JOHNNY DEPP, ORLANDO BLOOM,
KEIRA KNIGHTLEY e GEOFFREY
RUSH estão juntos
em Piratas do Caribe: No
Fim do Mundo (Pirates of
the Caribbean: At World’s
End), da Walt Disney Pictures/Jerry
Bruckheimer Films, um conto
épico e inteiramente
novo da série de
sucesso que narra as fantásticas
aventuras dos capitães
Jack Sparrow e Barbossa;
Will Turner e Elizabeth
Swann. Desta vez o quarteto
recebe o reforço
do astro internacional CHOW
YUN-FAT, no papel do capitão
Sao Feng, o lorde pirata
de Cingapura.
Produzido por JERRY BRUCKHEIMER
e dirigido por GORE VERBINSKI,
o capitão Jack e
os outros zarpam em uma
nova e espetacular aventura,
mais uma vez entrelaçada
por amarras de ação
eletrizante e humor irreverente,
que os conduz a novos reinos
de aventura e fantasia.
As duas aventuras anteriores
de Piratas bateram recordes
no mundo inteiro, com A
Maldição do
Pérola Negra (The
Curse of the Black Pearl)
arrecadando mais de US$650
milhões em todo o
mundo, quase o dobro do
que arrecadou O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest), que se transformou
no filme de maior bilheteria
mundial de todos os tempos,
fazendo mais de US$1 bilhão
no mercado norte-americano
e totalizando US$423.315.812
- a sexta mais alta posição
em bilheteria de todos os
tempos.
Os roteiristas de Piratas
do Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World’s End) são
TED ELLIOTT e TERRY ROSSIO,
co-roteiristas também
do primeiro filme e da seqüência
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest) e que já haviam
obtido muito sucesso com
as seqüências
de Aladim (Aladdin) e de
Shrek (Shrek). O filme é
baseado nos personagens
criados por Elliott &
Rossio e Stuart Beattie
e Jay Wolpert, e na atração
Piratas do Caribe, do parque
da Walt Disney. Os produtores
executivos são MIKE
STENSON, CHAD OMAN, BRUCE
HENDRICKS e ERIC McLEOD.
Johnny Depp tornou-se um
dos atores mais populares
e aclamados do mundo, com
uma enorme variedade de
desempenhos versáteis
que marcaram sua extraordinária
carreira. Ele foi indicado
ao prêmio da Academia®
de Melhor Ator tanto por
Piratas do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) como
por Em Busca da Terra do
Nunca (Finding Neverland).
Sua extensa lista de créditos
no cinema inclui, desde
os anos 1980: Cry-Baby (Cry-Baby),
Platoon (Platoon), Gilbert
Grape - Aprendiz de Sonhador
(What’s Eating Gilbert
Grape?), Ed Wood (Ed Wood),
Benny e Joon (Benny &
Joon), Edward Mãos
de Tesoura (Edward Scissorhands),
Don Juan de Marco (Don Juan
DeMarco), Donnie Brasco
(Donnie Brasco), Medo e
Delírio em Las Vegas
(Fear and Loathing in Las
Vegas), A Lenda do Cavaleiro
Sem Cabeça (Sleepy
Hollow), Chocolate (Chocolat),
Profissão de Risco
(Blow), Era Uma Vez no México
(Once Upon A Time in Mexico),
Janela Indiscreta (Secret
Window), O Libertino (The
Libertine), A Noiva Cadáver
de Tim Burton, e A Fantástica
Fábrica de Chocolate
(Charlie and the Chocolate
Factory) também de
Burton.
Orlando Bloom tornou-se
um astro internacional de
primeira grandeza com sua
interpretação
de Legolas na premiada trilogia
de Peter Jackson de O Senhor
dos Anéis (The Lord
of the Rings) depois de
co-estrelar em Falcão
Negro em Perigo (Black Hawk
Down), de Jerry Bruckheimer,
dirigido por Ridley Scott.
Desde então o ator,
que vem aumentando sua popularidade
a cada dia, atuou em Tróia
(Troy), de Wolfgang Petersen;
em Cruzadas (Kingdom of
Heaven), de Scott; e em
Tudo Acontece em Elizabethtown
(Elizabethtown), de Cameron
Crowe.
Keira Knightley chamou a
atenção das
platéias internacionais
pela primeira vez no inesperado
sucesso Driblando o Destino
(Bend It Like Beckham).
Além de Piratas do
Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), ela
foi indicada para o prêmio
da Academia® de Melhor
Atriz por seu desempenho
no filme Orgulho e Preconceito
(Pride & Prejudice).
Ela também estrelou
em Simplesmente Amor (Love,
Actually) e em Rei Arthur
(King Arthur), produzido
por Jerry Bruckheimer e
será vista em Atonement,
Silk e The Best Time of
Our Lives.
Geoffrey Rush ganhou o Emmy®,
o Globo de Ouro® e o
prêmio do Screen Actors
Guild por sua atuação
cativante no filme televisivo
The Life and Death of Peter
Sellers, da HBO, no qual
interpretou o personagem-título.
O ator tornou-se mundialmente
conhecido por seu papel
protagonista em Shine -
Brilhante (Shine), de Scott
Hicks, e recebeu o prêmio
da Academia® de Melhor
Ator por seu desempenho
como o pianista prodígio
David Helfgott. Também
ganhou um Globo de Ouro®
e prêmios do Screen
Actors Guild, da British
Academy of Film and Television
Arts, do Círculo
de Críticos de Cinema
da Austrália, do
Broadcast Film Critics,
do AFI e das Associações
de Críticos de Nova
York e de Los Angeles, pelo
mesmo filme. Também
recebeu uma indicação
ao Oscar® por seu trabalho
em Os Contos Proibidos do
Marquês de Sade (Quills),
de Philip Kaufman e ainda
outras indicações,
da Academia® e do Globo
de Ouro® por Shakespeare
Apaixonado (Shakespeare
in Love).
Chow Yun-Fat explodiu para
o estrelato internacional
depois de mais de uma década
como o mais famoso protagonista
de Hong Kong intérprete
de uma série de personagens
dos filmes, agora clássicos,
do diretor John Woo: Alvo
Duplo (A Better Tomorrow),
O Assassino (The Killer),
Rajadas de Fogo (Once A
Thief) e Fervura Máxima
(Hard-Boiled). Chow estrelou
em O Tigre e o Dragão
(Crouching Tiger, Hidden
Dragon) e em Anna e o Rei
(Anna and the King), de
Ang Lee; e, mais recentemente,
em Curse of the Golden Flower,
de Zhang Yimou.
Com apenas sete créditos
até o momento, os
bem-sucedidos filmes de
Gore Verbinski já
totalizaram mais de US$2
bilhões em todo o
mundo. Sua filmografia inclui
os tremendamente bem-sucedidos:
Piratas do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) e Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest), bem como o arrepiante
filme de terror: O Chamado
(The Ring) e ainda o drama
aclamado O Sol de Cada Manhã
(The Weather Man), estrelado
por Nicolas Cage.
Jerry Bruckheimer ocupa
a inquestionável
posição de
um dos mais bem-sucedidos
produtores da atualidade,
tanto no cinema como na
televisão. Primeiramente
em parceria com Don Simpson,
e depois como chefe da Jerry
Bruckheimer Films, produziu
uma seqüência
sem precedentes de sucessos
mundiais, causando enorme
impacto na indústria
do entretenimento e também
na cultura popular. Os filmes
de Bruckheimer incluem:
Um Gigolô Americano
(American Gigolo), Flashdance
- Em Ritmo de Embalo (Flashdance),
Um Tira da Pesada (Beverly
Hills Cop), Top Gun - Ases
Indomáveis (Top Gun),
Um Tira da Pesada 2 (Beverly
Hills Cop II), Dias de Trovão
(Days of Thunder), Os Bad
Boys (Bad Boys), Mentes
Perigosas (Dangerous Minds),
Maré Vermelha (Crimson
Tide), A Rocha (The Rock),
Con Air - Rota de Fuga (Con
Air), Armageddon (Armageddon),
Inimigo de Estado (Enemy
of the State), 60 Segundos
(Gone in 60 Seconds), Show
Bar (Coyote Ugly), Duelo
de Titãs (Remember
the Titans), Pearl Harbor
(Pearl Harbor), Falcão
Negro em Perigo (Black Hawk
Down), Piratas do Caribe:
A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), Os
Bad Boys (Bad Boys II),
O Custo da Coragem (Veronica
Guerin), Rei Arthur (King
Arthur), A Lenda do Tesouro
Perdido (National Treasure),
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest), e o próximo
lançamento National
Treasure: Book of Secrets.
Na televisão, Jerry
Bruckheimer atingiu a inédita
marca de 10 séries
de televisão veiculadas
simultaneamente na temporada
do outono norte-americano
de 2005, um recorde no veículo
para um produtor individual.
As minisséries de
Jerry Bruckheimer incluem:
C.S.I.: Crime Scene Investigation,
que gerou as séries
C.S.I.: Miami, C.S.I.: NY
e ainda Without a Trace,
Cold Case e The Amazing
Race. A Jerry Bruckheimer
Films and Television foi
honrada com 39 indicações
ao prêmio da Academia®
e ganhou seis; oito indicações
ao Grammy® e ganhou
cinco; 23 indicações
ao Globo de Ouro® e
ganhou quatro; 53 indicações
ao Emmy® e ganhou 14;
16 indicações
ao People’s Choice
e ganhou 11; além
de inúmeros prêmios
MTV, inclusive o de Melhor
Filme da Década por
Um Tira da Pesada (Beverly
Hills Cop), e 14 prêmios
Teen Choice.
Ao lado de Depp, Rush, Bloom
e Knightley, estão
outros membros do elenco
que retornam ao filme Piratas
do Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World’s End), entre
eles: STELLAN SKARSGÅRD
como Bootstrap Bill Turner;
BILL NIGHY como Davy Jones;
JACK DAVENPORT como almirante
James Norrington; JONATHAN
PRYCE como o pai de Elizabeth,
o governador Weatherby Swann,
NAOMIE HARRIS como Tia Dalma,
TOM HOLLANDER como lorde
Cutler Beckett, KEVIN R.
McNALLY como Joshamee Gibbs,
LEE ARENBERG e MACKENZIE
CROOK como Pintel e Ragetti,
DAVID BAILIE como Cotton,
MARTIN KLEBBA como Marty
e, do primeiro filme da
série, GILES NEW
e ANGUS BARNETT como os
obtusos soldados britânicos
Murtogg e Mullroy. VANESSA
BRANCH e LAUREN MAHER retornam
pela terceira vez como as
garotas prediletas de Jack
Sparrow em Tortuga, Giselle
e Scarlett. Novas adesões
ao elenco incluem: REGGIE
LEE (Velozes e Furiosos)
como Tai Huang - o tenente
do capitão Sao Feng,
e um diverso grupo de atores
internacionais interpretando
os lordes piratas, incluindo
o legendário KEITH
RICHARDS no papel do capitão
Teague, o Guardião
do Código.
Uma grande parte da equipe
criativa e premiada de Piratas
do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) e de
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest) reuniu-se em No Fim
do Mundo (At World’s
End), entre eles: o diretor
de fotografia DARIUSZ WOLSKI;
o desenhista de produção
RICK HEINRICHS (indicado
ao Oscar® por O Baú
da Morte); a figurinista
PENNY ROSE; o supervisor
de direção
de arte JOHN DEXTER; a decoradora
de cenários CHERYL
CARASIK (que compartilhou
a indicação
com Heinrichs por O Baú
da Morte); os montadores
CRAIG WOOD e STEPHEN RIVKIN;
os supervisores de efeitos
visuais JOHN KNOLL e CHARLES
GIBSON (ambos vencedores
do prêmio da Academia®
por seu trabalho, ao lado
de Hal Hickel da ILM, em
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte); o coordenador
de efeitos especiais ALLEN
HALL (que compartilhou o
Oscar® com Knoll, Gibson
e Hickel por O Baú
da Morte); o coordenador
de cenas de ação
e diretor de segunda unidade
GEORGE MARSHALL RUGE; a
maquiadora e ganhadora de
três prêmios
da Academia® VE NEILL;
e o cabeleireiro MARTIN
SAMUEL, que compartilhou
uma indicação
ao Oscar® por A Maldição
do Pérola Negra;
e o compositor HANS ZIMMER.
Associando-se à seleção
mundial de astros presentes
no filme está o coordenador
de efeitos especiais JOHN
FRAZIER, vencedor do Oscar®
por Homem-Aranha 2 (Spider
Man II).
O sucesso pode acabar se
tornando um grande desafio...
e, partindo de Piratas do
Caribe: O Baú da
Morte (Pirates of the Caribbean:
Dead Man’s Chest),
que faturou mais de US$1
bilhão no mercado
internacional e posicionou-se
em terceiro lugar entre
os filmes, de todos os tempos,
que mais faturaram, Jerry
Bruckheimer e Gore Verbinski
estavam absolutamente determinados
a corresponder e superar
as expectativas do público.
“É assustador
quando se faz um filme que
é um sucesso tão
grande”, confessa
Bruckheimer. “Você
nunca tem certeza. Fomos
contra a opinião
geral de que um filme do
gênero pirata, baseado
em uma atração
de um parque temático,
pudesse fazer tamanho sucesso.
Então nós
voltamos com o segundo filme
e, na nossa indústria,
é sabido que uma
seqüência terá
um faturamento de 20 a 30%
menor do que o primeiro
filme. Mesmo assim, O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest) fez mais do que o
dobro que A Maldição
do Pérola Negra (The
Curse of the Black Pearl).
Bruckheimer atribui o enorme
sucesso dos dois primeiros
filmes Piratas do Caribe
ao enorme e intenso volume
de trabalho empreendido
pelos cineastas, bem como
ao talento dos dois lados
da câmera. “Você
começa com o roteiro,
e Ted Elliott e Terry Rossio
fizeram um trabalho brilhante,
criando novos personagens
e ambientes empolgantes
onde pudessem trabalhar.
Em seguida, adiciona-se
a isso um diretor tão
talentoso como Gore Verbinski,
que conduziu o público
em uma jornada tão
eletrizante no primeiro
filme e que conseguiu levá-lo
ainda mais longe no segundo.
E o que realmente faz tudo
valer a pena é quando
você vê atores
como Johnny Depp, Keira
Knightley, Orlando Bloom
e Geoffrey Rush atuando
em cenas que Gore, Ted e
Terry trabalharam tão
arduamente para criar, com
personagens envolventes,
engraçados, românticos
e espirituosos. Foi preciso
muito raciocínio,
energia e tempo da parte
de Gore, Ted e Terry para
dar conta de concatenar
todos esses personagens,
situações
e cenários fantásticos.
“Então você
vai para trás das
câmeras”, continua
Bruckheimer, “com
o desenho de produção
de Rick Heinrichs, a fotografia
de Darek Wolski, a trilha
sonora de Hans Zimmer e
o restante do pessoal que
trabalhou tanto nesses filmes
e que ajudou a fazer deles
o sucesso que acabaram sendo.”
Para o terceiro filme, o
produtor e diretor encorajou
os roteiristas Ted Elliott
e Terry Rossio a forçarem
ainda mais o limite indo
mais além…
bem, literalmente, para
o fim do mundo. “O
que estabelecemos como meta
para nós mesmos com
Jerry, Gore, Johnny e todos
os outros”, conta
Elliott, “foi descobrir
um jeito de fazer mais dois
filmes que partissem do
primeiro, mas que ainda
assim fossem únicos
isoladamente. O que tivemos
que fazer com cada um deles
foi - tão rápido
quanto possível e
sempre dentro da história
- satisfazer as expectativas.
E depois partimos para o
desafio de ultrapassar isso
e criar acontecimentos que
as pessoas jamais esperassem
ver. O que não é
nada fácil.”
“Em termos gerais,
o tema que abordamos em
No Fim do Mundo (At World’s
End),” explica Terry
Rossio, “é
a essência do que
é realmente necessário
para se ser uma boa pessoa;
e cada pessoa enfrenta essa
luta. Nós abraçamos
o conceito de que todos
os filmes do gênero
pirata são sobre
ambigüidade moral,
e que pessoas boas podem
ser forçadas a se
envolver em circunstâncias
em que elas acabem fazendo
algo ruim. Então,
do ponto de vista de cada
personagem, todos eles têm
que passar por esse desafio,
essa transformação,
enfrentar sua própria
capacidade de realizar algo
com que não se sintam
à vontade para fazer,
e ter que fazer escolhas
realmente difíceis.
Nesse sentido, cada personagem
da história tem um
momento perverso em determinado
ponto do filme.” “Nunca
há confiança
alguma entre qualquer dos
personagens no filme”,
acrescenta Jerry Bruckheimer.
“Há sempre
um plano tortuoso para beneficiar
seus próprios interesses.
No Fim do Mundo (At World's
End) é um filme sobre
quem vai acabar onde, quando
e como; e é uma disputa
constante.”
Mais uma vez, a exemplo
do que ocorreu nos dois
primeiros filmes, Elliott
e Rossio foram presenças
constantes no set, do Caribe
a Hollywood e mais além.
“A contribuição
deles foi imensa”,
diz Bruckheimer, “porque
eles trabalhavam com Gore
e os atores diretamente
no set, para garantir que
tudo estivesse correto para
o filme e para seus personagens.”
“Escrever um roteiro
é de fato uma arte”,
explica Bruckheimer. “Nos
idos anos 1930 e 40, Hollywood
decidiu dar uma oportunidade
a jornalistas, romancistas,
qualquer um que fosse capaz
de escrever e muitos deles
se saíram mal ao
redigir um roteiro, que
é uma forma de arte
bastante diferente. Ted
e Terry são mestres
nesta arte. Eles amam filmes
antigos e novos. Eles controlam
tudo que acontece no filme.
Sabem bem o que é
necessário para criar
um grande personagem, porque
estudaram e trabalham nisso
há muitos anos. E
eles são atualizados.
Ted e Terry pegam as premissas
convencionais dos filmes
do gênero pirata que
parecem ultrapassadas e
clichês, e viram tudo
do avesso, de modo a torná-las
interessantes e novas. Com
Gore, eles reinventaram
completamente, do ponto
de vista cinematográfico,
o gênero pirata.”
A abrangência geográfica
da história se expande
desde a antiga Cingapura
até reinos míticos
mais além, novos
personagens são apresentados,
tais como o pirata chinês
capitão Sao Feng
e um personagem crucial
que foi trazido de volta:
o capitão Barbossa,
que retornou recentemente
do outro lado do mundo -
desta vez em uma desconfortável
aliança com seu antigo
inimigo Jack Sparrow, contra
a armada da Companhia das
Índias Orientais.
Nós também
conhecemos a Confraria Internacional
de Piratas em seu esconderijo
na Cidade dos Náufragos,
uma galeria de piratas trapaceiros
oriundos dos sete mares,
incluindo o Guardião
do Código, capitão
Teague, interpretado por
ninguém menos que
Keith Richards, o imortal
guitarrista dos Rolling
Stones. Também retornando
do primeiro filme estão
Murtogg e Mullroy, os dois
soldados britânicos
mais obtusos do século
18.
Fazendo uso da famosa atração
Piratas do Caribe do parque
temático da Disney
(a última de que
o próprio Walt Disney
participou pessoalmente
da criação)
como ponto de partida, Piratas
do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), desafiando
algumas expectativas pouquíssimo
entusiasmadas para "um
filme baseado em uma atração
de parque temático",
foi um tremendo sucesso
em todas os territórios
em que foi exibido desde
sua estréia no dia
9 de julho de 2003, totalizando
um faturamento bruto, apenas
nos Estados Unidos de US$305.413.918
e, incluindo os lançamentos
internacionais - que bateram
todos os recordes - atingiu
um total mundial de US$653.913.918.
O filme também recebeu
cinco indicações
ao Oscar®, incluindo
a de Melhor Ator para Johnny
Depp. O primeiro filme Piratas
foi tão bem-sucedido
que a atração
do parque temático,
Piratas do Caribe, foi remodelada
pela Walt Disney Imagineering
tanto na Disneylândia,
em Anaheim como na Walt
Disney World, em Orlando,
na Flórida - a tempo
da estréia de O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest), de forma que os
personagens do filme, incluindo
os capitães Jack
Sparrow e Barbossa, bem
como Davy Jones, foram criteriosamente
inseridos de maneira a resguardar
o que fez com que a atração
original se tornasse a favorita
absoluta entre os visitantes
do parque… com a esperança,
é claro, de que o
segundo filme iria, pelo
menos, equiparar-se ao primeiro
em popularidade.
Mas nem mesmo Bruckheimer,
Verbinski ou os estúdios
Walt Disney foram capazes
de prever o que aconteceria
quando o segundo filme da
trilogia, Piratas do Caribe:
O Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest), estreou em 7 de
julho de 2006. O espírito
do tempo é uma entidade
misteriosa e Piratas obviamente
se conectou diretamente
em seu circuito, pois O
Baú da Morte (Dead
Man’s Chest) se tornou
um fenômeno cultural
instantâneo. No final
de semana de estréia,
o filme bateu todos os recordes
de bilheteria norte-americana,
acumulando impressionantes
US$135.745.219, ultrapassando
o anterior campeão
de 2002, O Homem Aranha
(Spider-Man), em mais de
US$20 milhões. Grande
Vitória dos "Bruckaneiros",
exclamava a manchete do
periódico de Hollywood,
Daily Variety, em seu estilo
editorial característico,
destacando que os números
dos três primeiros
dias superavam até
o atual recorde do fim de
semana de quatro dias...
e que a sexta-feira totalizou
US$55,5 milhões,
estabelecendo um novo marco
para o melhor resultado
de um único dia…
e que até sábado,
a receita bruta de US$100,2
milhões foi a maior
já registrada para
um período de dois
dias, o que significou que
O Baú da Morte (Dead
Man’s Chest) foi o
primeiro filme da história
da indústria cinematográfica
a quebrar a sagrada marca
dos US$100 milhões
em 48 horas. A essa altura,
o filme recebeu o status
de evento de primeira grandeza,
como foi evidenciado pela
legião de fãs
que varreu o quadro demográfico
e esperou nas filas durante
horas, muitos levando acessórios
de pirata, outros detalhadamente
trajados dos pés
à cabeça,
mais parecendo personagens
saídos diretamente
do set de filmagem.
Ao final do segundo fim
de semana, O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest) havia ultrapassado
a marca de US$200 milhões
em seu oitavo dia de lançamento
- outro recorde esmagador
- totalizando US$258,2 milhões
em apenas dez dias, com
US$125 milhões adicionais
em 24 países fora
dos Estados Unidos e Canadá.
Toda e qualquer dúvida
que porventura ainda pairasse
com relação
à carreira de Piratas
foi deixada de lado no terceiro
fim de semana de O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest), quando o filme deixou
para trás quatro
novos lançamentos
de primeira grandeza e se
tornou o filme que mais
rapidamente ultrapassou
a marca de US$300 milhões
nos mercados norte-americano
e canadense da história
da indústria cinematográfica
(e bateu a marca milionária
de US$305 milhões
de A Maldição
do Pérola Negra).
No mercado internacional,
onde abriu em 11 novos territórios,
a história se repetiu,
continuamente. Primeiro
colocado em todos os lugares.
Longas filas de Tóquio
a Mumbai até Varsóvia
e por aí vai. Até
setembro de 2006, O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest) tornou-se tão
somente o terceiro integrante
do clube dos bilionários
e ainda se tornou, internacionalmente,
o terceiro filme de maior
faturamento bruto da história
da indústria cinematográfica.
O público havia se
pronunciado, e de forma
bem clara, em todo o mundo.
O filme também foi
honrado com quatro indicações
ao prêmio da Academia®
e John Knoll, Charles Gibson,
Hal Hickel e Allen Hall
ganharam o Oscar® na
categoria de Melhor Efeito
Visual.
Todos os cineastas sabiam
que o público, apesar
de ter ficado empolgado
com os dois primeiros filmes,
iria, sem sombra de dúvida,
atrás de um fator
"surpresa" no
terceiro filme. E eles estavam
inteiramente preparados
para corresponder às
expectativas. “Nós
queríamos contar
uma história que
fosse uma batalha épica
entre a liberdade e o conformismo”,
diz o produtor executivo
Mike Stenson. “Uma
questão fundamental
do filme é: 'por
que deveríamos gostar
de piratas?' Isso de fato
nos remete ao sentimento
infantil de querer ser um
pirata... de querer fazer
algo relativo à liberdade,
à ausência
de regras, e não
ter que lidar com autoridade.
Conforme vamos crescendo,
temos que lidar com mais
e mais questões que
envolvem autoridade e conformismo…
mas isso não significa
que em uma noite de sexta-feira
você não queira
deixar o terno e a gravata
de lado e passar algumas
horas experimentando aquela
versão mais sombria,
independente e fanfarrona
de você mesmo. Que
é o que eu acho que
traz à tona a paixão
das pessoas por esses filmes.”
“O primeiro filme
não ficou nem na
lista preliminar dos dez
mais do verão”,
acrescenta o produtor executivo
Chad Oman da Jerry Bruckheimer
Films. “Então
O Baú da Morte (Dead
Man's Chest) faturou o dobro
do que esperávamos,
o que foi bastante surpreendente.
O problema é nos
dar conta, depois das comemorações,
do que realmente teríamos
que fazer em No Fim do Mundo
(At World's End).’”
“De certa forma, o
aspecto mais prazeroso de
Piratas é que ele
se tornou um tipo de fenômeno
cultural que platéias
de todo o mundo receberam
com muito carinho”,
diz o produtor executivo
Bruce Hendricks. “É
preciso dar crédito
a Jerry, Gore, Ted e Terry
e Johnny e a todo o elenco
por isso. O filme mudou
para sempre a abordagem
do gênero pirata,
que estava praticamente
morto. Agora ele foi re-inventado,
independentemente do fato
de nós - ou qualquer
outra pessoa - fazermos
ou não mais filmes
de pirata, existe um modo
diferente de se olhar para
esses filmes atualmente.
”
Depois do enorme sucesso
de bilheteria de O Baú
da Morte (Dead Man’s
Chest) em todo o mundo,
os astros do filme ainda
estavam processando seu
impacto. “Sabe, foi
chocante”, admite
Johnny Depp. “Eu ainda
estou meio atordoado com
o fato de tantas pessoas
de tantos cantos do planeta
terem recebido tão
bem os filmes e o capitão
Jack, e de várias
formas meio que se apropriaram
do personagem. Nunca me
aconteceu nada nem parecido
com isso antes, mas o que
aconteceu com Piratas não
aconteceu com muita gente.
É muito, muito comovente
e emocionante, a idéia
de que as pessoas sintam
uma ligação
tão forte com o capitão
Jack. Quer dizer, ver essas
criancinhas vestidas como
o personagem, falando como
ele. É simplesmente
incrível”,
confessa o ator.
Depp ficou entusiasmado
de continuar a desenvolver
a jornada do capitão
Jack em No Fim do Mundo
(At World’s End).
“Quando vimos Jack
pela última vez em
O Baú da Morte (Dead
Man's Chest)”, segue
explicando Depp: “ele
estava se debatendo na boca
do Kraken, e quando nós
o vemos novamente em No
Fim do Mundo (At the World's
End), ele está nos
Domínios de Davy
Jones, que é um conceito
de além-purgatório,
uma espécie de inferno
em que ele se vê cercado
por ele mesmo. Achei realmente
brilhante a idéia
de levar esse cara para
lá e não obrigá-lo
a encarar seus demônios,
mas sim as várias
facetas de sua própria
personalidade.” “É
uma idéia interessante
o fato de Jack Sparrow ter
um momento de honestidade
que muito provavelmente
pode ser a sua destruição”,
acrescenta o roteirista
Ted Elliott. “Ele
diz isso no primeiro filme
- na verdade acontece no
segundo filme -, e neste
terceiro filme Jack diz:
'Olha, eu desisti dessa
história toda de
ter um lado honesto porque
todos nós vimos para
onde esse lado me levou.'
Esta se torna a batalha
de Jack ao longo da jornada…
o que você está
disposto a fazer para conseguir
o que quer?”
“Johnny Depp é
um ator muito surpreendente,
singular e nem um pouco
convencional”, acrescenta
Jerry Bruckheimer, “que
cria personagens originais
memoráveis pelos
quais o público simplesmente
se apaixona. O capitão
Jack era algo diferente
de tudo que o público
já havia visto nas
telas, um personagem bêbado
e fanfarrão muitas
vezes quase incapaz de se
manter de pé, mas
tão esperto e inteligente
que invariavelmente leva
vantagem sobre todos que
o cercam. E Johnny faz isso
em todos os filmes. Esteja
ele interpretando Willy
Wonka em A Fantástica
Fábrica de Chocolate
(Charlie and the Chocolate
Factory), J.M. Barrie em
Em Busca da Terra do Nunca
(Finding Neverland) ou Donnie
Brasco, ele cria algo tão
indelével que fica
muito difícil de
entender como ele cria essa
mágica.”
Geoffrey Rush, fã
declarado dos três
filmes, ficou realmente
encantado com a oportunidade
de mais uma vez se transformar
no capitão Barbossa.
“Eu sempre achei que
O Baú da Morte (Dead
Man’s Chest) e At
World’s End (No Fim
do Mundo) fossem na verdade
um único grande filme,
com um intervalo instigante
entre eles”, observa
Rush, que segue contando:
“Eu digo isso de forma
bem egoísta, porque
eu não faço
nada no segundo filme. Eu
estou morto. Mas tenho uma
fantástica aparição
no fim do filme. No Fim
do Mundo (At World’s
End) galvaniza 15 tramas
principais que foram sendo
pinceladas ao longo do primeiro
e do segundo filmes e meio
que as resgata. “Há
uma mudança na personalidade
de Barbossa no terceiro
filme”, continua Rush.
“Eu acho que em No
Baú da Morte (Dead
Man's Chest), Davy Jones
se torna o vilão
ou a força maligna
no centro do filme por Barbossa
estar ausente. Quando ele
ressurge, na verdade ele
retorna como uma espécie
de político - o que
é ótimo para
mim porque isso acabou significando
que eu não tinha
que fazer as mesmas coisas,
e nem trilharia a mesma
linha dramática como
fiz no primeiro filme, que
foi principalmente rivalizar
com Jack. Quer dizer, isso
certamente ainda está
presente, mas meu trabalho
em No Fim do Mundo (At World's
End) é garantir que
a verdadeira herança
romântica dos piratas,
como uma fraternidade errante
no mar, mantenha sua identidade
contra esse cruel mundo
corporativo da Companhia
das Índias Orientais
que quer acabar com eles.
Então eu me tornei
um grande manipulador e
acho que as conhecidas características
de Barbossa de trair e forçar
as pessoas a fazerem coisas
que elas não querem
fazer, é o modo como
ele age.” “Nós
todos continuamos nos mesmos
personagens”, acrescenta
Orlando Bloom, “mas,
felizmente, eles se desenvolvem
neste terceiro filme. Will
Turner definitivamente mostra
mais algumas facetas. No
segundo filme, o grande
conflito de Will é
a escolha entre seu pai
e seu amor por Elizabeth.
Ele não só
quer o bolo, mas também
quer comê-lo. Ele
quer resgatar seu pai Bootstrap
Bill e também quer
ficar com a garota que ama,
mas as duas coisas são
opostas e incompatíveis.
“Quando No Fim do
Mundo (At the World's End)
começa”, segue
contando Bloom: “Will
adotou o código pirata
que ele tanto repudiava
no começo de A Maldição
do Pérola Negra (The
Curse of the Black Pearl),
visando seus próprios
propósitos. Foi feita
uma promessa de que ele
salvaria a vida de seu pai
e Will tentará e
fará tudo que puder
para cumprir a promessa,
não se esquecendo
de que ele ainda ama Elizabeth
e que quer tê-la de
volta em sua vida. O terceiro
filme revela a verdadeira
natureza de todos os personagens
e é ótimo
embarcar em uma jornada
com Will na qual você
não está bem
certo a direção
que ele irá tomar.”
“Elizabeth sente uma
certa dose de culpa por
ter entregado Jack para
o Kraken no final de O Baú
da Morte (Dead Man's Chest)”,
diz Keira Knightley, sobre
seu personagem cada vez
mais determinado e seguro
de si, “mas acho que
foi algo que tinha que ser
feito naquele momento."
Mas aí ela descobre
que, na verdade, o que eles
realmente precisam fazer
é salvá-lo.
Neste ponto da história,
Elizabeth é certamente
bem mais do que a garota
que era apenas uma mera
espectadora. Foi maravilhoso
interpretar uma garota forte
e interessante e que não
tem medo de encarar uma
briga.” “Keira
se tornou uma mulher ao
longo da realização
desses três filmes",
observa Jerry Bruckheimer,
“e Elizabeth é
um personagem extremamente
astuto. Ela começa
como a filha mimada de um
governador rico e, ao longo
da história, torna-se
uma mulher que rompe padrões
sociais e se transforma
em uma lutadora tão
feroz e competitiva quanto
Will e o capitão
Jack.”
Bill Nighy também
ficou muito satisfeito em
levar mais além o
personagem Davy Jones no
terceiro filme, e também
de inserir no malvado personagem
uma farta dose perceptível
de humanidade. “Davy
agora está a serviço
da Companhia das Índias
Orientais e do lorde Cutler
Beckett, com certeza a primeira
vez em que está a
serviço de alguém.
Ele não é
mais o livre lorde dos mares.
Em No Fim do Mundo (At World's
End), você vê
como o amor e a traição
destruiu a vida de Davy
e arruinou sua existência.
Tudo que ele queria é
Calypso e agora quer esquecer
essa terrível decepção
amorosa. Ele sofre de maneira
intensa. Davy é um
amante, e está profundamente
devastado pela perda dessa
mulher. Pessoas como Davy
que nunca, jamais se ligaram
a alguém, quando
se envolvem e perdem, padecem
para todo o sempre. E, sabe,
esses são homens
perigosos, com certeza há
profundos danos emocionais.
É uma questão
crucial na vida de Davy
Jones o fato de que ele
nunca vai se recuperar disso.”
“Eu já vivi
bastante com Gore e é
uma vida muito agradável”,
diz rindo, Stellan Skarsgård,
que retorna como Bootstrap
Bill, o pai amaldiçoado
de Will Turner. “E
é surpreendente porque
quando se trabalha em uma
produção grande
como esta, você acha
que trabalhar diante das
câmeras será
muito diferente dos filmes
independentes que eu fiz
anteriormente. Mas não
é, porque há
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