelente
contador de histórias.
Procure pelo raio. As melhores
histórias vêm
logo depois dele.
MIKE
STENSON (Produtor Executivo)
é presidente da Jerry
Bruckheimer Films, encarregado
de supervisionar todos os
aspectos do desenvolvimento
de suas produções
cinematográficas.
Antes de entrar para a empresa,
foi executivo encarregado
de produção
na Disney e responsável
por muitos longas-metragens
de Bruckheimer, tais como:
Armageddon (Armageddon),
A Rocha (The Rock), Maré
Vermelha (Crimson Tide)
e Mentes Perigosas (Dangerous
Minds). Mais recentemente,
foi produtor de Em Má
Companhia (Bad Company)
e 60 Segundos (Gone in 60
Seconds) e produtor executivo
de Estrada para Glória
(Glory Road), A Lenda do
Tesouro Perdido (National
Treasure), Rei Arthur (King
Arthur), Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), Os
Bad Boys 2 (Bad Boys II),
O Custo da Coragem (Veronica
Guerin), Canguru Jack (Kangaroo
Jack), Falcão Negro
em Perigo (Black Hawk Down),
Pearl Harbor (Pearl Harbor),
Show Bar (Coyote Ugly),
Duelo de Titãs (Remember
the Titans), Déjà
Vu (Déjà Vu)
e do ainda inédito
National Treasure: Book
of Secrets.
Nascido e criado em Boston,
Mike gradou-se em Economia
pela Universidade de Harvard
e mestrado em Administração.
Formou-se e passou a trabalhar
como assistente de produção
em Nova York. Trabalhou
durante dois anos em filmes
independentes e, na televisão,
como assistente de direção
e gerente de produção,
antes de retornar a Boston
para concluir a pós-graduação.
Após concluir seus
estudos em Administração,
mudou-se para Los Angeles,
onde ocupou um cargo no
departamento de projetos
especiais dos Estúdios
Disney por dois anos, antes
de passar para o setor de
produção executiva
de criação
da Hollywood Pictures. Foi
promovido a vice-presidente
e, em seguida, a vice-presidente
executivo. Durante os oito
anos em que trabalhou para
a companhia, supervisionou
o desenvolvimento e a produção
de filmes da Hollywood Pictures
e da Touchstone Pictures.
Além dos filmes de
Bruckheimer, Stenson também
desenvolveu e acompanhou
a produção
dos longas: A Hora do Rush
(Rush Hour), Instinto (Instinct),
6 Dias, 7 Noites (Six Days,
Seven Nights) e Mr. Holland
– Adorável
Professor (Mr. Holland’s
Opus).
Enquanto integrava os quadros
da Disney, vários
cineastas tentaram persuadi-lo
a sair da companhia para
trabalhar em seus projetos,
mas isso só aconteceu
em 1998. Em sua nova função
de chefia na Jerry Bruckheimer
Films, ele pôs em
prática o plano de
Bruckheimer de expandir
o programa de produção
dos projetos cinematográficos
da companhia.
CHAD
OMAN (Produtor Executivo)
é presidente de produção
da Jerry Bruckheimer Films,
onde supervisiona todos
os aspectos do desenvolvimento
e produção
de seus longas-metragens.
Oman produziu, juntamente
com Bruckheimer, Duelo de
Titãs (Remember the
Titans), estrelado por Denzel
Washington para a Walt Disney
Pictures, e Show Bar (Coyote
Ugly), estrelado por Piper
Perabo e John Goodman, para
a Touchstone Pictures. Entre
seus créditos recentes
como produtor executivo
na Jerry Bruckheimer Films
estão: Estrada para
a Glória (Glory Road),
estrelado por Josh Lucas;
o sucesso internacional
A Lenda do Tesouro Perdido
(National Treasure), estrelado
por Nicolas Cage; e Rei
Arthur (King Arthur), estrelado
por Clive Owen e Keira Knightley.
Ele também fez a
produção executiva
do longa, aclamado pela
crítica, O Custo
da Coragem (Veronica Guerin),
estrelado por Cate Blanchett,
bem como dos blockbuster
de sucesso: Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), dirigido
por Gore Verbinski e estrelado
por Johnny Depp; Os Bad
Boys 2 (Bad Boys II), com
Will Smith e Martin Lawrence;
Falcão Negro em Perigo
(Black Hawk Down), dirigido
por Ridley Scott e estrelado
por Josh Hartnett; Pearl
Harbor (Pearl Harbor), estrelado
por Ben Affleck, Kate Beckinsale
e Josh Hartnett; 60 Segundos
(Gone in 60 Seconds), estrelado
por Nicolas Cage, Angelina
Jolie e Robert Duvall; Inimigo
do Estado (Enemy of the
State), estrelado por Will
Smith e Gene Hackman; Armageddon
(Armageddon), estrelado
por Bruce Willis e Ben Affleck;
Con Air – A Rota da
Fuga (Con Air), estrelado
por Nicolas Cage e John
Malkovich; Déjà
Vu (Déjà Vu),
estrelado por Denzel Washington
e do ainda inédito
National Treasure: Book
of Secrets, novamente estrelado
por Nicolas Cage.
Além do trabalho
em diversos filmes da JBF,
Oman também supervisionou
a produção
de vários projetos
para a televisão,
incluindo a série
O Soldado da Fortuna (Soldier
of Fortune), com Brad Johnson,
para a Rysher Entertainment;
o drama Mentes Perigosas
(Dangerous Minds), da ABC,
com Annie Potts, e Swing
Vote, também da ABC,
escrito por Ron Bass e estrelado
por Andy Garcia. Antes de
entrar para a Simpson-Bruckheimer
em 1995, foi um dos fundadores
e integrantes da Motion
Picture Corporation of America.
Após seis anos, deixou
a produtora independente
como vice-presidente sênior
de produção.
Foi produtor associado de
Debi e Lóide 2 -
Quando Debi Conheceu Lóide
(Dumb and Dumber), estrelado
por Jim Carrey; produtor
executivo de Lembranças
Vivas (The War at Home),
da Touchstone Pictures,
com Emilio Estevez, Kathy
Bates e Martin Sheen; co-produtor
de Na Trilha dos Fugitivos
(The Desperate Trail), com
Sam Elliott e de Retrato
Falado (The Sketch Artist),
com Drew Barrymore e Sean
Young. Foi também
produtor de Olhos da Escuridão
(Hands That See), estrelado
por Courteney Cox e Jeff
Fahey e de Amar, Trair &
Roubar (Love, Cheat and
Steal), com John Lithgow
e Eric Roberts. Ele é
formado em Economia pela
Southern Methodist University
e cursou a Universidade
da Califórnia em
Los Angeles, onde estudou
roteirização
para cinema e a Universidade
de Nova York, onde participou
do programa de graduação
de produção
cinematográfica.
Ele nasceu e foi criado
em Wichita Falls, no Texas.
Cineasta há mais
de 25 anos, BRUCE
HENDRICKS (produtor executivo)
esteve envolvido na produção
de alguns dos filmes de
maior prestígio e
maior bilheteria da história
do cinema. Desfruta de uma
posição única
na indústria do entretenimento
por trabalhar ao mesmo tempo
como executivo de estúdio,
produtor e diretor. Como
presidente de produção
física dos estúdios
Walt Disney desde 1992,
Hendricks supervisiona todos
os aspectos da produção
dos longas-metragens live-action
da companhia. Nesta função,
ele supervisionou a produção
de mais de 200 longas- metragens
e filmagens em mais de 30
países. Entre esses
filmes estão os blockbusters
O Sexto Sentido (The Sixth
Sense), Armageddon (Armageddon),
A Rocha (The Rock) e As
Crônicas de Nárnia
- O Leão, A Feiticeira
e o Guarda-Roupa (The Chronicles
of Narnia - The Lion, The
Witch and The Wardrobe),
para citar apenas alguns.
Entre seus créditos
como produtor executivo
estão a trilogia
de Piratas do Caribe e o
épico da 2ª
Guerra Mundial Pearl Harbor
(Pearl Harbor) da Jerry
Bruckheimer Productions.
Em seus créditos
como diretor está
o filme IMAX, Ultimate X,
bem como inúmeros
videoclipes, produções
da televisão e comerciais.
Hendricks é membro
da Academia de Artes e Ciências
dos EUA, do sindicato dos
diretores dos EUA e do Círculo
de Diretores da América.
Ganhou um Emmy® por
seu trabalho no telefilme
The Wave, da ABC.
Nascido em Dallas, no Texas,
ele é bacharel em
Produção de
Cinema pela Universidade
do Texas. O sr. Hendricks
e sua mulher moram em Los
Angeles, na Califórnia,
com a filha Kyra.
ERIC McLEOD (Produtor Executivo)
tem uma ampla experiência
como produtor, produtor
executivo e gerente de unidade
de produção
o que o tornou um excelente
candidato para lidar com
a gigantesca logística
exigida na realização
de Piratas do Caribe: O
Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest) e Piratas do Caribe:
No Fim do Mundo (Pirates
of the Caribbean: At World’s
End). Seu último
trabalho antes de entrar
para o time de Piratas,
foi como produtor do grande
sucesso Sr. e Sra. Smith
(Mr. and Mrs. Smith), estrelado
por Brad Pitt e Angelina
Jolie. Ele também
foi produtor executivo de
Os Gatões –
Uma Nova Balada (The Dukes
of Hazzard), O Gato (The
Cat in the Hat), Showtime
(Showtime) e de Um Agente
Nada Discreto (Austin Powers:
International Man of Mystery),
e produtor de Austin Powers
em o Homem do Membro de
Ouro (Austin Power in Goldmember),
de A Cela (The Cell) e de
Austin Powers: O Agente
Bond Cama (Austin Powers:
The Spy Who Shagged Me).
Após concluir seu
trabalho em O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest) e em No Fim do Mundo
(At World’s End),
McLeod seguiu produzindo
Tropic Thunder, da DreamWorks,
dirigido e estrelado por
Ben Stiller, e com Jack
Black e Robert Downey, Jr.
no elenco.
No início de sua
carreira foi co-produtor
de Paixão Bandida
(Feeling Minnesota) e de
Agora e Sempre (Now and
Then); produtor de linha
de Corina – Uma Babá
Perfeita (Corina, Corina)
e Até As Vaqueiras
Ficam Tristes (Even Cowgirls
Get the Blues) e produtor
associado de O Detonador
de Alta Voltagem (Live Wire).
Ele também foi gerente
de unidade de produção
em vários dos filmes
acima mencionados e ainda
em Inimigo do Estado (Enemy
of the State), Mera Coincidência
(Wag the Dog), Wide Sargasso
Sea e The Rapture. McLeod
começou seu trabalho
no cinema como coordenador
de produção
no longa Cry Baby (Cry-Baby),
de John Waters, estrelado
por Johnny Depp, e, em seguida,
trabalhou em Drugstore Cowboy
(Drugstore Cowboy), de Gus
van Sant e foi supervisor
de produção
de 8 Segundos (8 Seconds).
Os escritores indicados
ao Oscar® TED
ELLIOTT e TERRY ROSSIO (roteiro)
retornam a Piratas pela
terceira vez, depois de
Piratas do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) e Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest). Elliott e Rossio
também fizeram o
roteiro do longa-metragem
de animação
da DreamWorks, Shrek (Shrek),
vencedor do Oscar® de
Melhor Filme de Animação
de 2002.
Em 1992, a dupla escreveu
o longa animado de sucesso
dos estúdios Disney,
Aladim (Aladdin), estrelado
por Robin Williams. Entre
seus filmes live-action
estão: Little Monsters,
estrelado por Fred Savage;
Pequenos Guerreiros (Small
Soldiers), estrelado por
Kirsten Dunst; Godzilla
(Godzilla), estrelado por
Matthew Broderick e A Máscara
do Zorro (The Mask of Zorro),
estrelado por Antonio Banderas
e Anthony Hopkins.
Em 1996, Elliott e Rossio
foram os primeiros a assinarem
um acordo de roteirização
e produção
com a DreamWorks SKG. Seus
projetos de animação
para o estúdio incluem:
Shrek (Shrek), estrelado
por Mike Myers e Eddie Murphy,
e O Caminho para El Dorado
(The Road to El Dorado),
com Kevin Kline e Kenneth
Branagh. A dupla também
fez consultoria para os
longas animados FormiguinhaZ
(Antz), com Woody Allen;
o recém-lançado
Simbad: A Lenda dos Sete
Mares (Simbad), com Brad
Pitt e Catherine Zeta-Jones
e para Shrek 2 (Shrek II)
foram consultores de criação,
o filme animado de maior
bilheteria de todos os tempos.
Elliott e Rossio são
membros do sindicato dos
roteiristas dos Estados
Unidos, desde 1986.
DARIUSZ WOLSKI (Diretor
de Fotografia)
volta pela terceira vez
a Piratas depois de aclamado
trabalho em A Maldição
do Pérola Negra (The
Curse of the Black Pearl)
e O Báu da Morte
(Dead Man’s Chest).
Antes disso, emprestou seu
talento para o longa A Mexicana
(The Mexican), de Gore Verbinski,
estrelado por Julia Roberts
e Brad Pitt.
Wolski trabalhou com vários
diretores renomados, incluindo
Andrew Davis, em Um Crime
Perfeito (A Perfect Murder);
Alex Proyas, em Cidade das
Sombras (Dark City), no
cult favorito, O Corvo (The
Crow); Peter Medak, em O
Sangue de Romeo (Romeo is
Bleeding); Tony Scott, em
O Fã - Obsessão
Cega (The Fan), e na produção
de Don Simpson-Jerry Bruckheimer,
Maré Vermelha (Crimson
Tide). Seu trabalho neste
último polêmico
e aclamado filme rendeu-lhe
uma indicação
para o prêmio ASC
de Melhor Fotografia.
Natural de Varsóvia,
na Polônia, cursou
a Faculdade de Cinema de
Lodz. Após imigrar
para os Estados Unidos em
1979, trabalhou em documentários,
filmes industriais e pequenas
produções
no cinema independente.
Teve sua grande oportunidade
em 1986, no filme Fibra
de Campeão (Heart),
quando foi convidado a substituir
o diretor de fotografia
que havia optado por filmar
outra produção.
Pouco depois, Wolski mudou-se
para Los Angeles, onde trabalhou
como diretor de fotografia
de videoclipes e filmes
publicitários para
diretores tais como Alex
Proyas, David Fincher, Tony
Scott e Jake Scott. Em seguida,
trabalhou no longa-metragem
produzido por Roger Corman,
Planeta Infernal (Nightfall),
e na produção
de Land of Little Rain,
da PBS American Playhouse.
Seu próximo projeto
é Sweeney Todd, de
Tim Burton, que irá
associá-lo novamente
com Johnny Depp.
RICK HEINRICHS (Desenhista
de Produção)
é um dos artistas
mais originais e inovadores
da indústria do cinema,
tendo criado - de forma
magistral – universos
alternativos totalmente
adequados às histórias
e aos cenários dos
filmes nos quais trabalha.
Heinrichs retorna a Piratas
depois de seu notável
trabalho em O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest), que lhe rendeu indicações
ao prêmio da Academia
e ao BAFTA. Ganhou o prêmio
da Academia® por seu
trabalho em A Lenda do Cavaleiro
Sem Cabeça (Sleepy
Hollow), de Tim Burton,
bem como o BAFTA e o prêmio
do Círculo de Diretores
de Arte, entre outros. Foi
novamente indicado ao Oscar®
e ao prêmio do Círculo
dos Diretores de Arte por
seus desenhos muito criativos
para o longa Desventuras
em Série (Lemony
Snicket A Series of Unfortunate
Events). O Baú da
Morte (Dead Man’s
Chest) também trouxe
uma indicação
a Heinrichs do Círculo
de Diretores de Arte.
A colaboração
criativa entre Heinrichs
e Tim Burton data de quando
os dois trabalharam na Walt
Disney Pictures e produziram
os curtas Vincent e Frankenweenie.
Mais tarde, trabalharam
outra vez no primeiro longa
de Burton, As Grandes Aventuras
de Pee Wee (Pee-wee’s
Big Adventure) e depois
em Os Fantasmas se Divertem
(Beetlejuice). Heinrichs
começou a trilhar
sua carreira na cinematografia
na função
de cenógrafo em Os
Caça-Fantasmas 2
(Ghostbusters II) e em Joe
Contra o Vulcão (Joe
Versus the Volcano), em
1989, antes de trabalhar
com seus colegas e amigos
na mesma função
em Edward Mãos de
Tesoura (Edward Scissorhands),
no ano seguinte.
Em 1992, passou para a função
de diretor de arte em Batman:
O Retorno (Batman Returns),
de Burton, já tendo
trabalhado na mesma função
em Segredos de uma Novela
(Soapdish). Também
foi consultor visual em
O Estranho Mundo de Jack
(The Nightmare Before Christmas),
de Tim Burton. Em seguida
trabalhou na função
de desenhista de produção
no remake de sucesso Planeta
dos Macacos (Planet of the
Apes), de Burton. Entre
seus outros créditos
como desenhista de produção
estão: O Incrível
Hulk (Hulk), Endiabrado
(Bedazzled), O Grande Lebowski
(The Big Lebowski) e Fargo
– Uma Comédia
de Erros (Fargo). Foi também
diretor de arte em Super-Heróis
do Oeste (Tall Tale) e cenógrafo
em O Pescador de Ilusões
(The Fisher King).
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest) reúne outra
vez PENNY ROSE (Figurinista)
com o diretor Gore Verbinski,
depois de terem trabalhado
juntos em Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), em
O Sol de Cada Manhã
(The Weather Man) e em Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest). Por Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), Rose
foi indicada ao BAFTA e
ao prêmio do Círculo
dos Figurinistas. Ela também
desenhou o figurino da produção
de Rei Arthur (King Arthur),
de Jerry Bruckheimer, estrelado
por Clive Owen e Keira Knightley.
Anterioremente Rose recebeu
várias indicações
ao BAFTA por seu trabalho
na versão cinematográfica
musical Evita (Evita), de
Andrew Lloyd Webber e Tim
Rice, que foi dirigida por
Alan Parker e estrelada
por Madonna e Jonathan Pryce.
Rose é uma colaboradora
de longa data de Parker
e assinou os figurinos de
outros filmes do cineasta,
entre os quais: O Estranho
Mundo do Dr. Kellogg (The
Road to Wellville), The
Wall (Pink Floyd The Wall)
e The Commitments –
Loucos Pela Fama (The Commitments).
Seus créditos cinematográficos
adicionais incluem ainda:
Dicionário de Cama
(The Sleeping Dictionary),
Lance de Sorte (The Good
Thief), de Neil Jordan;
Os Viajantes do Tempo (Just
Visiting); A Armadilha (Entrapment)
e a refilmagem dos estúdios
Disney de Operação
Cupido (The Parent Trap)
- de Nancy Meyers. No início
de sua carreira, criou os
figurinos de Missão
Impossível (Mission:
Impossible), de Brian de
Palma, já tendo trabalhado
duas vezes com o diretor
Richard Attenborough em
Terra das Sombras (Shadowlands)
e No Amor e Na Guerra (In
Love and War). Em sua filmografia
inclui ainda: Carrington
- Dias de Paixão
(Carrington), de Christopher
Hampton; O Mapa do Coração
(Map of the Human Heart),
de Vincent Ward; Local Hero,
de Bill Forsyth; Cal, de
Pat O’Connor; Memórias
de um Espião (Another
Country) de Marek Kanievska
e A Guerra do Fogo (Quest
for Fire), de Jean-Jacques
Annaud. Mais recentemente,
desenhou os figurinos da
comédia Motoqueiros
Selvagens (Wild Hogs), da
Walt Disney Pictures, estrelada
por Tim Allen, Martin Lawrence
e John Travolta. Atualmente
está trabalhando
em Made of Honor, estrelado
por Patrick Dempsey.
Formada pelo West End Theatre,
iniciou sua carreira trabalhando
não só no
teatro, mas também
na televisão e em
filmes publicitários,
onde conheceu diretores
como Alan Parker, Adrian
Lyne, Ridley e Tony Scott
e Hugh Hudson. Nascida e
criada na Grã-Bretanha,
ela é fluente em
francês e italiano.
CRAIG WOOD (Montador)
foi indicado ao prêmio
ACE (American Cinema Editors)
por seu trabalho em Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest). Tem uma associação
profissional longa e bem-sucedida
com o diretor Gore Verbinski,
tendo montado, mais recentemente,
o filme O Sol de Cada Manhã
(The Weather Man) e Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: The Dead Man's
Chest), de Verbinski. Anteriormente,
montou Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), de
Verbinski e o thriller de
terror O Chamado (The Ring),
cujo faturamento nas bilheterias
de todo o mundo chegou a
quase US$250 milhões,
tornando-se também
um fenômeno de vendas
em homevideo. Anteriormente,
Wood havia montado A Mexicana
(The Mexican) e Um Ratinho
Encrenqueiro (Mouse Hunt).
Os dois trabalharam juntos
em mais de uma dezena de
filmes publicitários,
incluindo o comercial “Frogs”
da Budweiser, vencedor do
prêmio Clio®;
o curta-metragem de 1996,
The Ritual e também
o videoclipe de Verbinski
Negasonic Teenage Warhead,
para o grupo de rock Monster
Magnet.
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