PIRATAS DO CARIBE - NO FIM DO MUNDO
Original: PIRATES OF THE CARIBBEAN AT WORLDS END
Produtora: WALT DISNEY
Ano de Produção: 2007

País de Origem:
EUA
SOBRE O ELENCO
JOHNNY DEPP (Capitão Jack Sparrow) reprisa seu papel indicado ao Oscar® e a dois prêmios Globo de Ouro® do capitão Jack Sparrow em Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End). Depp foi indicado aos prêmios da Academia®, ao Globo de Ouro®, ao prêmio da Academia Britânica de Cinema e Televisão (BAFTA) e ao Screen Actors Guild por seu desempenho como o capitão Jack em Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), e mais uma indicação ao Globo de Ouro® por Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest).

Depp foi aclamado pela crítica e pelo público por seu fabuloso desempenho em uma memorável variedade de papéis em grandes produções do cinema. Mais recentemente, colaborou com o diretor Tim Burton pela quarta e quinta oportunidades em A Fantástica Fábrica de Chocolate (Charlie and the Chocolate Factory), pelo qual o ator foi indicado ao Globo de Ouro® de Melhor Ator em Comédia e Musical e em A Noiva Cadáver (Corpse Bride), indicado pela Academia® em 2005 na categoria de Melhor Filme de Animação. Baseado no adorado clássico de Roald Dahl, Depp interpretou o excêntrico especialista em chocolate Willy Wonka em A Fantástica Fábrica de Chocolate (Charlie and the Chocolate Factory), cuja estréia trouxe excelentes críticas e foi sucesso internacional de bilheteria. Em A Noiva Cadáver (Corpse Bride), de Tim Burton, Depp emprestou sua voz para o personagem principal, Victor Van Dort, no muito criativo filme animado, que foi um mais celebrados lançamentos do ano passado. Mudando totalmente de gênero, o ator estrelou recentemente ao lado de John Malkovich e Samantha Morton em O Libertino (The Libertine), de Laurence Dunmore, no papel do poeta do século 17, John Wilmot, Earl of Rochester. Depp concluiu recentemente as filmagens do personagem título de Sweeney Todd, novamente dirigido por Tim Burton do famoso musical de Stephen Sondheim sobre o barbeiro assassino da Rua Fleet.

Depp recebeu indicações ao prêmio da Academia®, ao Globo de Ouro®, ao Screen Actors Guild e ao BAFTA por seu desempenho como J.M. Barrie em Em Busca da Terra do Nunca (Finding Neverland), de Mark Forster, no qual estrelou ao lado de Kate Winslet e Freddie Highmore. Em sua filmografia inclui ainda: Janela Secreta (Secret Window), de David Koepp; Era Uma Vez No México (Once Upon A Time in Mexico), de Robert Rodriguez; Do Inferno (From Hell), de Albert e Allen Hughes; Profissão de Risco (Blow), de Ted Demme; a comédia romântica Chocolate (Chocolat), de Lasse Hallstrom; Antes do Anoitecer (Before Night Falls), de Julian Schnabel, Por que os Homens Choram (The Man Who Cried), de Sally Potter; A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (Sleepy Hollow), de Tim Burton; O Último Portal (The Ninth Gate), de Roman Polanski e Medo de Delírio em Las Vegas (Fear and Loathing in Las Vegas), de Terry Gilliam.

Saudado como o melhor ator de sua geração por seu desempenho em Donnie Brasco (Donnie Brasco), de Mike Newell, co-estrelado por Al Pacino, Deep também estrelou em Dead Man (Dead Man), de Jim Jarmusch e em Don Juan DeMarco (Don Juan DeMarco), de Jerremy Leven, no papel do homem que se considera o maior amante mundo, contracenando com os atores legendários Marlon Brando e Faye Dunaway.
Foi seu desempenho espetacular no papel-título de Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands), de Tim Burton, que o estabeleceu como um dos atores mais requisitados de Hollywood e lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro® de Melhor Ator. Foi honrado com uma segunda indicação ao Globo de Ouro® por seu desempenho em Benny e Joon (Benny & Joon), dirigido por Jeremiah S. Chechik. Voltou a trabalhar com Tim Burton no sucesso de crítica Ed Wood (Ed Wood), quando foi pela terceira vez indicado ao Globo de Ouro® de Melhor Ator.

Entre seus outros filmes estão: Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador (What’s Eating Gilbert Grape?), de Lasse Hallstrom; Arizona Dream – Um Sonho Americano (Arizona Dream), de Emir Kusturica e Tempo Esgotado (Nick of Time), de John Badham. Depp começou sua carreira na música, como integrante de uma banda de rock chamada Kids, que acabou levando-o para Los Angeles. Quando a banda se separou, ele decidiu seguir a carreira de ator e seu primeiro papel importante foi em A Hora do Pesadelo (Nightmare on Elm Street). Atuou em seguida em vários longas de Oliver Stone incluindo o vencedor do Oscar®, Platoon (Platoon). A seguir, foi escalado no papel que se tornaria sua revelação, o do detetive Tim Hanson, no seriado popular da Fox television, 21 Jump Street. Estrelou a série durante quatro temporadas, antes de passar às telonas, estrelando Cry Baby (Cry-Baby), no papel de John Waters. Depp estrelou e fez sua estréia na direção em O Bravo (The Brave), um filme baseado no romance de Gregory McDonald, com roteiro escrito por ele próprio e por seu irmão, D.P. Depp.

ORLANDO BLOOM (Will Turner) reprisa seu papel de Will Turner ao lado de Johnny Depp e Keira Knightley em Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World's End).
Bloom conquistou fama internacional no papel de Legolas na trilogia de O Senhor dos Anéis (The Lord of the Rings), de Peter Jackson: A Sociedade do Anel (The Fellowship of the Ring), As Duas Torres (The Two Towers) e O Retorno do Rei (The Return of the King). Foi visto estrelando no longa independente Haven, de Frank E. Flowers, no qual também foi produtor executivo.
Trabalhou com Ridley Scott em Falcão Negro em Perigo (Black Hawk Down) e voltou a trabalhar com Scott no drama épico Cruzadas (Kingdom of Heaven). Depois disso, fez seu primeiro papel americano contemporâneo ao lado de Kirsten Dunst em Tudo Acontece em Elizabethtown (Elizabethtown), de Cameron Crowe. Em sua filmografia inclui ainda Ned Kelly (Ned Kelly) com Heath Ledger e Tróia (Troy), de Wolfgang Petersen, ao lado de Brad Pitt e Eric Bana.

Bloom nasceu em Canterbury, na Inglaterra. Entrou para o National Youth Theater de Londres e em seguida conseguiu uma bolsa de estudos para cursar a British American Drama Academy. Após concluir seus estudos, estreou em Wilde, da BBC, contracenando com Jude Law. Ele foi então aceito na Escola de Música e Teatro Guildhall, de Londres. Durante os quatro anos em que esteve lá, atuou em várias produções, entre elas: Little Me, A Month in the Country, Peer Gynt, Mephisto e Twelfth Night. Depois de formado, Bloom, que na época era desconhecido, foi escalado no papel que lançaria sua carreira internacionalmente.

A relativamente curta, porém memorável, carreira da atriz de 22 anos KEIRA KNIGHTLEY (Elizabeth Swann) chega agora ao auge com as indicações ao Globo de Ouro® e ao Oscar® em 2005, na categoria de Melhor Atriz, por sua luminosa e internacionalmente aclamada interpretação de Elizabeth Bennet, na adaptação cinematográfica Orgulho e Preconceito (Pride & Prejudice), de Joe Wright. O conjunto notável de trabalhos realizados por Knightley, com tão pouca idade, demonstra não apenas uma extraordinária versatilidade, mas também um espírito artisticamente aventureiro ao selecionar uma ampla gama de projetos de diversos gêneros.

Knightley chegou às manchetes com o sucesso inesperado Driblando o Destino (Bend It Like Beckham), de Gurinder Chadha, no papel da jogadora adolescente Jules Paxton, ao lado de Parminder K. Nagra. Foi então selecionada pelo diretor Gore Verbinski e pelo produtor Jerry Bruckheimer para interpretar Elizabeth Swann, contracenando com o capitão Jack Sparrow, de Johnny Depp, com Will Turner, de Orlando Bloom e com o capitão Barbossa, de Geoffrey Rush, no blockbuster mundial de 2003 Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl). Demonstrando possuir doses iguais de beleza e determinação como a jovem aristocrática levada em uma aventura fantástica, Knightley interpretou novamente Elizabeth em Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) e Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End). Depois de concluir Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), ela iniciou imediatamente a produção de outro épico, produzido por Jerry Bruckheimer, Rei Arthur (King Arthur), no qual interpretou Guinevere. Com direção de Antoine Fuqua, o filme também foi estrelado por Clive Owen, no papel de Arthur.

Em novembro de 2003, Knightley foi vista em Simplesmente Amor (Love, Actually), de Richard Curtis, como parte de um notável elenco que incluiu Colin Firth, Hugh Grant, Laura Linney, Liam Neeson, Alan Rickman e Emma Thompson. Além de Orgulho e Preconceito (Pride & Prejudice) — no qual estrelou com Matthew Macfadyen, Brenda Blethyn, Judi Dench e Donald Sutherland — em 2005, Knightley também fez o papel da controvertida modelo transformada em caçadora, Domino Harvey, no inovador drama de ação Domino – A Caçadora de Recompensas (Domino), de Tony Scott. Em 2006, Knightley viajou para a Europa, durante um intervalo das filmagens de Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) e de Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World's End), para estrelar para o diretor François Girard (O Violino Vermelho) a adaptação cinematográfica do livro campeão de vendas, Silk, escrito por Alessandro Baricco. No drama romântico também estrelam Michael Pitt, Alfred Molina e Koji Yakusho. Logo depois estrelou Atonement para o diretor de Orgulho e Preconceito (Pride & Prejudice), Joe Wright.

A Chanel anunciou, em abril de 2006, que Knightley será o novo rosto do perfume Coco Mademoiselle.
Knightley estreou como atriz aos sete anos de idade na televisão britânica em Royal Celebration e entre seus primeiros créditos estão os longas-metragens: A Village Affair, Mentiras Inocentes (Innocent Lies) e Guerra nas Estrelas: Episódio 1 – A Ameaça Fantasma (Star Wars: Episode 1 – The Phantom Menace), bem como atuações na série de televisão The Bill e nos telefilmes Treasure Seekers, Coming Home, Princess of Thieves, da Walt Disney (no papel de Gwyn, filha de Robin Hood) e nas minisséries Oliver Twist e Doctor Zhivago, no qual interpretou Lara Antipova, na adaptação do romance clássico de Boris Pasternak. Em sua filmografia inclui ainda O Buraco (The Hole), Pure e Camisa de Força (The Jacket), um suspense que estrelou ao lado de Adrien Brody. Filha da dramaturga Sharman Macdonald e do ator Will Knightley, ela nasceu em Teddington, Middlesex, na Inglaterra e atualmente mora em Londres.

GEOFFREY RUSH (Capitão Barbossa), um dos mais respeitados atores da atualidade, começou sua carreira no teatro australiano e desde então atuou em mais de 70 produções teatrais e em mais de 20 longas-metragens. Despois de sua participação surpresa no último minuto de Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest), Rush agora retorna com força total em No Fim do Mundo (At World’s End).

Geoffrey Rush ganhou o Emmy®, o Globo de Ouro® e o Screen Actors Guild por seu desempenho cativante no filme da HBO, The Life and Death of Peter Sellers, no qual interpretou o papel-título. Ele foi visto no filme indicado ao prêmio da Academia Munique (Munich) quando foi dirigido por Steven Spielberg e filmou recentemente Elizabeth: The Golden Age, da Universal Pictures. Ele chamou a atenção internacional pela primeira vez como protagonista do longa Shine - Brilhante (Shine), de Scott Hicks, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator da Academia como o pianista pródigio David Helfgott. Ele também ganhou um Globo de Ouro® e prêmios do Screen Actors Guild, da Academia Britânica de Filme e Televisão, do Círculo de Críticos de Cinema da Austrália, do Broadcast Film Critics, do AFI e das Associações de Críticos de Nova York e de Los Angeles, pelo mesmo filme. Rush também foi indicado ao Oscar® por seu desempenho em Contos Proibidos do Marquês de Sade (Quills), de Philip Kaufman, e indicações ao Oscar® e ao Globo de Ouro® por Shakespeare Apaixonado (Shakespeare in Love).

Entre seus outros créditos estão: Candy (Candy), O Amor Custa Caro (Intolerable Cruelty), Procurando Nemo (Finding Nemo), Ned Kelly (Ned Kelly), Lantana (Lantana), Frida (Frida), O Alfaiate do Panamá (The Tailor of Panama), A Casa da Colina (House on Haunted Hill), Heróis Muito Loucos (Mystery Men), Elizabeth (Elizabeth), Os Miseráveis (Les Miserables), A Little Bit of Soul, Children of the Revolution, On Our Selection, Twelfth Night, Oscar e Lucinda (Oscar and Lucinda) e Starstruck.

Rush formou-se em Inglês pela Universidade de Queensland, antes de associar-se a Jacques Lecoq School of Mime, Movement and Theatre de Paris. Ao voltar para Austrália, estrelou a produção teatral de Rei Lear (King Lear), e contracenou com Mel Gibson em Esperando Godot (Waiting for Godot). Foi o principal membro da pioneira Lighthouse Ensemble, de Jim Sharman, no início dos anos 1980, interpretando papéis protagonistas em inúmeros clássicos. Seu trabalho no teatro rendeu-lhe muitos prêmios, incluindo o do Círculo de Críticos de Sydney de Melhor Desempenho, o Variety Club de Melhor Ator e o Victorian Green Room em 1990 por seu desempenho aclamado em The Diary of a Madman, de Neil Armfield. Também foi indicado ao prêmio de Melhor Ator pelo Círculo de Críticos de Sydney por seu trabalho em The Government Inspector, de Gogol; Uncle Vanya, de Chekhov e Oleanna, de Mamet. Em 1994 ganhou o prestigioso prêmio Sidney Myer Performing Arts por seu trabalho no teatro. Rush mora em Melbourne, na Austrália, com sua mulher Jane e seus dois filhos.

STELLAN SKARSGARD (Bootstrap Bill) tornou-se conhecido do público em todo o mundo depois de atuar, ao lado de Emily Watson, em Ondas do Destino (Breaking the Waves), de Lars von Trier. Mas a carreira de Skarsgard se estende por mais de 30 anos, com inúmeros desempenhos brilhantes em uma ampla gama de filmes, peças de teatro e papéis na televisão. Ainda durante a adolescência, na Suécia, sua terra natal, Skarsgard foi astro da série de TV de 1968, Bombi Bitt och jag e, aos 20 anos de idade, já era um experiente ator de TV, cinema e teatro. Com Um Assassinato Perfeito (The Simple-Minded Murderer), de Hans Alfredson, a fama de Skarsgard, que é natural de Gotemburgo, espalhou-se para além da Escandinávia. Sua interpretação do ingênuo levado a agir com violência devido a crueldade dos outros rendeu-lhe o Urso de Prata do Festival de Cinema de Berlim.

Desde então, depois de mais de 60 filmes, Skarsgard provou ser um ator extremamente versátil. Ao longo de sua carreira, estrelou como o superagente sueco Carl Hamilton em Code Name Coq Rouge, de Pelle Berglund e em The Democratic Terrorist. Interpretou o papel-título em Good Evening, Mr. Wallenberg, de Kjell Grede — a história real de um diplomata sueco que salvou milhares de judeus de Auschwitz. Entre seus outros créditos de destaque no cinema escandinavo estão: P&B, de Alfredson; The Serpent’s Way; Up the Naked Rock, de Bo Widerberg; Friends, de Kjell-Ake Andersson; Hip Hip Hurrah!, de Grede; The Women on the Roof, de Carl Gustaf Nykvist; O Boi (The Ox), de Sven Nykvist (indicado ao prêmio da Academia de Melhor Filme Estrangeiro); The Slingshot, de Ake Sandgren; Zero Kelvin (Zero Kelvin), de Hans Petter Moland e ainda Aberdeen (Aberdeen) e Insônia (Insomnia), de Erik Skjoldvjaerg.

A reputação de Skarsgard rendeu-lhe mais papéis nos Estados Unidos e em todo o mundo, com desempenhos importantes em filmes como: Caçada ao Outubro Vermelho (The Hunt for Red October), de John McTiernan; Wind – A Força dos Ventos (Wind), de Carroll Ballard; Savior – A Última Guerra (Savior), Peter Antonijivic; Meu Filho O Fanático (My Son the Fanatic), de Udayan Prasad; Amistad (Amistad), de Steven Spielberg; Gênio Indomável (Good Will Hunting), de Gus Van Sant; Ronin (Ronin) de John Frankenheimer; Do Fundo do Mar (Deep Blue Sea), de Renny Harlin; Signs and Wonders, de Jonathan Nossiter; Time Code (Time Code), de Mike Figgis; Taking Signs, de Istvan Szabo e Cidade de Fantasmas (City of Ghosts), de Matt Dillon. Depois de Ondas do Destino (Breaking the Waves), vencedor do Grande Prêmio do Festival de Cinema de Cannes, Skarsgard estrelou outra vez para Lars von Trier em Dogville (Dogville).

Mais recentemente, foi visto em Rei Arthur (King Arthur), uma produção de Jerry Bruckheimer, ao lado de Clive Owen e Keira Knightley; fez o papel do Padre Merrin em Exorcista: O Início (Exorcist: The Beginning), de Renny Harlin e em Beowulf & Grendel, de Sturla Gunnarsson, rodado na Islândia. Ao mesmo tempo em que filmou Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest), Skarsgard também viajou para a Espanha para estrelar no papel-título de Goya’s Ghost, de Milos Forman, como o legendário pintor espanhol Francisco Goya. Em seguida interpretou um papel em Waz. Atualmente, Skarsgård está se preparando para seu próximo filme, Mamma Mia. Na televisão atuou em School for Wives, estrelado por Ingmar Bergman; em The Wild Duck, de Bo Widerberg; e, nos EUA, em Noon Wine, na PBS; The Harlan County War, no Showtime; e Helen of Troy, no canal USA. É também um consagrado ator de teatro na Suécia, tendo trabalhado por 16 anos no Royal Dramatic Theatre de Estocolmo, com diretores do calibre de Ingmar Bergman, Alf Sjoberg e Per Verner-Carlsson.

BILL NIGHY (Davy Jones) nasceu em Caterham, Surrey, na Inglaterra em 1949 e estudou interpretação na Guildford School of Acting. Estreou com ator profissional no Newbury's Watermill Theatre e, em seguida, aprimorou seu talento em teatros regionais como o Edinburgh Traverse, o Chester Gateway e o Liverpool Everyman. Seu primeiro trabalho foi em Londres, em Comings and Goings, no Hampstead Theatre, em novembro de 1978. Bill atuou com regularidade no National Theatre em uma sucessão de peças novas escritas por dramaturgos britânicos notáveis. Em 1993, estrelou como um acadêmico ambicioso em Arcadia de Tom Stoppard, uma produção de Trevor Nunn. Sete anos depois foi aclamado pela crítica por seu desempenho como o psiquiatra dr. Robert Smith em Blue/Orange, escrito por Joe Penhall e dirigido por Roger Michell. Para Nicholas de Jongh do Evening Standard, foi um “desempenho impressionante.” Este também foi um trabalho que lhe rendeu uma indicação ao prestigioso prêmio Olivier de Melhor Ator.

Bill também foi visto como Trigorin na produção do National Theatre de The Seagull, de Chekhov, contracenando com Judi Dench no papel de Arkadina. Trabalhou anteriormente com Judi Dench em Absolute Hell (BBC) e recentemente os dois se reuniram outra vez no longa aclamado Notas Sobre um Escândalo (Notes on a Scandal), também estrelado por Cate Blanchett e dirigido por Richard Eyre.
Sua longa lista de créditos na televisão inclui quase todas as mais importantes séries dramáticas da TV britânica, mas foi seu trabalho em 1991, em The Men's Room (BBC) que teve maior destaque. Mais recentemente ganhou o BAFTA de Melhor Ator e o prêmio de Melhor Ator da Royal Television Society por seu desempenho como o editor de jornal na série cult State of Play. Também estrelou dois filmes de televisão para o escritor e diretor Stephen Poliakoff: The Lost Prince, pelo qual ganhou o Golden Satellite de Melhor Ator Coadjuvante e o extraordinário Gideon's Daughter. Referindo-se ao trabalho de Nighy em Gideon's Daughter, o Herald News de Nova York declarou que “ele fascina com sua sutileza... Devia existir um prêmio para ele por fazer parecer tão real.” Sua interpretação de Lawrence, um tesoureiro oficial de meia-idade rejuvenecido pelo amor emThe Girl in the Cafe, rendeu-lhe o Globo de Ouro® de Melhor Ator em minissérie e muitos elogios da crítica. Para a Entertainment Weekly, o sr. Nighy foi “encantador sem fazer esforço” e Alessandra Stanley escreveu no New York Times que “A causa é justa, mas só o desempenho de Bill Nighy já é razão suficiente para se assistir.” O Jardineiro Fiel (The Constant Gardener) trouxe a Bill o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante do British Independent Film em 2005. Mas foi no longa Ainda Muito Loucos (Still Crazy) e seu desempenho como o envelhecido vocalista roqueiro Ray Simms que o estabeleceu no cinema e lhe rendeu o prêmio Peter Sellers de Melhor Desempenho Cômico, concedido pelo London Evening Standard. Bill ganhou o segundo prêmio Peter Sellers por sua inesquecível interpretação do pop star Billy Mack em Simplesmente Amor (Love, Actually), um desempenho muito popular que lhe rendeu o prêmio dos Críticos de Cinema de Londres e o BAFTA de Melhor Ator Coadjuvante.

Entre seus outros créditos no cinema estão Underworld, Anjos da Noite – A Evolução (Underworld: Evolution), Todo Mundo Quase Morto (Shaun of the Dead) e Amor Para Sempre (Enduring Love). Em 2003, Bill ganhou quatro prêmios de Melhor Ator Coadjuvante da Associação de Críticos de Los Angeles por seu desempenho nos longas: AKA, Lawless Heart, I Capture the Castle e Simplesmente Amor (Love Actually). Seu desempenho estelar como o pirata capitão Davy Jones – metade polvo, metade homem – em Piratas do Caribe: O Báu da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest) é reprisado em Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World's End).

Bill está atualmente na Broadway na produção teatral The Vertical Hour, de David Hare. Ele estrela ao lado de Julianne Moore a história sobre um correspondente de guerra americano que se vê desafiado por suas crenças e cultura depois de conhecer uma inglesa cujo estilo de vida é uma surpresa. The Observer afirmou que Bill “fez um dos desempenhos mais memoráveis já vistos nos placos de Nova York.”
Entre os projetos para 2007 está Easy Virtue no qual contracenará com Renee Zellweger. O filme se passa nos anos 1920 e segue a complicada experiência do encontro com os novos sogros depois que uma americana se casa com um inglês em um momento de impulso na França. Bill também faz uma participação especial em Hot Fuzz, um filme dos realizadores de Quase Todo Mundo Morto (Shaun of the Dead).

CHOW YUN-FAT (Capitão Sao Feng) foi criado em Lama Island, um pequeno vilarejo de pescadores nos arredores de Hong Kong. Sua família mudou-se para a cidade na grande ilha quando ele tinha 10 anos. Aos 17 anos ele deixou a escola para tentar a carreira de ator e, seguindo a sugestão de um amigo, inscreveu-se e foi aceito no programa de treinamento de uma rede de televisão local de Hong Kong. Depois do programa de um ano, logo assinou contrato com a rede como ator contratado e lá trabalhou durante 14 anos.

Depois de ter feito mais de 128 episódios da popular série de televisão Hotel, Chow já era um ator famoso e considerado símbolo sexual em Hong Kong. A imensa popularidade da série de televisão que fez em seguida,The Bund, consagrou-o como um nome reconhecido em toda o sul e leste da Ásia. Sua primeira grande oportunidade surgiu quando o diretor Ann Hui o convidou para estrelar em The Story of Woo Viet, trabalho que lhe rendeu aclamação da crítica pelo desempenho em um filme sério e comercial quando Hong Kong ainda produzia em massa filmes de ação de Kung Fu. A partir de então, sua carreira decolou. Ganhou vários prêmios de Melhor Ator por seu trabalho e chegou a fazer 12 filmes em 1986 – um recorde para um ator de Hong Kong.

John Woo o escalou para o papel de Mark no filme aclamado pela crítica Alvo Duplo (A Better Tomorrow). Chow atingiu status de megastar na Ásia, com seu casaco longo, seus óculos escuros e sua reluzente Baretta, que são agora suas marcas registradas. Depois de uma série de comédias românticas e dramas, o determinado Chow colaboraria então com John em O Matador (The Killer) e em Fervura Máxima (Hard-boiled) – dois filmes que chamaram a atenção da crescente legião internacional de fãs. Um novo gênero de filmes foi produzido em Hong Kong com Chow à frente. Essas histórias eram remanescentes de filmes de gangsteres estrelados por Humphrey Bogart e James Cagney, agora com Chow interpretando o trágico herói. City on Fire do diretor de Hong Kong, Ringo Lam, foi a inspiração para Assassinos Substitutos (Reservoir Dogs), de Quentin Tarantino que rendeu a Chow outro prêmio de Melhor Ator pelo papel.

Depois de ter conquistado a Ásia com mais de 68 filmes, Chow seguiu para Hollywood em 1996 para fazer seu primeiro papel falado em inglês em Assassinos Substitutos (Replacement Killers) dirigido por Antoine Fuqua. Em seguida estrelou no drama policial O Corruptor (The Corrupter) dirigido por James Foley. O épico do estúdio Fox Anna e o Rei (Anna and the King) com Jodie Foster foi considerado similar a E o Vento Levou (Gone With The Wind) quanto ao tamanho da produção, com Chow no papel do rei. Mas foi só com O Tigre e o Dragão (Crouching Tiger, Hidden Dragon) que Chow tornou-se um rosto reconhecido nos EUA, depois do sucesso de bilheteria e do Oscar®. Depois de fazer Um Monge à Prova de Balas (Bulletproof Monk), Chow trabalhou em Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End) da Disney e se reuniu novamente com Ann Hui em The Postmodern Life of my Aunt. Chow foi visto recentemente estrelando Curse of the Golden Flower e voltou a trabalhar com John Woo no videogame, ainda inédito, chamado Stranglehold.

O homem que o Los Angeles Times classificou como: “O Ator Mais Legal do Mundo”, e que a People Magazine elegeu como uma das “50 Pessoas Mais Bonitas”, continua a morar em Hong Kong onde é conhecido por seu fãs como o “Grande Irmão.” Chow passa suas horas vagas fazendo fotografias de paisagens e planeja vendê-las para arrecadar dinheiro em prol de associações de caridade locais e internacionais com as quais está envolvido.

Até interpretar o comodoro James Norrington em Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl) JACK DAVENPORT (Comodoro James Norrington) talvez fosse mais conhecido do público norte-americano graças a Peter Smith-Kingsley, no grande sucesso de crítica, O Talentoso Ripley (The Talented Mr. Ripley). Davenport fez sua estréia em Garotas de Futuro (Career Girls), de Mike Leigh. Seus créditos cinematográficos adicionais incluem: Ferocidade Máxima (Fierce Creatures), O Enigma de Talos (Talos: the Mummy), The Wisdom of Crocodiles, The Bunker e Muito Bem Acompanhada (The Wedding Date). Ele também foi visto, além de ter sido o responsável pela produção executiva, em dois curtas aclamados: Ticks e Subterrain. Após concluir seu trabalho em No Fim do Mundo (At World’s End), Davenport retornou a Grã-Bretanha para fazer um papel protagonista no longa-metragem The Key Man, também estrelado por Brian Cox e Hugo Weaving.

Na televisão, atuou nas séries Ultraviolet e Coupling, bem como em The Real Jane Austen, co-estrelado por Anna Chancellor; em The Wyvern Mystery, com Derek Jacobi e Iain Glen, da BBC; na série de seis capítulos do Canal 4 britânico, Ultraviolet; em dois episódios da série premiada This Life, da BBC; e na minissérie Dickens, na qual interpretou o filho de Charles Dickens. O ator concluiu recentemente a minissérie Mary Bryant. Atuou no rádio em Laranja Mecânica (A Clockwork Orange) e em The Cruel Sea. Participou também de uma gravação especial de Man and Superman, com Ralph Fiennes, Judi Dench e Juliet Stevenson, que marcou a celebração dos 30 anos de radiodramaturgia.

Foi indicado ao prêmio Olivier, pela peça aclamada pela crítica, The Servant, no Lyric Theatre, e atualmente está em cartaz no West End londrino, com o elogiadíssimo show solo, intitulado How to Lose Friends and Alienate People. Mais recentemente, em um intervaldo de seu trabalho em No Fim do Mundo (At World’s End), Davenport estrelou Enemies, de Gorki, no famoso Almeida Theatre de Londres. Natural de Londres, Inglaterra, estudou Literatura e Cinema na Universidade de East Anglia. É filho dos atores Maria Aitken e Nigel Davenport e é casado com a atriz Michelle Gomez.

KEVIN R. McNALLY (Joshamee Gibbs) volta a interpretar o personagem do sempre atrevido, porém leal, Joshamee Gibbs. Famoso no Reino Unido, McNally interpreta papéis protagonistas e coadjuvantes no teatro, no cinema e na televisão há quase 30 anos. Estreou no cinema na aventura de James Bond, 007 – O Espião que me Amava (The Spy Who Loved Me). Entre seus trabalhos anteriores estão: Despertar de um Pesadelo (The Long Good Friday), Enigma, Not Quite Paradise, Um Grito de Liberdade (Cry Freedom) e All Things Bright and Beautiful. Mais recentemente, foi visto em The Legend of 1900, Armadilha (Entrapment), Alto Risco (When the Sky Falls), Johnny English (Johnny English), De-Lovely – Vida e Amores de Cole Porter (De-Lovely), O Fantasma da Ópera (The Phantom of the Opera), de Andrew Lloyd Webber e em Irish Jam.

Entre os inúmeros créditos na televisão de Kevin estão: a produção indicada ao Emmy® Shackleton, da A & E, e Conspiracy, da HBO, ambas agraciadas com o prêmio BAFTA, do Reino Unido. Foi visto ao longo dos anos em várias minisséries, entre elas: Poldark II, Masada, Diana, Thin Air, Love and Reason, e nos filmes de TV Praying Mantis, Jekyll & Hyde, Stalin, Abraham, The Smiths, Dunkirk e Blood Lines. McNally também fez parte do elenco fixo de The Devil’s Crown, Tygo Road, Full Stretch, Dad, Underworld, Up Rising e de Bedtime. Nos palcos do West End londrino, viveu o personagem Alan Bennett, contracenando com Maggie Smith, em The Lady in the Van e contracenou com Juliette Binoche, em Naked. Também estrelou em Dead Funny, de Terry Johnson, no Savoy Theatre.

JONATHAN PRYCE (Governador Weatherby Swann) reprisa o personagem que interpretou em Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl) do governador Weatherby Swann. Pryce é um nome consagrado no teatro e no cinema e, ao longo de sua carreira, demonstrou ser um dos mais versáteis atores britânicos. Por seu trabalho no teatro ganhou o prêmio Olivier de Melhor Ator por Hamlet e, na categoria de Melhor Desempenho em Musical, por Miss Saigon, no qual criou o personagem do Engenheiro. Quando estrelou Miss Saigon na Broadway, ganhou os prêmios Outer Critics Circle, Drama Desk e Variety Club. Também foi indicado ao Olivier por A Megera Domada (The Taming of the Shrew), no Royal Shakespeare Company e pelo desempenho como Fagin, no revival do musical de 1995, Oliver!, no West End, dirigido por Sam Mendes. Pryce também estrelou como Henry Higgins na recente remontagem de sucesso do My Fair Lady (indicação ao Olivier) e recentemente concluiu uma longa temporada estrelando o musical de sucesso Dirty Rotten Scoundrels na Broadway. Por sua estréia em 1976 na Broadway na peça Comedians, dirigido por Mike Nichols, ganhou seu primeiro Tony e mais recentemente estrelou The Goat or Who is Sylvia, de Albee, no West End de Londres.

No cinema, também interpretou uma ampla gama de gêneros, entre os filmes de maior destaque estão: Brazil – O Filme (Brazil) e As Aventuras do Barão Munchausen (The Adventures of Baron Munchausen), de Terry Gilliam; A Idade da Inocência (The Age of Innocence), de Martin Scorsese; Sucesso a Qualquer Preço (Glengarry Glen Ross), de David Mamet; Carrington – Dias de Paixão (Carrington), de Christopher Hampton (pelo qual ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema de Cannes); Evita, de Alan Parker (no qual atuou e cantou no papel de Juan Peron); o suspense de James Bond 007 - O Amanhã Nunca Morre (Tomorrow Never Dies); Ronin (Ronin), de John Frankenheimer; The New World, de Terrence Malick; e The Moon and the Stars, de John Irvin. No final deste ano ele será visto no longa Leatherheads, de George Clooney, ao lado de Clooney e Rene Zellweger.

Na televisão, Pryce foi agraciado com indicações ao Emmy® e ao Globo de Ouro® por Barbarians at the Gate, da HBO e atuou em inúmeras produções entre as quais: Thicker Than Water, Great Moments in Aviation, Mr. Wroe’s Virgins e Selling Hitler. Mais recentemente, interpretou Sherlock Holmes em The Baker Street Irregulars. No outono norte-americano Jonathan retorna aos palcos londrinos em uma grande remontagem de Sucesso a Qualquer Preço (Glengarry Glen Ross) interpretando Shelley Levine.

Uma das atrizes mais promissoras oriundas de Londres, NAOMIE HARRIS (Tia Dalma) conquistou Hollywood com talento, força e beleza que emanam da tela. Tornou-se protagonista no suspense aclamado pela crítica 28 Dias Depois (Days Later), e continuou a crescer com inúmeros projetos de sucesso. Harris foi recentemente indicada prêmio BAFTA Orange Rising Star de 2007 por seu desempenho em Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Piratas do Caribe: O Báu da Morte). A atriz reprisa seu papel de Tia Dalma, a rainha cigana – fazendo um dos papéis mais proeminente de Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World's End) ao lado de Johnny Depp, Orlando Bloom, Geoffrey Rush e Keira Knightly. O filme é dirigido por Gore Verbinski, produzido por Jerry Bruckheimer com estréia marcada para 25 de maio.

Harris está atualmente na produção de August, da Original Media film, sob a direção de Austin Chick. Ela estrela como a atriz principal, a determinada e sábia Sarah, ao lado de Josh Hartnett. August conta a história de dois irmãos que lutam para manter sua nova empresa funcionando em Wall Street em agosto de 2001, um mês antes dos ataques terroristas de 11 de setembro. No verão norte-americano passado, Harris estrelou os estrondosos sucessos de bilheteria Piratas Do Caribe: O Baú Da Morte (Pirates Of The Caribbean: Dead Man’s Chest) e Miami Vice (Miami Vice), ao lado de Jaime Foxx e Colin Farrell. Entre seus outros créditos no cinema estão, o aclamado pela crítica Tristram Shandy: A Cock And Bull Story e o lançamento da New Line Film, Depois Do Amanhecer (After The Sunset) de Brett Ratner, com Pierce Brosnan, Salma Hayek e Woody Harrelson.

Criada no norte de Londres, Harris estudou interpretação desde os nove anos de idade. Formou-se pela Cambridge University (Pembroke College) e aperfeiçoou seu talento na prestigiosa Bristol Old Vic Theatre School (que teve entre seus alunos Daniel Day-Lewis, Brian Blessed, Miranda Richardson e Jeremy Irons).
Após concluir seu estágio, em junho de 2000, conseguiu uma oportunidade através de um teste para o diretor Danny Boyle (Trainspotting, A Praia, Cova Rasa) e foi convidada para co-estrelar seu novo longa-metragem Extermínio (28 Days Later). O papel de sobrevivente urbana exigiu um mês de treinamento e preparação para as cenas de ação que ela precisou fazer. Harris em seguida interpretou Clara, na adaptação de Zadie Smith para o Channel 4 do romance premiado Whitbread White Teeth e depois estrelou The Project com Matthew Macfayden (Spooks), no papel de Maggie, um docudrama de duas partes de Peter Kosminsky (Deixe-me Viver) para a BBC.
Desde então, Harris estrelou contracenando com Colin Firth e Mena Suvari em Trauma de Marc Evan (O Olho Que Tudo Vê). Harris mora atualmente em Londres.

TOM HOLLANDER (Lorde Cutler Beckett) foi criado em Oxford, estudou em uma escola local e depois estudou Literatura Inglesa em Cambridge. Ainda jovem, foi membro do National Youth Theatre e do National Youth Music Theatre. Descoberto no Festival de Edimburgo enquanto ainda estava na escola, interpretou o papel-título no drama infantil John Diamond, da BBC. Enquanto estava na universidade, foi membro do Cambridge Footlights Revue e atuou na peça, muito aclamada, Cyrano de Bergerac, no Marlowe Society at the Arts Theatre.

O início de sua carreira foi basicamente no teatro. Em 1991, foi indicado ao prêmio Ian Charleson por seu desempenho como Celia, na produção realizada apenas por homens de As You Like It, de Cheek by Jowl. Em 1992, ganhou o prêmio Ian Charleson por seu desempenho como o personagem Witwoud em The Way of the World, de Peter Gill, no Lyric Hammersmith. Em seguida, fez Macheath em The Threepenny Opera, no Donmar Warehouse e o famosíssimo papel de Baby, que criou na produção original de Mojo, de Jez Butterworth, no Royal Court Theatre. Isso chamou a atenção dos cineastas Terry George e Jim Sheridan, que o escalaram como o Chefe da Força de Segurança da Irlanda do Norte no controverso Mães em Luta (Some Mother’s Son), ao lado de Helen Mirren e Fionnuola Flanagan. Logo voltou ao teatro na peça Tartuffe, de Jonathan Kent, no Almeida, tendo sido agraciado com o prêmio de Melhor Ator concedido pelo Time Out, e uma menção honrosa na premiação Ian Charleson. Em 1997, recebeu outra menção especial por seu desempenho em The Government Inspector, de novo no Almeida, sob a direção de Jonathan Kent. No West End e na Broadway interpretou lorde Alfred Douglas ao lado de Liam Neeson no papel de Oscar Wilde na peça The Judas Kiss, de David Hare.

Depois de interpretar o noivo de Saffy no último episódio de Absolutely Fabulous, Hollander estrelou ao lado de Joseph Fiennes e Rufus Sewell no filme de 1998, Mero Acaso (Martha, Meet Frank, Daniel and Lawrence). Em sua filmografia inclui ainda: Bedrooms and Hallways, The Clandestine Marriage e Maybe Baby, de Ben Elton; The Announcement e Enigma (Enigma), de Michael Apted; e Possessão (Possession), de Neil LaBute. Também interpretou Osborne Hamley em Wives and Daughters, de Andrew Davies, na BBC. Para Rober Altman, Tom fez o papel do muito sofrido capitão Anthony Meredith em Assassinato em Gosford Park (Gosford Park). Intrepretou Nick contracenando com Bill Nighy, no filme consagrado de Neil Hunter e Tom Hunsinger The Lawless Heart.

Hollander voltou aos palcos no papel-título de Don Juan, de Moliere, no Sheffield’s Crucible Theatre sob a direção de Michael Grandage. E depois fez Edgar em Rei Lear (King Lear) ao lado de Oliver Ford Davies na última produção de Jonathan Kent no Almeida Theatre. Em seguida, interpretou o rei George V, no drama The Lost Prince, de Stephen Poliakoffs da BBV, e atuou no drama de quatro capítulos, também da BBC, Cambridge Spies, no qual interpretou o infame espião Guy Burgess e ganhou o prêmio de Melhor Ator do International Television em Biarritz.

Em 2003, Hollander filmou A Bela do Palco (Stage Beauty), de Richard Eyre, ao lado de Billy Crudup, Claire Danes e Ben Chaplin. No mesmo ano interpretou Laurie na peça The Hotel in Amsterdam, de John Osborne, no Donmar Warehouse, sob a direção de Robin Lefevre.
Em 2004, foi indicado ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante do British Independent Film por seu desempenho como George Etherege ao lado de Jonny Depp em O Libertino (The Libertine). Por seu desempenho como o reverendo William Collins em Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice), estrelado por Kiera Knightly e dirigido por Joe Wright, ganhou o prêmio Peter Sellers do Evening Standard de Melhor Comédia e o de Melhor Ator Coadjuvante do Círculo de Críticos de Londres. Para Ridley Scott, Hollander interpretou Charlie em Um Bom Ano (A Good Year), contracenando com Russell Crowe. Para a produtora de Ridley, a Scott Free, o ator concluiu recentemente seu trabalho no papel de Adrian Philby, no drama sobre a CIA The Company, da TNT.

Também este ano será visto contracenando com Kate Blanchett e Samantha Morton em The Golden Age (Elizabeth-The Golden Age), da Working Title. Atualmente está na nova peça de Joe Penhall, aclamada pela crítica, Landscape With Weapon, diridiga por Roger Michell no National Theatre.

LEE ARENBERG (Pintel) tem uma próspera carreira de ator de quase 20 anos na televisão, no teatro e no cinema. Lee será visto neste verão no muito aguardado terceiro filme da série Piratas do Caribe, No Fim do Mundo (At World's End). Ele reprisa seu muito popular papel do atrapalhado, mas intimidador pirata “Pintel” dos grandes sucessos Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of The Caribbean: The Curse Of The Black Pearl e Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates Of The Caribbean: Dead Man’s Chest) ao lado de Johnny Depp, Orlando Bloom e Keira Knightly. Além disso, à pedido da Disney e do diretor Gore Verbinski, Arenberg também escreveu, dirigiu e estrelou seu próprio filmete de Piratas do Caribe em DVD. Arenberg também pode ser visto no papel do famoso e arrogante chefe de estúdio, “Bobby G.”, na controversa comédia Action da Fox, ao lado dos astros da série Jay Mohr e Ileana Douglas. O ator atuou em mais de 30 longas-metragens, entre os quais: O Poder Vai Dançar (Cradle Will Rock), Robocop 3 (Robocop 3), Waterworld – O Segredo das Águas (Waterworld), Bob Roberts (Bob Roberts), Apocalypse (The Apocalypse), a fantasia de aventura Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora (Dungeons & Dragons) e trabalhou com astros como Johnny Depp, Susan Sarandon, Jeremy Irons, Kevin Costner, Bill Murray, John Cusack e Tim Robbins.

Nascido em Angeleno, Lee cursou a Santa Monica High School e teve como colegas Sean Pean, Robert Downey Jr. e Emilio Estevez. Co-escreveu uma peça com Estevez que foi dirigida por Penn. Arenberg conquistou o sucesso cedo em sua carreira fazendo papéis inesquecíveis em programas de televisão, tais como: Seinfeld, Tales from the Crypt, Arli$$, Friends e Star Trek. A Actors' Gang foi fundada por Lee em 1981 junto com Tim Robbins e outros amigos da UCLA. Depois de 20 anos no grupo como ator, Lee recentemente estreou como autor e diretor com Foursome, A Play About Golf e Sex And Witchcraft. Ele está envolvido com o Hospital Infantil St. Jude e em outras causas sociais de apoio à Saúde Infantil, organizações de direitos dos animais e participa regularmente em programas para arrecadar fundos em prol dessas causas beneficentes.

Antes de seu memorável papel como Ragetti, o pirata com o olho de madeira de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl), MACKENZIE CROOK (Ragetti) era talvez mais conhecido pelo personagem Gareth Keenan do seriado da BBC, vencedor de inúmeros prêmios, The Office, a série de TV humorística de maior audiência na Grã-Bretanha. Estrelou inúmeros programas humorísticos de sucesso e foi indicado ao prestigiado prêmio British Comedy, em 2001.
Em sua filmografia inclui: Ainda Muito Loucos (Still Crazy); The Gathering (The Gathering); Em Busca da Terra do Nunca (Finding Neverland); Sex Lives of the Potato Men, Churchill: The Hollywood Years, Os Irmãos Grimm (The Brothers Grimm), de Terry Gilliam; O Mercador de Veneza (The Merchant of Venice), de Michael Radford; e Land of the Blind. Também foi visto no muito aclamado The Life and Death of Peter Sellers, da HBO, estrelado por Geoffrey Rush de Piratas do Caribe (Pirates of the Caribbean), no papel-título. Durante o intervalo entre a conclusão das filmagens de Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) e o início das filmagens de Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean - At Worlds End), Crook estrelou nos palcos londrinos o drama The Exonerated, dirigido por Bob Balaban. Antes disso, tinha estrelado como Billy Bibbit na produção do West End de Um Estranho no Ninho (One Flew Over the Cuckoo’s Nest) e em The Segull, de Chekhov no Royal Court Theatre. Nascido em Kent, na Inglaterra, iniciou sua carreira como comediante, apresentando-se em casas noturnas e no circuito teatral britânico.

KEITH RICHARDS (Capitão Teague) passou a ser visto como um ícone do rock&roll. Foi chamado de “Refrão Humano” e sua música, uma incrível combinação de frieza irredutível com musicalidade natural, tornou-o um dos músicos mais influentes da história do rock. A sinceridade, a rígida integridade pessoal e seu comprometimento descompromissado com a música que ele ama, rendeu-lhe o respeito não apenas das pessoas que cresceram com os Rolling Stones, mas também o das gerações de jovens que se sucederam. Ele é um fora-da-lei, mas com uma postura aristocrática; uma figura apavorante, mas com toques irretocáveis de doçura e vulnerabilidade; uma fera do rock que também é capaz de tocar seu coração com uma balada adorável.

É por isso que Johnny Depp cita Richards como fonte de inspiração para sua interpretação de Jack Sparrow, razão pela qual Richards foi a opção ideal para interpretar capitão Teague, o Guardião do Código, que tem um passado com o capitão Jack, em Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End).

Os Rolling Stones, é claro, estão entre os poucos grupos que redefiniram a música popular quando surgiram em Londres em 1960, e Richards é um membros fundadores do grupo. Ele adorava, em especial, o blues americano e o R&B, o que comprovadamente foram e são elementos importantes na música dos Stones até hoje. Ele é o motor que direciona o som rítmico irressistível da banda e junto com o cantor Mick Jagger, escreveu algumas das mais notáveis canções da era do rock, incluindo “(I Can’t Get No) Satisfaction”, “Start Me Up”, “Brown Sugar” e “Jumping Jack Flash”. Além disso, Richards gravou dois discos solos, “Talk Is Cheap” e “Main Offender”, com sua banda, a X-Pensive (que significa: “antes pensado”, explica ele, com um sorriso pouco à vontade) Winos.

Richard também não é um estranho no mundo do cinema. Produziu a música do filme concerto Chuck Berry: Hail! Hail! Rock ‘n’ Roll (1987), dirigido por Taylor Hackford, em homenagem ao 60º aniversário de Berry. Gimme Shelter, o documentário dos Maysles Brothers sobre a tumultuada turnê norte-americana dos Stones em 1969, é considerado um dos melhores filmes de rock já feitos. Martin Scorsese, Jean-Luc Godard e Hal Ashby estão entre outros diretores com os quais os Stones trabalharam ao longo de sua carreira.

DAVID BAILIE (Cotton) trabalha na indústria do entretenimento há 43 anos. Mudou-se da África do Sul para a Inglaterra em 1960, onde cursou a Royal Academy of Dramatic Art. Durante a maior parte dos 10 anos seguintes atuou em montagens teatrais da Royal Shakespeare Theatre Company, de Stratford Upon Avon e do Royal National Theatre, contracenando com Sir Laurence Olivier, de quem também já foi substituto. Nesta época, interpretou “Florizel”, contracenando com Judi Dench no papel de “Perdita”, em A Winter’s Tale. Desde então, continuou trabalhando no teatro ao mesmo tempo em que aumentava seus créditos no cinema e na televisão. Nos palcos, foi visto em Murder in the Cathedral, Macbeth, Esperando Godot (Waiting For Godot), Two Gentlemen of Verona, Fausto (Faustus), Os Três Mosqueteiros (The Three Musketeers) e The Canterbury Tales, entre outras grandes obras da dramaturgia mundial.

Na televisão, atuou em The Play for Today: Lonely Man’s Lover, Play of the Month: The Little Minister, Dr. Who, Robots of Death, Warships, Blake’s Seven, Onedin Line e, mais recentemente, The New Adventures of Robin Hood, Crime Limited e Gunpowder Plot, bem como no telefilme Attila. Seus créditos cinematográficos incluem: Henrique VIII (Henry VIII), The Creeping Flesh, O Filho de Drácula (Son of Dracula) e Lengend of the Warewolf, A Ilha da Garganta Cortada (Cutthroat Island), Joana D’Arc (The Messenger: The Story of Joan of Arc) e Gladiador (Gladiator).

DAVID SCHOFIELD (Mercer) conquistou sucesso no teatro, no cinema e na televisão. Nascido em Manchester, na Inglaterra, em uma família operária de 10 filhos, David começou a atuar aos 12 anos de idade. Saiu da escola três anos depois e trabalhou em várias atividades antes de escrever uma carta para um teatro de repertório local. Conseguiu um teste dois anos depois, em 1967, e foi aceito no degrau mais baixo da escada, como assistente do gerente de palco, ganhando um salário de 10 dólares por semana. Lá ele trabalhou em todos os departamentos, como aderecista, sonoplasta, escritor, faxineiro e garoto do chá, trabalhando 14 horas, seis dias por semana.

Depois de duas temporadas, Schofield candidatou-se a várias universidades de Artes Cênicas e foi aceito na London Academy of Music and Dramatic Art, com 19 anos. Depois de permanecer três anos na Academia, ele contratou um agente e abandonou os estudos para seguir a carreira de ator (30 anos depois, Schofield ainda continua com o mesmo agente). Sua notável carreira no teatro engloba grandes personagens clássicos como Angelo em Measure for Measure e Marco Antonio em Julius Caesar, na Royal Shakespeare Company. Na longa associação com o Royal National Theatre, Schofield atuou em inúmeras produções, entre elas: The American Clock, Antony and Cleopatra, The Elephant Man (para a qual criou o papel-título), Who’s Afraid of Virginia Woolf?, As You Like It e Plenty. Ele também atuou no palco do West End em musicais e peças.

Estreou no cinema em Cães de Guerra (The Dogs of War) e, desde então, inclui em sua filmografia: Um Lobisomem Americano em Londres (An American Werewolf in London), O Último dos Moicanos (The Last of the Mohicans), Anna Karenina, A Vingança do Mosqueteiro (The Musketeer), Do Inferno (From Hell), Superstition, Unstoppable e, como Falco, no vencedor do Oscar®, Gladiador (Gladiator), de Ridley Scott.
Schofield tem muitos créditos na televisão e atualmente está estrelando a série Goldplated no Channel Four britânico. Suas maiores paixões são a mulher Lally, com quem está casado há 25 anos, e os filhos Fred e Blanche.

MARTIN KLEBBA (Marty), outro veterano do primeiro Piratas do Caribe (Pirates of the Caribbean) reprisa seu papel do pequeno, porém durão, Marty. Nascido em Troy, em Michigan, tem inúmeros créditos no cinema e na televisão, como ator e como dublê. Em sua filmografia como ator estão: Homens de Preto 2 (Men in Black II), Contra o Tempo (Cradle 2 the Grave), Morra, Smoochy, Morra (Death to Smoochy) e A Arma Secreta da Máfia (Corky Romano). Foi dublê nos filmes: A Mão que Balança o Berço (The Hand That Rocks the Cradle), Animal (The Animal), Planeta dos Macacos (Planet of the Apes), Leprechaun: Back 2 Tha Hood, Van Helsing – O Caçador de Monstros (Van Helsing) e Bebês Geniais 2 (SuperBabies: Baby Geniuses 2).

Na televisão, Klebba talvez seja mais conhecido por seu papel como Randall Winston, em muitos episódios de Scrubs. Também atuou nos telefilmes: Snow White e The Santa Trap, e nas séries National Lampoon’s Gordo’s Road Show, Cedric the Entertainer Presents, Andy Richter Controls the Universe, Mad TV, Just Shoot Me!, Drake and Josh, ER, Charmed e Malcolm in the Middle. Klebba estrelou no papel-título do detetive durão, Hank Dingo, em Knee High P.I, da Comedy Central. Além disso, atua freqüentemente como ator convidado no muito popular programa de rádio de Howard Stern. Também é o “Pequeno Mais Rápido do mundo” e compete com outros pequeninos de todo o mundo. Martin abriu recentemente uma empresa, sem fins lucrativos, chamada CoDA ( Coalizão de Advogados Anões) no qual ele e seu amigo Matt Roloff arrecadam fundos para ajudar crianças portadoras de nanismo a serem adotadas. Seu papel favorito na vida é o de pai de seu filho Alec Martin Klebba.

REGGIE LEE (Tai Huang) tem entre seus papéis anteriores uma ampla gama de gêneros, do assassino sangue frio, vestido com pele de cobra pilotando uma moto “Lance Nguyen” do eletrizante blockbuster Velozes e Furiosos (The Fast and the Furious), ao homem romântico no filme independente aclamado pela crítica Drift e seu atual papel do Agente Especial William “Bill” Kim da série Prison Break, da Fox. Lee também foi visto em Masked and Anonymous, com Bob Dylan, no suspense de ficção científica Frankenfish, em Net Games, em X.C.U. e mais recentemente, no filme de terror Dimples. Também fez um papel estelar no drama histórico Chinaman’s Chance, com Timothy Bottoms, Jason Connery, Coolio, Ernest Borgnine e Lorenzo Lamas também no elenco.

Na televisão, interpretou o papel de Zhing Zhang na cómedia Luis, da Fox. Ele também foi visto como o oficial Jim Chang em The Division do Lifetime, como Dr. Oliver Lee em Judging Amy e como o assistente do promotor público Brian Chin em Philly. Lee foi ator convidado em mais de 20 programas de televisão, incluindo: ER, Ellen Again, Strong Medicine, Mad About You, Walker, Texas Ranger, Diagnosis Murder, Chicago Hope, Beverly Hills 90210, Babylon 5, Party of Five, e The Magic Pearl, o primeiro filme de animação para televisão totalmente feito na Ásia.

Nascido em Quezon City, nas Filipinas, Lee é o mais velho de três filhos e, além do inglês, ele continua a falar tagalog - sua lingua nativa - além de vários outros idiomas. Ainda criança, sua família mudou-se para Cleveland, Ohio onde ele se formou pela Franciscan High School. Nos anos 1990, mudou-se para Los Angeles onde logo achou um emprego como dançarino do cantor Prince na premiação da MTV. Em seguida, foi para a estrada em uma turnê nacional com Heartstrings, e depois com Miss Saigon e foi então escalado no elenco original do revival da Broadway de Carousel, de Rodgers and Hammsterstein. Em 1997, ganhou o prêmio Dramalogue Critics por seu desempenho em F.O.B., no East West Players, e também estrelou na produção de Carry the Tiger to the Mountain, da mesma companhia.

Este tem sido um ano bastante atribulado para VANESSA BRANCH (Giselle). Depois de concluir seu quarto ano consecutivo como porta-voz da campanha dos chicletes Wrigley’s Orbit, ela seguiu para o Caribe para reprisar seu papel de Giselle, uma das garotas favoritas do capitão Jack Sparrow, em Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End). Em seguida, foi para Kansas City, Missouri para filmar o longa All Roads Lead to Home, contracenando com Peter Coyote e Jason London. Foi então escalada para um papel coadjuvante no longa Suburban Girl (Suburban Girl), contracenando com Sarah Michelle Gellar e Alec Baldwin como a sensual editora britânica. Além de sua ocupada agenda no cinema, Branch fez um papel recorrente na série de sucesso da televisão Gilmore Girls e foi vista em inúmeros papéis como atriz convidada em Monk, Lost, Entourage e Andy Barker P.I.

Em 2007, Branch trará de volta a agora famosa frase "Fabulous, No Matter What” pelo quinto ano como porta-voz dos chicletes Orbit. Ela também retornou da China onde concluiu seu último filme, Milk and Fashion, no qual interpretou o papel principal. O filme foi inteiramente rodado em mandarim. Branch foi criada na Inglaterra e nos EUA e cursou o Middlebury College, onde se graduou em teatro e em chinês. Ela desenvolveu uma fascinação por idiomas e aprendeu francês e mandarim - que agora fala fluentemente. A atriz atualmente mora em Los Angeles.

LAUREN MAHER (Scarlett) estabeleceu-se como uma atriz versátil na indústria do entretenimento com uma variedade de trabalhos no cinema, na televisão e no teatro. Além das três participações na trilogia Piratas, inclui em sua filmografia: o favorito de Pat O'Neill, Decay of Fiction, a premiada comédia romântica Girl Play, de Lee Friedlander e ainda Mind Forest. Também estrelou vários curtas-metragens, incluindo Solo Act, Century Game e Seafood Heaven. Seu projeto mais recente é um papel coadjuvante no filme de terror 33 Griffin Lane.

Maher atuou nos palcos de Nova York, Londres e Los Angeles. Seu trabalho inclui papéis em Romeo and Juliet, Hamlet, The Great White Hope e The Illusion, de Tony Kushner. Entre 2000 e 2005, foi co-diretora de arte e produtora da WolfPack Production Company, uma companhia de teatro sem fins lucrativos baseada em Los Angeles. Durante este tempo, ela ajudou a produzir inúmeras obras de Shakespeare, bem como de Sam Shepard e do Firesign Theatre. Ela agora trabalha regularmente com o Lonestar Ensemble. Mais recentemente foi vista no palco em Teechers, ao lado de James Marsters. Em seu tempo livre, Maher adora viagens, música, arte, ioga e meditação. Ela é instrutora certificada de ioga e terapeuta ioga e especializou-se em ensinar ioga a pacientes com câncer durante e após o tratamento.

Maher formou-se em artes teatrais pelo Marymount Manhattan College em Nova York. Ela também estudou teatro no Lee Strasbeg Theatre Institute na cidade de Nova York, bem como no Richmond College de Londres.

Os lordes piratas são interpretados por um diverso e notável grupo de artistas de nível internacional.

NOTAS DA PRODUÇÃO
Sobre A Produção
Toda Saga Deve Ter Um Começo...
Cingapura
Retorno Às Bahamas
Verdadeiros Marujos Em Utah E A Volta Para A Califórnia
A Corte Da Confraria
O Redemoinho
Vestidos Para O Sucesso
Criadores De Piratas
Efeitos Especiais - Redemoinho, Capitães Com Cara De Polvo E Bolas Azuis…
Adereços - Armas, Mapas, Anéis E Tudo Mais
O Final Da História Do Capitão Jack - No Fim Da Produção
Adeus No Havaí
Sobre O Elenco
Sobre A Equipe Técnica
Creditos
 

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