PIRATAS DO CARIBE - NO FIM DO MUNDO
Original: PIRATES OF THE CARIBBEAN AT WORLDS END
Produtora: WALT DISNEY
Ano de Produção: 2007

País de Origem:
EUA
SOBRE A EQUIPE TÉCNICA

Trabalhando em uma ampla gama de gêneros e vários níveis de orçamentos ao lado dos mais renomados talentos da atualidade, GORE VERBINSKI (Diretor) é considerado um dos diretores mais inovadores de sua geração. Com apenas sete filmes até agora, seus sucessos de bilheteria totalizam mais de US$2 bilhões em todo o mundo. O lançamento de 2006 Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) não só teve um faturamento bruto de US$1 bilhão em todo o mundo como também quebrou vários recordes de bilheteria incluindo o de primeiro filme a ultrapassar a barreira dos US$100 milhões em 48 horas.

O primeiro filme da trilogia, Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), lançado em 2003, tornou-se um dos filmes de maior renda daquele ano e recebeu várias indicações ao Oscar® incluindo a de Melhor Ator para Johnny Depp. Entre o primeiro e o segundo filmes Piratas, Verbinski dirigiu a aclamada comédia dramática O Sol de Cada Manhã (The Weather Man), estrelada por Nicolas Cage e Michael Caine. A forte história sobre a ilusão do Sonho Americano comprovou a versatilidade de Verbinski. Em 2002, Verbinski impressionou platéias com o suspense de sucesso O Chamado (The Ring), que faturou mais de US$250 milhões brutos e transformou Naomi Watts em celebridade.

Antes de seu incrível sucesso no cinema Verbinski era um premiado diretor de comerciais e videoclipes. Seu trabalho criativo em publicidade para companhias como Nike, Coca-Cola e Budweiser, entre outras, renderam-lhe vários prêmios Clio. Em 1993, criou a memorável campanha publicitária da Budweiser com os sapos coaxantes. Junto com comerciais, Verbinski também tem sido bem-sucedido no mundo dos videoclipes, tendo dirigido vídeos para bandas como Bad Religion e Crystal Method. Em 1997, seu trabalho chamou a atenção de Steven Spielberg que o convidou para fazer seu primeiro longa-metragem, a comédia familiar, visualmente supreendente, O Ratinho Encrenqueiro (Mousehunt). Verbinski é formado pela prestigiosa School of Theatre, Film and Television da UCLA e mora em Los Angeles com a mulher e seus dois filhos.

Grandes histórias, muito bem contadas. Elas podem se destinar às platéias das salas escuras dos cinemas ou às que estão em sua sala de estar. Podem incluir grandes astros de cinema ou apresentar novos talentos. Podem ser aventuras verdadeiras, comédias rasgadas, tragédias comoventes, histórias épicas, romances alegres ou dramas tristes. Elas podem se passar em um passado recente ou em um distante, ou ainda em um futuro imaginário ou no presente conhecido. Sejam quais forem seus elementos, se as histórias começarem com um raio, elas são contadas por JERRY BRUCKHEIMER (Produtor) e serão ótimas histórias, muito bem contadas.

Os números - entre dólares e honras - são frequentemente registrados como recordes. Os filmes de Bruckheimer faturaram, mundialmente, mais de US$14,5 bilhões em bilheteria, videos e discos. Na temporada 2005-06 ele teve o número recorde de 9 séries sendo exibidas na televisão. Seus filmes – 15 dos quais ultrapassaram a marca de US$100 milhões de bilheteria nos EUA – foram agraciados com 39 indicações ao prêmio da Academia®, e ganharam 5; 8 indicações ao Grammy®, e ganharam 5; 23 indicações ao Globo de Ouro® e ganharam 4; 53 indicações ao Emmy®, e ganharam 14; 16 indicações ao prêmio People’s Choice e ganharam 6; inúmeros prêmios MTV, incluindo o de Melhor Filme da Década por Um Tira da Pesada (Beverly Hills Cop) e 14 prêmios Teen Choice.

Mas os números existem apenas para comprovar a singular habilidade de Bruckheimer para encontrar histórias e transformá-las em filme. Ele é, de acordo com o Washington Post, o homem da “intuição de ouro”. Ele pode até ter nascido assim, porém o mais provável é que seus dons naturais tenham sido aprimorados nos primeiros anos de sua carreira. Seus primeiros filmes eram contos de 60 segundos que ele fazia como um premiado produtor de comerciais em sua cidade natal, Detroit. Um desses minifilmes, uma paródia de Bonnie and Clyde, que criou para a Pontiac, foi citado por seu brilhantismo pela revista Time e também levou o trabalho do produtor de 23 anos a chamar a atenção da BBDO, uma agência de propaganda mundialmente renomada, que o convenceu a se mudar para Nova York. Quatro anos na Avenida Madison deram a ele a experiência e a confiança necessárias para encarar Hollywood e, quando ainda nem completara 30 anos, já tinha dirigido filmes memoráveis como Adeus, Querida (Farewell, My Lovely), Gigolô Americano (American Gigolo) e Flashdance – Em Ritmo de Embalo (Flashdance), em 1993, um filme que mudou a vida de Bruckheimer ao faturar US$ 92 milhões só nos Estados Unidos e ao associá-lo ao produtor Don Simpson, que viria a ser seu parceiro nos 13 anos seguintes.

Juntos, Simpson/Bruckheimer produziram um sucesso atrás do outro, incluindo: Ases Indomáveis (Top Gun), Dias de Trovão (Days of Thunder), Um Tira da Pesada (Beverly Hills Cop), Os Bad Boys (Bad Boys), Mentes Perigosas (Dangerous Minds) e Maré Vermelha (Crimson Tide). Outras homenagens se seguiram em 1985 e 1988, quando a associação de exibidores dos EUA (NATO), nomeou Bruckheimer Produtor do Ano. E, em 1988, junto com Simpson, ele foi eleito Cineasta do Ano pelo Publicists Guild of America.
Em 1996, Bruckheimer produziu A Rocha (The Rock), restabelecendo Sean Connery como astro de ação e transformando o improvável Nicolas Cage em herói de ação. O longa foi eleito o Filme Favorito do Ano pela NATO, faturou uma renda bruta de US$350 milhões em todo mundo e foi o último filme de Bruckheimer em parceria com Simpson, que faleceu durante a produção.

Como produtor solo, Bruckheimer filmou em 1997 Con Air – A Rota da Fuga (Con Air), cujo faturamento foi de mais de US$ 230 milhões. O filme também lhe rendeu duas indicações ao Oscar® e um Grammy® e, mais uma vez, trouxe ao produtor o prêmio ShoWest de Maior Bilheteria Internacional pelas inigualáveis cifras obtidas no exterior. Então foi a vez do megasucesso lançado pela Touchstone Pictures, Armageddon (Armageddon), estrelado por Bruce Willis, Billy Bob Thornton, Ben Affleck, Liv Tyler e Steve Buscemi. Dirigido por Michael Bay, foi o filme de maior sucesso de 1998, com um faturamento total de aproximadamente US$560 milhões em todo o mundo e levou a legendária banda de rock Aerosmith ao primeiro lugar nas paradas de sucesso com a canção "I Don't Want to Miss a Thing".

Até o final do milênio, Bruckheimer havia produzido: Inimigo do Estado (Enemy of the State), estrelado por Will Smith e Gene Hackman, e 60 Segundos (Gone in 60 Seconds), estrelado por Cage, Angelina Jolie e Robert Duvall, ambos faturando mais de US$225 milhões em todo o mundo; Show Bar (Coyote Ugly), cujo disco da trilha sonora ganhou três vezes o disco de platina; e o vencedor do prêmio NAACP Image, Duelo de Titãs (Remember the Titans), estrelado por Denzel Washington. Seus colegas do Círculo dos Produtores da América reconheceram sua genialidade e concederam-lhe o prêmio David O. Selznick pelo Conjunto de suas Realizações no Cinema.

Ele começou o século 21 com o indicado a três prêmios Oscar® Pearl Harbor (Pearl Harbor). Estrelado por Affleck, Josh Hartnett e Kate Beckinsale e dirigido por Bay, o filme foi aplaudido pelos veteranos da Segunda Guerra Mundial e por especialistas no assunto como uma excelente recriação dos acontecimentos que levaram os Estados Unidos à guerra. Além de várias indicações a diversos prêmios e ao Oscar® de Melhor Sonoplastia, o filme rendeu mais de US$450 milhões de bilheteria em todo o mundo e chegou a atingir a marca de US$250 milhões em vendas de DVD e vídeo. Falcão Negro em Perigo (Black Hawk Down), o comovente relato da Batalha de Mogadíscio, foi estrelado por Hartnett, Eric Bana e Ewen McGregor e dirigido por Ridley Scott. A adaptação do bestseller de Mark Bowden recebeu excelentes críticas, foi indicada a vários prêmios e ganhou o Oscar®.

Passando ao gênero da comédia em 2003, Bruckheimer lançou hilariante Canguru Jack (Kangaroo Jack), um filme familiar vencedor do prêmio MTV de Melhor Desempenho Virtual para o canguru. No final de 2003, Bruckheimer lançou Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl). Estrelado por Johnny Depp, Orlando Bloom, Geoffrey Rush e Keira Knightley e dirigido por Gore Verbinski, a fantástica comédia, aventura e romance faturou mais de US$630 milhões em todo o mundo, foi indicada a cinco prêmios da Academia® e gerou duas sequências: Pirates do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) e Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End).

Depois de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), entre os filmes que começam com um raio estão: Os Bad Boys 2 (Bad Boys II); O Custo da Coragem (Veronica Guerin), estrelado pela luminosa Cate Blanchett no papel da jornalista irlandesa assassinada pela máfia de Dublin; e Rei Arthur (King Arthur), com Clive Owen como protagonista da narrativa revisitada da lenda arturiana. Em 2004, A Lenda do Tesouro Perdido (National Treasure), com Cage e Sean Bean, a eletrizante aventura para solucionar o mistério de um tesouro secreto, foi lançado com aclamação do público e faturou US$347.451.894 milhões mundialmente.

Estrada para a Glória (Glory Road), a história do treinador do Texas Wetern, Don Haskins, que levou o primeiro time de basquete inteiramente formado por negros ao campeonato nacional (NCAA) em 1966, estreou no início de 2006 com: Josh Lucas, Derek Luke, Al Shearer, Mehcad Brooks, e Emily Deschanel no elenco. O filme foi honrado, em 2006, com o prêmio ESPY de Melhor Filme de Esporte do Ano e os escritores receberam o prêmio Humanitas pelo trabalho que "explora com honestidade as complexidades da experiência humana e ilumina os valores positivos da vida.” No verão norte-americano de 2006 lançou Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest), que zarpou para os livros de recordes ao se tornar não apenas o filme mais bem-sucedido no aspecto financeiro de Bruckheimer, mas também a maior bilheteria de abertura da história do cinema com US$135,6 milhões nos primeiros três dias. Contrariando estimativas projetadas, o filme faturou US$55,8 milhões no primeiro dia de lançado. Totalizando US$44,7 milhões no segundo dia, Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) tornou-se o primeiro longa-metragem a faturar US$100 milhões em apenas dois dias. Nas primeiras oito semanas, o filme ultrapassou a marca de US$1 bilhão em todo o mundo, posicionando-se com vantagem como o filme número um do ano em todo o mundo.

Trabalhando pela sexta vez com o diretor Tony Scott, Bruckheimer lançou Déjà Vu (Déjà Vu), a história do agente da ATF que se apaixona por uma estranha enquanto corre contra o tempo para encontrar seu brutal assassino. O filme é estrelado por Denzel Washington, Jim Caviezel, Paula Patton e Val Kilmer. Na trilha do sucesso de A Lenda do Tesouro Perdido (National Treasure), seu próximo filme será National Treasure: Book of Secrets. O filme voltará a associar Bruckheimer, o diretor Jon Turteltaub e os astros Nicolas Cage, Jon Voight, Diane Kruger e Justin Bartha, além de novos integrantes do elenco Helen Mirren e Ed Harris.

Será que o mestre contador de histórias poderia repetir a mesma magia em 47 minutos para os telespectadores em suas casas? Aparentemente sim. Como escreveu recentemente a revista Time: “O produtor mais bem-sucedido da história do cinema está prestes a se tornar o produtor mais bem-sucedido da história da televisão.” Bruckheimer levou a força do raio para a televisão em 2000 com C.S.I., estrelado por William Petersen e Marg Helgenberger. A série logo se tornou o programa de maior audiência da TV, com uma média de 25 milhões de telespectadores por semana, e, juntamente com os dois seriados que se seguiram, C.S.I.: Miami — reconhecida como uma das maiores séries de televisão em escala mundial em 2005 exibida em horário nobre durante em 2006 — e C.S.I.: NY, que ajudou a levar a CBS de volta à liderança.

A Bruckheimer Television ampliou sua abordagem contando histórias comoventes e atingindo grandes índices de audiência com Without A Trace, Cold Case — o vencedor de três prêmios Emmy® — Amazing Race e Close to Home, na CBS. Bruckheimer tem quatro séries entre os 10 melhores programas da televisão.
Em 2004, Bruckheimer entrou para a “Time 100,” uma lista das pessoas mais influentes do mundo. Também em 2004, foi nomeado número um da Power Issue da Entertainment Weekly. No ano seguinte, Bruckheimer foi premiado com o SEAL Patriot em reconhecimento da comunidade SEAL por sua fabulosa representação das forças militares americanas no cinema e na televisão. Em 2006, Bruckheimer foi condecorado com o título de Doutor em Artes pela Universidade de Arizona, sua alma mater. Bruckheimer é único na indústria cinematográfica e sua visão criativa abrange tanto as telonas como as telinhas. “É uma satisfação reconhecer seu trabalho com essa homenagem”, disse Maurice Sevigny, reitor da College of Fine Arts.

A revista Variety elegeu Bruckheimer como Showman do Ano em 2006. Este prêmio – concedido pelos mais importantes editores e jornalistas da revista – é destinado ao profissional que tenha causado impacto significante, contribuído com inovações e/ou revelações para a indústria do entretenimento. Bruckheimer ganhou o prêmio Salute to Excellence do Museu da Televisão e do Rádio em 2006 por sua contribuição à televisão. E, em 2007, a Associação de Produtores da América concedeu-lhe o prêmio Norman Lear Achievement em Televisão por seu extraordinário conjunto de obras nessa mídia.

A revista Times de Los Angeles posicionou Bruckheimer como o número 8 em sua listagem The Power Issue de 2006, que inclui as 100 pessoas que mais influenciaram o sul da Califórnia. A revista Premiere colocou Bruckheimer na décima posição em sua lista de pessoas mais poderosos de 2006, enquanto a revista Forbes posicionou-o em 42º lugar em sua lista de 100 Celebridades de 2006. Bruckheimer é bem-sucedido em muitos gêneros e em várias mídias porque ele é um excelente contador de histórias.
Procure pelo raio. As melhores histórias vêm logo depois dele.

MIKE STENSON (Produtor Executivo) é presidente da Jerry Bruckheimer Films, encarregado de supervisionar todos os aspectos do desenvolvimento de suas produções cinematográficas. Antes de entrar para a empresa, foi executivo encarregado de produção na Disney e responsável por muitos longas-metragens de Bruckheimer, tais como: Armageddon (Armageddon), A Rocha (The Rock), Maré Vermelha (Crimson Tide) e Mentes Perigosas (Dangerous Minds). Mais recentemente, foi produtor de Em Má Companhia (Bad Company) e 60 Segundos (Gone in 60 Seconds) e produtor executivo de Estrada para Glória (Glory Road), A Lenda do Tesouro Perdido (National Treasure), Rei Arthur (King Arthur), Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), Os Bad Boys 2 (Bad Boys II), O Custo da Coragem (Veronica Guerin), Canguru Jack (Kangaroo Jack), Falcão Negro em Perigo (Black Hawk Down), Pearl Harbor (Pearl Harbor), Show Bar (Coyote Ugly), Duelo de Titãs (Remember the Titans), Déjà Vu (Déjà Vu) e do ainda inédito National Treasure: Book of Secrets.

Nascido e criado em Boston, Mike gradou-se em Economia pela Universidade de Harvard e mestrado em Administração. Formou-se e passou a trabalhar como assistente de produção em Nova York. Trabalhou durante dois anos em filmes independentes e, na televisão, como assistente de direção e gerente de produção, antes de retornar a Boston para concluir a pós-graduação. Após concluir seus estudos em Administração, mudou-se para Los Angeles, onde ocupou um cargo no departamento de projetos especiais dos Estúdios Disney por dois anos, antes de passar para o setor de produção executiva de criação da Hollywood Pictures. Foi promovido a vice-presidente e, em seguida, a vice-presidente executivo. Durante os oito anos em que trabalhou para a companhia, supervisionou o desenvolvimento e a produção de filmes da Hollywood Pictures e da Touchstone Pictures. Além dos filmes de Bruckheimer, Stenson também desenvolveu e acompanhou a produção dos longas: A Hora do Rush (Rush Hour), Instinto (Instinct), 6 Dias, 7 Noites (Six Days, Seven Nights) e Mr. Holland – Adorável Professor (Mr. Holland’s Opus).

Enquanto integrava os quadros da Disney, vários cineastas tentaram persuadi-lo a sair da companhia para trabalhar em seus projetos, mas isso só aconteceu em 1998. Em sua nova função de chefia na Jerry Bruckheimer Films, ele pôs em prática o plano de Bruckheimer de expandir o programa de produção dos projetos cinematográficos da companhia.

CHAD OMAN (Produtor Executivo) é presidente de produção da Jerry Bruckheimer Films, onde supervisiona todos os aspectos do desenvolvimento e produção de seus longas-metragens. Oman produziu, juntamente com Bruckheimer, Duelo de Titãs (Remember the Titans), estrelado por Denzel Washington para a Walt Disney Pictures, e Show Bar (Coyote Ugly), estrelado por Piper Perabo e John Goodman, para a Touchstone Pictures. Entre seus créditos recentes como produtor executivo na Jerry Bruckheimer Films estão: Estrada para a Glória (Glory Road), estrelado por Josh Lucas; o sucesso internacional A Lenda do Tesouro Perdido (National Treasure), estrelado por Nicolas Cage; e Rei Arthur (King Arthur), estrelado por Clive Owen e Keira Knightley. Ele também fez a produção executiva do longa, aclamado pela crítica, O Custo da Coragem (Veronica Guerin), estrelado por Cate Blanchett, bem como dos blockbuster de sucesso: Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), dirigido por Gore Verbinski e estrelado por Johnny Depp; Os Bad Boys 2 (Bad Boys II), com Will Smith e Martin Lawrence; Falcão Negro em Perigo (Black Hawk Down), dirigido por Ridley Scott e estrelado por Josh Hartnett; Pearl Harbor (Pearl Harbor), estrelado por Ben Affleck, Kate Beckinsale e Josh Hartnett; 60 Segundos (Gone in 60 Seconds), estrelado por Nicolas Cage, Angelina Jolie e Robert Duvall; Inimigo do Estado (Enemy of the State), estrelado por Will Smith e Gene Hackman; Armageddon (Armageddon), estrelado por Bruce Willis e Ben Affleck; Con Air – A Rota da Fuga (Con Air), estrelado por Nicolas Cage e John Malkovich; Déjà Vu (Déjà Vu), estrelado por Denzel Washington e do ainda inédito National Treasure: Book of Secrets, novamente estrelado por Nicolas Cage.

Além do trabalho em diversos filmes da JBF, Oman também supervisionou a produção de vários projetos para a televisão, incluindo a série O Soldado da Fortuna (Soldier of Fortune), com Brad Johnson, para a Rysher Entertainment; o drama Mentes Perigosas (Dangerous Minds), da ABC, com Annie Potts, e Swing Vote, também da ABC, escrito por Ron Bass e estrelado por Andy Garcia. Antes de entrar para a Simpson-Bruckheimer em 1995, foi um dos fundadores e integrantes da Motion Picture Corporation of America. Após seis anos, deixou a produtora independente como vice-presidente sênior de produção.

Foi produtor associado de Debi e Lóide 2 - Quando Debi Conheceu Lóide (Dumb and Dumber), estrelado por Jim Carrey; produtor executivo de Lembranças Vivas (The War at Home), da Touchstone Pictures, com Emilio Estevez, Kathy Bates e Martin Sheen; co-produtor de Na Trilha dos Fugitivos (The Desperate Trail), com Sam Elliott e de Retrato Falado (The Sketch Artist), com Drew Barrymore e Sean Young. Foi também produtor de Olhos da Escuridão (Hands That See), estrelado por Courteney Cox e Jeff Fahey e de Amar, Trair & Roubar (Love, Cheat and Steal), com John Lithgow e Eric Roberts. Ele é formado em Economia pela Southern Methodist University e cursou a Universidade da Califórnia em Los Angeles, onde estudou roteirização para cinema e a Universidade de Nova York, onde participou do programa de graduação de produção cinematográfica. Ele nasceu e foi criado em Wichita Falls, no Texas.


Cineasta há mais de 25 anos, BRUCE HENDRICKS (produtor executivo) esteve envolvido na produção de alguns dos filmes de maior prestígio e maior bilheteria da história do cinema. Desfruta de uma posição única na indústria do entretenimento por trabalhar ao mesmo tempo como executivo de estúdio, produtor e diretor. Como presidente de produção física dos estúdios Walt Disney desde 1992, Hendricks supervisiona todos os aspectos da produção dos longas-metragens live-action da companhia. Nesta função, ele supervisionou a produção de mais de 200 longas- metragens e filmagens em mais de 30 países. Entre esses filmes estão os blockbusters O Sexto Sentido (The Sixth Sense), Armageddon (Armageddon), A Rocha (The Rock) e As Crônicas de Nárnia - O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Chronicles of Narnia - The Lion, The Witch and The Wardrobe), para citar apenas alguns.

Entre seus créditos como produtor executivo estão a trilogia de Piratas do Caribe e o épico da 2ª Guerra Mundial Pearl Harbor (Pearl Harbor) da Jerry Bruckheimer Productions. Em seus créditos como diretor está o filme IMAX, Ultimate X, bem como inúmeros videoclipes, produções da televisão e comerciais. Hendricks é membro da Academia de Artes e Ciências dos EUA, do sindicato dos diretores dos EUA e do Círculo de Diretores da América. Ganhou um Emmy® por seu trabalho no telefilme The Wave, da ABC.

Nascido em Dallas, no Texas, ele é bacharel em Produção de Cinema pela Universidade do Texas. O sr. Hendricks e sua mulher moram em Los Angeles, na Califórnia, com a filha Kyra.

ERIC McLEOD (Produtor Executivo)
tem uma ampla experiência como produtor, produtor executivo e gerente de unidade de produção o que o tornou um excelente candidato para lidar com a gigantesca logística exigida na realização de Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) e Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End). Seu último trabalho antes de entrar para o time de Piratas, foi como produtor do grande sucesso Sr. e Sra. Smith (Mr. and Mrs. Smith), estrelado por Brad Pitt e Angelina Jolie. Ele também foi produtor executivo de Os Gatões – Uma Nova Balada (The Dukes of Hazzard), O Gato (The Cat in the Hat), Showtime (Showtime) e de Um Agente Nada Discreto (Austin Powers: International Man of Mystery), e produtor de Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro (Austin Power in Goldmember), de A Cela (The Cell) e de Austin Powers: O Agente Bond Cama (Austin Powers: The Spy Who Shagged Me). Após concluir seu trabalho em O Baú da Morte (Dead Man’s Chest) e em No Fim do Mundo (At World’s End), McLeod seguiu produzindo Tropic Thunder, da DreamWorks, dirigido e estrelado por Ben Stiller, e com Jack Black e Robert Downey, Jr. no elenco.

No início de sua carreira foi co-produtor de Paixão Bandida (Feeling Minnesota) e de Agora e Sempre (Now and Then); produtor de linha de Corina – Uma Babá Perfeita (Corina, Corina) e Até As Vaqueiras Ficam Tristes (Even Cowgirls Get the Blues) e produtor associado de O Detonador de Alta Voltagem (Live Wire). Ele também foi gerente de unidade de produção em vários dos filmes acima mencionados e ainda em Inimigo do Estado (Enemy of the State), Mera Coincidência (Wag the Dog), Wide Sargasso Sea e The Rapture. McLeod começou seu trabalho no cinema como coordenador de produção no longa Cry Baby (Cry-Baby), de John Waters, estrelado por Johnny Depp, e, em seguida, trabalhou em Drugstore Cowboy (Drugstore Cowboy), de Gus van Sant e foi supervisor de produção de 8 Segundos (8 Seconds).


Os escritores indicados ao Oscar® TED ELLIOTT e TERRY ROSSIO (roteiro) retornam a Piratas pela terceira vez, depois de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl) e Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest). Elliott e Rossio também fizeram o roteiro do longa-metragem de animação da DreamWorks, Shrek (Shrek), vencedor do Oscar® de Melhor Filme de Animação de 2002.

Em 1992, a dupla escreveu o longa animado de sucesso dos estúdios Disney, Aladim (Aladdin), estrelado por Robin Williams. Entre seus filmes live-action estão: Little Monsters, estrelado por Fred Savage; Pequenos Guerreiros (Small Soldiers), estrelado por Kirsten Dunst; Godzilla (Godzilla), estrelado por Matthew Broderick e A Máscara do Zorro (The Mask of Zorro), estrelado por Antonio Banderas e Anthony Hopkins.

Em 1996, Elliott e Rossio foram os primeiros a assinarem um acordo de roteirização e produção com a DreamWorks SKG. Seus projetos de animação para o estúdio incluem: Shrek (Shrek), estrelado por Mike Myers e Eddie Murphy, e O Caminho para El Dorado (The Road to El Dorado), com Kevin Kline e Kenneth Branagh. A dupla também fez consultoria para os longas animados FormiguinhaZ (Antz), com Woody Allen; o recém-lançado Simbad: A Lenda dos Sete Mares (Simbad), com Brad Pitt e Catherine Zeta-Jones e para Shrek 2 (Shrek II) foram consultores de criação, o filme animado de maior bilheteria de todos os tempos.
Elliott e Rossio são membros do sindicato dos roteiristas dos Estados Unidos, desde 1986.

DARIUSZ WOLSKI (Diretor de Fotografia) volta pela terceira vez a Piratas depois de aclamado trabalho em A Maldição do Pérola Negra (The Curse of the Black Pearl) e O Báu da Morte (Dead Man’s Chest). Antes disso, emprestou seu talento para o longa A Mexicana (The Mexican), de Gore Verbinski, estrelado por Julia Roberts e Brad Pitt.

Wolski trabalhou com vários diretores renomados, incluindo Andrew Davis, em Um Crime Perfeito (A Perfect Murder); Alex Proyas, em Cidade das Sombras (Dark City), no cult favorito, O Corvo (The Crow); Peter Medak, em O Sangue de Romeo (Romeo is Bleeding); Tony Scott, em O Fã - Obsessão Cega (The Fan), e na produção de Don Simpson-Jerry Bruckheimer, Maré Vermelha (Crimson Tide). Seu trabalho neste último polêmico e aclamado filme rendeu-lhe uma indicação para o prêmio ASC de Melhor Fotografia.

Natural de Varsóvia, na Polônia, cursou a Faculdade de Cinema de Lodz. Após imigrar para os Estados Unidos em 1979, trabalhou em documentários, filmes industriais e pequenas produções no cinema independente.
Teve sua grande oportunidade em 1986, no filme Fibra de Campeão (Heart), quando foi convidado a substituir o diretor de fotografia que havia optado por filmar outra produção. Pouco depois, Wolski mudou-se para Los Angeles, onde trabalhou como diretor de fotografia de videoclipes e filmes publicitários para diretores tais como Alex Proyas, David Fincher, Tony Scott e Jake Scott. Em seguida, trabalhou no longa-metragem produzido por Roger Corman, Planeta Infernal (Nightfall), e na produção de Land of Little Rain, da PBS American Playhouse. Seu próximo projeto é Sweeney Todd, de Tim Burton, que irá associá-lo novamente com Johnny Depp.

RICK HEINRICHS (Desenhista de Produção) é um dos artistas mais originais e inovadores da indústria do cinema, tendo criado - de forma magistral – universos alternativos totalmente adequados às histórias e aos cenários dos filmes nos quais trabalha. Heinrichs retorna a Piratas depois de seu notável trabalho em O Baú da Morte (Dead Man’s Chest), que lhe rendeu indicações ao prêmio da Academia e ao BAFTA. Ganhou o prêmio da Academia® por seu trabalho em A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (Sleepy Hollow), de Tim Burton, bem como o BAFTA e o prêmio do Círculo de Diretores de Arte, entre outros. Foi novamente indicado ao Oscar® e ao prêmio do Círculo dos Diretores de Arte por seus desenhos muito criativos para o longa Desventuras em Série (Lemony Snicket A Series of Unfortunate Events). O Baú da Morte (Dead Man’s Chest) também trouxe uma indicação a Heinrichs do Círculo de Diretores de Arte.

A colaboração criativa entre Heinrichs e Tim Burton data de quando os dois trabalharam na Walt Disney Pictures e produziram os curtas Vincent e Frankenweenie. Mais tarde, trabalharam outra vez no primeiro longa de Burton, As Grandes Aventuras de Pee Wee (Pee-wee’s Big Adventure) e depois em Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice). Heinrichs começou a trilhar sua carreira na cinematografia na função de cenógrafo em Os Caça-Fantasmas 2 (Ghostbusters II) e em Joe Contra o Vulcão (Joe Versus the Volcano), em 1989, antes de trabalhar com seus colegas e amigos na mesma função em Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands), no ano seguinte.

Em 1992, passou para a função de diretor de arte em Batman: O Retorno (Batman Returns), de Burton, já tendo trabalhado na mesma função em Segredos de uma Novela (Soapdish). Também foi consultor visual em O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas), de Tim Burton. Em seguida trabalhou na função de desenhista de produção no remake de sucesso Planeta dos Macacos (Planet of the Apes), de Burton. Entre seus outros créditos como desenhista de produção estão: O Incrível Hulk (Hulk), Endiabrado (Bedazzled), O Grande Lebowski (The Big Lebowski) e Fargo – Uma Comédia de Erros (Fargo). Foi também diretor de arte em Super-Heróis do Oeste (Tall Tale) e cenógrafo em O Pescador de Ilusões (The Fisher King).

Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) reúne outra vez PENNY ROSE (Figurinista) com o diretor Gore Verbinski, depois de terem trabalhado juntos em Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), em O Sol de Cada Manhã (The Weather Man) e em Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest). Por Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), Rose foi indicada ao BAFTA e ao prêmio do Círculo dos Figurinistas. Ela também desenhou o figurino da produção de Rei Arthur (King Arthur), de Jerry Bruckheimer, estrelado por Clive Owen e Keira Knightley.
Anterioremente Rose recebeu várias indicações ao BAFTA por seu trabalho na versão cinematográfica musical Evita (Evita), de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice, que foi dirigida por Alan Parker e estrelada por Madonna e Jonathan Pryce.

Rose é uma colaboradora de longa data de Parker e assinou os figurinos de outros filmes do cineasta, entre os quais: O Estranho Mundo do Dr. Kellogg (The Road to Wellville), The Wall (Pink Floyd The Wall) e The Commitments – Loucos Pela Fama (The Commitments). Seus créditos cinematográficos adicionais incluem ainda: Dicionário de Cama (The Sleeping Dictionary), Lance de Sorte (The Good Thief), de Neil Jordan; Os Viajantes do Tempo (Just Visiting); A Armadilha (Entrapment) e a refilmagem dos estúdios Disney de Operação Cupido (The Parent Trap) - de Nancy Meyers. No início de sua carreira, criou os figurinos de Missão Impossível (Mission: Impossible), de Brian de Palma, já tendo trabalhado duas vezes com o diretor Richard Attenborough em Terra das Sombras (Shadowlands) e No Amor e Na Guerra (In Love and War). Em sua filmografia inclui ainda: Carrington - Dias de Paixão (Carrington), de Christopher Hampton; O Mapa do Coração (Map of the Human Heart), de Vincent Ward; Local Hero, de Bill Forsyth; Cal, de Pat O’Connor; Memórias de um Espião (Another Country) de Marek Kanievska e A Guerra do Fogo (Quest for Fire), de Jean-Jacques Annaud. Mais recentemente, desenhou os figurinos da comédia Motoqueiros Selvagens (Wild Hogs), da Walt Disney Pictures, estrelada por Tim Allen, Martin Lawrence e John Travolta. Atualmente está trabalhando em Made of Honor, estrelado por Patrick Dempsey.

Formada pelo West End Theatre, iniciou sua carreira trabalhando não só no teatro, mas também na televisão e em filmes publicitários, onde conheceu diretores como Alan Parker, Adrian Lyne, Ridley e Tony Scott e Hugh Hudson. Nascida e criada na Grã-Bretanha, ela é fluente em francês e italiano.

CRAIG WOOD (Montador) foi indicado ao prêmio ACE (American Cinema Editors) por seu trabalho em Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest). Tem uma associação profissional longa e bem-sucedida com o diretor Gore Verbinski, tendo montado, mais recentemente, o filme O Sol de Cada Manhã (The Weather Man) e Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: The Dead Man's Chest), de Verbinski. Anteriormente, montou Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), de Verbinski e o thriller de terror O Chamado (The Ring), cujo faturamento nas bilheterias de todo o mundo chegou a quase US$250 milhões, tornando-se também um fenômeno de vendas em homevideo. Anteriormente, Wood havia montado A Mexicana (The Mexican) e Um Ratinho Encrenqueiro (Mouse Hunt). Os dois trabalharam juntos em mais de uma dezena de filmes publicitários, incluindo o comercial “Frogs” da Budweiser, vencedor do prêmio Clio®; o curta-metragem de 1996, The Ritual e também o videoclipe de Verbinski Negasonic Teenage Warhead, para o grupo de rock Monster Magnet.