JOHNNY
DEPP (Capitão Jack
Sparrow) reprisa
seu papel indicado ao Oscar®
e a dois prêmios Globo
de Ouro® do capitão
Jack Sparrow em Piratas
do Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World’s End). Depp
foi indicado aos prêmios
da Academia®, ao Globo
de Ouro®, ao prêmio
da Academia Britânica
de Cinema e Televisão
(BAFTA) e ao Screen Actors
Guild por seu desempenho
como o capitão Jack
em Piratas do Caribe: A
Maldição do
Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), e mais
uma indicação
ao Globo de Ouro® por
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest).
Depp foi aclamado pela crítica
e pelo público por
seu fabuloso desempenho
em uma memorável
variedade de papéis
em grandes produções
do cinema. Mais recentemente,
colaborou com o diretor
Tim Burton pela quarta e
quinta oportunidades em
A Fantástica Fábrica
de Chocolate (Charlie and
the Chocolate Factory),
pelo qual o ator foi indicado
ao Globo de Ouro® de
Melhor Ator em Comédia
e Musical e em A Noiva Cadáver
(Corpse Bride), indicado
pela Academia® em 2005
na categoria de Melhor Filme
de Animação.
Baseado no adorado clássico
de Roald Dahl, Depp interpretou
o excêntrico especialista
em chocolate Willy Wonka
em A Fantástica Fábrica
de Chocolate (Charlie and
the Chocolate Factory),
cuja estréia trouxe
excelentes críticas
e foi sucesso internacional
de bilheteria. Em A Noiva
Cadáver (Corpse Bride),
de Tim Burton, Depp emprestou
sua voz para o personagem
principal, Victor Van Dort,
no muito criativo filme
animado, que foi um mais
celebrados lançamentos
do ano passado. Mudando
totalmente de gênero,
o ator estrelou recentemente
ao lado de John Malkovich
e Samantha Morton em O Libertino
(The Libertine), de Laurence
Dunmore, no papel do poeta
do século 17, John
Wilmot, Earl of Rochester.
Depp concluiu recentemente
as filmagens do personagem
título de Sweeney
Todd, novamente dirigido
por Tim Burton do famoso
musical de Stephen Sondheim
sobre o barbeiro assassino
da Rua Fleet.
Depp recebeu indicações
ao prêmio da Academia®,
ao Globo de Ouro®, ao
Screen Actors Guild e ao
BAFTA por seu desempenho
como J.M. Barrie em Em Busca
da Terra do Nunca (Finding
Neverland), de Mark Forster,
no qual estrelou ao lado
de Kate Winslet e Freddie
Highmore. Em sua filmografia
inclui ainda: Janela Secreta
(Secret Window), de David
Koepp; Era Uma Vez No México
(Once Upon A Time in Mexico),
de Robert Rodriguez; Do
Inferno (From Hell), de
Albert e Allen Hughes; Profissão
de Risco (Blow), de Ted
Demme; a comédia
romântica Chocolate
(Chocolat), de Lasse Hallstrom;
Antes do Anoitecer (Before
Night Falls), de Julian
Schnabel, Por que os Homens
Choram (The Man Who Cried),
de Sally Potter; A Lenda
do Cavaleiro Sem Cabeça
(Sleepy Hollow), de Tim
Burton; O Último
Portal (The Ninth Gate),
de Roman Polanski e Medo
de Delírio em Las
Vegas (Fear and Loathing
in Las Vegas), de Terry
Gilliam.
Saudado como o melhor ator
de sua geração
por seu desempenho em Donnie
Brasco (Donnie Brasco),
de Mike Newell, co-estrelado
por Al Pacino, Deep também
estrelou em Dead Man (Dead
Man), de Jim Jarmusch e
em Don Juan DeMarco (Don
Juan DeMarco), de Jerremy
Leven, no papel do homem
que se considera o maior
amante mundo, contracenando
com os atores legendários
Marlon Brando e Faye Dunaway.
Foi seu desempenho espetacular
no papel-título de
Edward Mãos de Tesoura
(Edward Scissorhands), de
Tim Burton, que o estabeleceu
como um dos atores mais
requisitados de Hollywood
e lhe rendeu uma indicação
ao Globo de Ouro® de
Melhor Ator. Foi honrado
com uma segunda indicação
ao Globo de Ouro® por
seu desempenho em Benny
e Joon (Benny & Joon),
dirigido por Jeremiah S.
Chechik. Voltou a trabalhar
com Tim Burton no sucesso
de crítica Ed Wood
(Ed Wood), quando foi pela
terceira vez indicado ao
Globo de Ouro® de Melhor
Ator.
Entre seus outros filmes
estão: Gilbert Grape:
Aprendiz de Sonhador (What’s
Eating Gilbert Grape?),
de Lasse Hallstrom; Arizona
Dream – Um Sonho Americano
(Arizona Dream), de Emir
Kusturica e Tempo Esgotado
(Nick of Time), de John
Badham. Depp começou
sua carreira na música,
como integrante de uma banda
de rock chamada Kids, que
acabou levando-o para Los
Angeles. Quando a banda
se separou, ele decidiu
seguir a carreira de ator
e seu primeiro papel importante
foi em A Hora do Pesadelo
(Nightmare on Elm Street).
Atuou em seguida em vários
longas de Oliver Stone incluindo
o vencedor do Oscar®,
Platoon (Platoon). A seguir,
foi escalado no papel que
se tornaria sua revelação,
o do detetive Tim Hanson,
no seriado popular da Fox
television, 21 Jump Street.
Estrelou a série
durante quatro temporadas,
antes de passar às
telonas, estrelando Cry
Baby (Cry-Baby), no papel
de John Waters. Depp estrelou
e fez sua estréia
na direção
em O Bravo (The Brave),
um filme baseado no romance
de Gregory McDonald, com
roteiro escrito por ele
próprio e por seu
irmão, D.P. Depp.
ORLANDO BLOOM (Will
Turner) reprisa
seu papel de Will Turner
ao lado de Johnny Depp e
Keira Knightley em Piratas
do Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World's End).
Bloom conquistou fama internacional
no papel de Legolas na trilogia
de O Senhor dos Anéis
(The Lord of the Rings),
de Peter Jackson: A Sociedade
do Anel (The Fellowship
of the Ring), As Duas Torres
(The Two Towers) e O Retorno
do Rei (The Return of the
King). Foi visto estrelando
no longa independente Haven,
de Frank E. Flowers, no
qual também foi produtor
executivo.
Trabalhou com Ridley Scott
em Falcão Negro em
Perigo (Black Hawk Down)
e voltou a trabalhar com
Scott no drama épico
Cruzadas (Kingdom of Heaven).
Depois disso, fez seu primeiro
papel americano contemporâneo
ao lado de Kirsten Dunst
em Tudo Acontece em Elizabethtown
(Elizabethtown), de Cameron
Crowe. Em sua filmografia
inclui ainda Ned Kelly (Ned
Kelly) com Heath Ledger
e Tróia (Troy), de
Wolfgang Petersen, ao lado
de Brad Pitt e Eric Bana.
Bloom nasceu em Canterbury,
na Inglaterra. Entrou para
o National Youth Theater
de Londres e em seguida
conseguiu uma bolsa de estudos
para cursar a British American
Drama Academy. Após
concluir seus estudos, estreou
em Wilde, da BBC, contracenando
com Jude Law. Ele foi então
aceito na Escola de Música
e Teatro Guildhall, de Londres.
Durante os quatro anos em
que esteve lá, atuou
em várias produções,
entre elas: Little Me, A
Month in the Country, Peer
Gynt, Mephisto e Twelfth
Night. Depois de formado,
Bloom, que na época
era desconhecido, foi escalado
no papel que lançaria
sua carreira internacionalmente.
A relativamente curta, porém
memorável, carreira
da atriz de 22 anos KEIRA
KNIGHTLEY (Elizabeth Swann)
chega agora ao auge com
as indicações
ao Globo de Ouro® e
ao Oscar® em 2005, na
categoria de Melhor Atriz,
por sua luminosa e internacionalmente
aclamada interpretação
de Elizabeth Bennet, na
adaptação
cinematográfica Orgulho
e Preconceito (Pride &
Prejudice), de Joe Wright.
O conjunto notável
de trabalhos realizados
por Knightley, com tão
pouca idade, demonstra não
apenas uma extraordinária
versatilidade, mas também
um espírito artisticamente
aventureiro ao selecionar
uma ampla gama de projetos
de diversos gêneros.
Knightley chegou às
manchetes com o sucesso
inesperado Driblando o Destino
(Bend It Like Beckham),
de Gurinder Chadha, no papel
da jogadora adolescente
Jules Paxton, ao lado de
Parminder K. Nagra. Foi
então selecionada
pelo diretor Gore Verbinski
e pelo produtor Jerry Bruckheimer
para interpretar Elizabeth
Swann, contracenando com
o capitão Jack Sparrow,
de Johnny Depp, com Will
Turner, de Orlando Bloom
e com o capitão Barbossa,
de Geoffrey Rush, no blockbuster
mundial de 2003 Piratas
do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl). Demonstrando
possuir doses iguais de
beleza e determinação
como a jovem aristocrática
levada em uma aventura fantástica,
Knightley interpretou novamente
Elizabeth em Piratas do
Caribe: O Baú da
Morte (Pirates of the Caribbean:
Dead Man’s Chest)
e Piratas do Caribe: No
Fim do Mundo (Pirates of
the Caribbean: At World’s
End). Depois de concluir
Piratas do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), ela
iniciou imediatamente a
produção de
outro épico, produzido
por Jerry Bruckheimer, Rei
Arthur (King Arthur), no
qual interpretou Guinevere.
Com direção
de Antoine Fuqua, o filme
também foi estrelado
por Clive Owen, no papel
de Arthur.
Em novembro de 2003, Knightley
foi vista em Simplesmente
Amor (Love, Actually), de
Richard Curtis, como parte
de um notável elenco
que incluiu Colin Firth,
Hugh Grant, Laura Linney,
Liam Neeson, Alan Rickman
e Emma Thompson. Além
de Orgulho e Preconceito
(Pride & Prejudice)
— no qual estrelou
com Matthew Macfadyen, Brenda
Blethyn, Judi Dench e Donald
Sutherland — em 2005,
Knightley também
fez o papel da controvertida
modelo transformada em caçadora,
Domino Harvey, no inovador
drama de ação
Domino – A Caçadora
de Recompensas (Domino),
de Tony Scott. Em 2006,
Knightley viajou para a
Europa, durante um intervalo
das filmagens de Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest) e de Piratas do Caribe:
No Fim do Mundo (Pirates
of the Caribbean: At World's
End), para estrelar para
o diretor François
Girard (O Violino Vermelho)
a adaptação
cinematográfica do
livro campeão de
vendas, Silk, escrito por
Alessandro Baricco. No drama
romântico também
estrelam Michael Pitt, Alfred
Molina e Koji Yakusho. Logo
depois estrelou Atonement
para o diretor de Orgulho
e Preconceito (Pride &
Prejudice), Joe Wright.
A Chanel anunciou, em abril
de 2006, que Knightley será
o novo rosto do perfume
Coco Mademoiselle.
Knightley estreou como atriz
aos sete anos de idade na
televisão britânica
em Royal Celebration e entre
seus primeiros créditos
estão os longas-metragens:
A Village Affair, Mentiras
Inocentes (Innocent Lies)
e Guerra nas Estrelas: Episódio
1 – A Ameaça
Fantasma (Star Wars: Episode
1 – The Phantom Menace),
bem como atuações
na série de televisão
The Bill e nos telefilmes
Treasure Seekers, Coming
Home, Princess of Thieves,
da Walt Disney (no papel
de Gwyn, filha de Robin
Hood) e nas minisséries
Oliver Twist e Doctor Zhivago,
no qual interpretou Lara
Antipova, na adaptação
do romance clássico
de Boris Pasternak. Em sua
filmografia inclui ainda
O Buraco (The Hole), Pure
e Camisa de Força
(The Jacket), um suspense
que estrelou ao lado de
Adrien Brody. Filha da dramaturga
Sharman Macdonald e do ator
Will Knightley, ela nasceu
em Teddington, Middlesex,
na Inglaterra e atualmente
mora em Londres.
GEOFFREY RUSH (Capitão
Barbossa), um dos
mais respeitados atores
da atualidade, começou
sua carreira no teatro australiano
e desde então atuou
em mais de 70 produções
teatrais e em mais de 20
longas-metragens. Despois
de sua participação
surpresa no último
minuto de Piratas do Caribe:
O Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest), Rush agora retorna
com força total em
No Fim do Mundo (At World’s
End).
Geoffrey Rush ganhou o Emmy®,
o Globo de Ouro® e o
Screen Actors Guild por
seu desempenho cativante
no filme da HBO, The Life
and Death of Peter Sellers,
no qual interpretou o papel-título.
Ele foi visto no filme indicado
ao prêmio da Academia
Munique (Munich) quando
foi dirigido por Steven
Spielberg e filmou recentemente
Elizabeth: The Golden Age,
da Universal Pictures. Ele
chamou a atenção
internacional pela primeira
vez como protagonista do
longa Shine - Brilhante
(Shine), de Scott Hicks,
que lhe rendeu o prêmio
de Melhor Ator da Academia
como o pianista pródigio
David Helfgott. Ele também
ganhou um Globo de Ouro®
e prêmios do Screen
Actors Guild, da Academia
Britânica de Filme
e Televisão, do Círculo
de Críticos de Cinema
da Austrália, do
Broadcast Film Critics,
do AFI e das Associações
de Críticos de Nova
York e de Los Angeles, pelo
mesmo filme. Rush também
foi indicado ao Oscar®
por seu desempenho em Contos
Proibidos do Marquês
de Sade (Quills), de Philip
Kaufman, e indicações
ao Oscar® e ao Globo
de Ouro® por Shakespeare
Apaixonado (Shakespeare
in Love).
Entre seus outros créditos
estão: Candy (Candy),
O Amor Custa Caro (Intolerable
Cruelty), Procurando Nemo
(Finding Nemo), Ned Kelly
(Ned Kelly), Lantana (Lantana),
Frida (Frida), O Alfaiate
do Panamá (The Tailor
of Panama), A Casa da Colina
(House on Haunted Hill),
Heróis Muito Loucos
(Mystery Men), Elizabeth
(Elizabeth), Os Miseráveis
(Les Miserables), A Little
Bit of Soul, Children of
the Revolution, On Our Selection,
Twelfth Night, Oscar e Lucinda
(Oscar and Lucinda) e Starstruck.
Rush formou-se em Inglês
pela Universidade de Queensland,
antes de associar-se a Jacques
Lecoq School of Mime, Movement
and Theatre de Paris. Ao
voltar para Austrália,
estrelou a produção
teatral de Rei Lear (King
Lear), e contracenou com
Mel Gibson em Esperando
Godot (Waiting for Godot).
Foi o principal membro da
pioneira Lighthouse Ensemble,
de Jim Sharman, no início
dos anos 1980, interpretando
papéis protagonistas
em inúmeros clássicos.
Seu trabalho no teatro rendeu-lhe
muitos prêmios, incluindo
o do Círculo de Críticos
de Sydney de Melhor Desempenho,
o Variety Club de Melhor
Ator e o Victorian Green
Room em 1990 por seu desempenho
aclamado em The Diary of
a Madman, de Neil Armfield.
Também foi indicado
ao prêmio de Melhor
Ator pelo Círculo
de Críticos de Sydney
por seu trabalho em The
Government Inspector, de
Gogol; Uncle Vanya, de Chekhov
e Oleanna, de Mamet. Em
1994 ganhou o prestigioso
prêmio Sidney Myer
Performing Arts por seu
trabalho no teatro. Rush
mora em Melbourne, na Austrália,
com sua mulher Jane e seus
dois filhos.
STELLAN SKARSGARD
(Bootstrap Bill)
tornou-se conhecido do público
em todo o mundo depois de
atuar, ao lado de Emily
Watson, em Ondas do Destino
(Breaking the Waves), de
Lars von Trier. Mas a carreira
de Skarsgard se estende
por mais de 30 anos, com
inúmeros desempenhos
brilhantes em uma ampla
gama de filmes, peças
de teatro e papéis
na televisão. Ainda
durante a adolescência,
na Suécia, sua terra
natal, Skarsgard foi astro
da série de TV de
1968, Bombi Bitt och jag
e, aos 20 anos de idade,
já era um experiente
ator de TV, cinema e teatro.
Com Um Assassinato Perfeito
(The Simple-Minded Murderer),
de Hans Alfredson, a fama
de Skarsgard, que é
natural de Gotemburgo, espalhou-se
para além da Escandinávia.
Sua interpretação
do ingênuo levado
a agir com violência
devido a crueldade dos outros
rendeu-lhe o Urso de Prata
do Festival de Cinema de
Berlim.
Desde então, depois
de mais de 60 filmes, Skarsgard
provou ser um ator extremamente
versátil. Ao longo
de sua carreira, estrelou
como o superagente sueco
Carl Hamilton em Code Name
Coq Rouge, de Pelle Berglund
e em The Democratic Terrorist.
Interpretou o papel-título
em Good Evening, Mr. Wallenberg,
de Kjell Grede — a
história real de
um diplomata sueco que salvou
milhares de judeus de Auschwitz.
Entre seus outros créditos
de destaque no cinema escandinavo
estão: P&B, de
Alfredson; The Serpent’s
Way; Up the Naked Rock,
de Bo Widerberg; Friends,
de Kjell-Ake Andersson;
Hip Hip Hurrah!, de Grede;
The Women on the Roof, de
Carl Gustaf Nykvist; O Boi
(The Ox), de Sven Nykvist
(indicado ao prêmio
da Academia de Melhor Filme
Estrangeiro); The Slingshot,
de Ake Sandgren; Zero Kelvin
(Zero Kelvin), de Hans Petter
Moland e ainda Aberdeen
(Aberdeen) e Insônia
(Insomnia), de Erik Skjoldvjaerg.
A reputação
de Skarsgard rendeu-lhe
mais papéis nos Estados
Unidos e em todo o mundo,
com desempenhos importantes
em filmes como: Caçada
ao Outubro Vermelho (The
Hunt for Red October), de
John McTiernan; Wind –
A Força dos Ventos
(Wind), de Carroll Ballard;
Savior – A Última
Guerra (Savior), Peter Antonijivic;
Meu Filho O Fanático
(My Son the Fanatic), de
Udayan Prasad; Amistad (Amistad),
de Steven Spielberg; Gênio
Indomável (Good Will
Hunting), de Gus Van Sant;
Ronin (Ronin) de John Frankenheimer;
Do Fundo do Mar (Deep Blue
Sea), de Renny Harlin; Signs
and Wonders, de Jonathan
Nossiter; Time Code (Time
Code), de Mike Figgis; Taking
Signs, de Istvan Szabo e
Cidade de Fantasmas (City
of Ghosts), de Matt Dillon.
Depois de Ondas do Destino
(Breaking the Waves), vencedor
do Grande Prêmio do
Festival de Cinema de Cannes,
Skarsgard estrelou outra
vez para Lars von Trier
em Dogville (Dogville).
Mais recentemente, foi visto
em Rei Arthur (King Arthur),
uma produção
de Jerry Bruckheimer, ao
lado de Clive Owen e Keira
Knightley; fez o papel do
Padre Merrin em Exorcista:
O Início (Exorcist:
The Beginning), de Renny
Harlin e em Beowulf &
Grendel, de Sturla Gunnarsson,
rodado na Islândia.
Ao mesmo tempo em que filmou
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest), Skarsgard também
viajou para a Espanha para
estrelar no papel-título
de Goya’s Ghost, de
Milos Forman, como o legendário
pintor espanhol Francisco
Goya. Em seguida interpretou
um papel em Waz. Atualmente,
Skarsgård está
se preparando para seu próximo
filme, Mamma Mia. Na televisão
atuou em School for Wives,
estrelado por Ingmar Bergman;
em The Wild Duck, de Bo
Widerberg; e, nos EUA, em
Noon Wine, na PBS; The Harlan
County War, no Showtime;
e Helen of Troy, no canal
USA. É também
um consagrado ator de teatro
na Suécia, tendo
trabalhado por 16 anos no
Royal Dramatic Theatre de
Estocolmo, com diretores
do calibre de Ingmar Bergman,
Alf Sjoberg e Per Verner-Carlsson.
BILL NIGHY (Davy
Jones) nasceu em
Caterham, Surrey, na Inglaterra
em 1949 e estudou interpretação
na Guildford School of Acting.
Estreou com ator profissional
no Newbury's Watermill Theatre
e, em seguida, aprimorou
seu talento em teatros regionais
como o Edinburgh Traverse,
o Chester Gateway e o Liverpool
Everyman. Seu primeiro trabalho
foi em Londres, em Comings
and Goings, no Hampstead
Theatre, em novembro de
1978. Bill atuou com regularidade
no National Theatre em uma
sucessão de peças
novas escritas por dramaturgos
britânicos notáveis.
Em 1993, estrelou como um
acadêmico ambicioso
em Arcadia de Tom Stoppard,
uma produção
de Trevor Nunn. Sete anos
depois foi aclamado pela
crítica por seu desempenho
como o psiquiatra dr. Robert
Smith em Blue/Orange, escrito
por Joe Penhall e dirigido
por Roger Michell. Para
Nicholas de Jongh do Evening
Standard, foi um “desempenho
impressionante.” Este
também foi um trabalho
que lhe rendeu uma indicação
ao prestigioso prêmio
Olivier de Melhor Ator.
Bill também foi visto
como Trigorin na produção
do National Theatre de The
Seagull, de Chekhov, contracenando
com Judi Dench no papel
de Arkadina. Trabalhou anteriormente
com Judi Dench em Absolute
Hell (BBC) e recentemente
os dois se reuniram outra
vez no longa aclamado Notas
Sobre um Escândalo
(Notes on a Scandal), também
estrelado por Cate Blanchett
e dirigido por Richard Eyre.
Sua longa lista de créditos
na televisão inclui
quase todas as mais importantes
séries dramáticas
da TV britânica, mas
foi seu trabalho em 1991,
em The Men's Room (BBC)
que teve maior destaque.
Mais recentemente ganhou
o BAFTA de Melhor Ator e
o prêmio de Melhor
Ator da Royal Television
Society por seu desempenho
como o editor de jornal
na série cult State
of Play. Também estrelou
dois filmes de televisão
para o escritor e diretor
Stephen Poliakoff: The Lost
Prince, pelo qual ganhou
o Golden Satellite de Melhor
Ator Coadjuvante e o extraordinário
Gideon's Daughter. Referindo-se
ao trabalho de Nighy em
Gideon's Daughter, o Herald
News de Nova York declarou
que “ele fascina com
sua sutileza... Devia existir
um prêmio para ele
por fazer parecer tão
real.” Sua interpretação
de Lawrence, um tesoureiro
oficial de meia-idade rejuvenecido
pelo amor emThe Girl in
the Cafe, rendeu-lhe o Globo
de Ouro® de Melhor Ator
em minissérie e muitos
elogios da crítica.
Para a Entertainment Weekly,
o sr. Nighy foi “encantador
sem fazer esforço”
e Alessandra Stanley escreveu
no New York Times que “A
causa é justa, mas
só o desempenho de
Bill Nighy já é
razão suficiente
para se assistir.”
O Jardineiro Fiel (The Constant
Gardener) trouxe a Bill
o prêmio de Melhor
Ator Coadjuvante do British
Independent Film em 2005.
Mas foi no longa Ainda Muito
Loucos (Still Crazy) e seu
desempenho como o envelhecido
vocalista roqueiro Ray Simms
que o estabeleceu no cinema
e lhe rendeu o prêmio
Peter Sellers de Melhor
Desempenho Cômico,
concedido pelo London Evening
Standard. Bill ganhou o
segundo prêmio Peter
Sellers por sua inesquecível
interpretação
do pop star Billy Mack em
Simplesmente Amor (Love,
Actually), um desempenho
muito popular que lhe rendeu
o prêmio dos Críticos
de Cinema de Londres e o
BAFTA de Melhor Ator Coadjuvante.
Entre seus outros créditos
no cinema estão Underworld,
Anjos da Noite – A
Evolução (Underworld:
Evolution), Todo Mundo Quase
Morto (Shaun of the Dead)
e Amor Para Sempre (Enduring
Love). Em 2003, Bill ganhou
quatro prêmios de
Melhor Ator Coadjuvante
da Associação
de Críticos de Los
Angeles por seu desempenho
nos longas: AKA, Lawless
Heart, I Capture the Castle
e Simplesmente Amor (Love
Actually). Seu desempenho
estelar como o pirata capitão
Davy Jones – metade
polvo, metade homem –
em Piratas do Caribe: O
Báu da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man's
Chest) é reprisado
em Piratas do Caribe: No
Fim do Mundo (Pirates of
the Caribbean: At World's
End).
Bill está atualmente
na Broadway na produção
teatral The Vertical Hour,
de David Hare. Ele estrela
ao lado de Julianne Moore
a história sobre
um correspondente de guerra
americano que se vê
desafiado por suas crenças
e cultura depois de conhecer
uma inglesa cujo estilo
de vida é uma surpresa.
The Observer afirmou que
Bill “fez um dos desempenhos
mais memoráveis já
vistos nos placos de Nova
York.”
Entre os projetos para 2007
está Easy Virtue
no qual contracenará
com Renee Zellweger. O filme
se passa nos anos 1920 e
segue a complicada experiência
do encontro com os novos
sogros depois que uma americana
se casa com um inglês
em um momento de impulso
na França. Bill também
faz uma participação
especial em Hot Fuzz, um
filme dos realizadores de
Quase Todo Mundo Morto (Shaun
of the Dead).
CHOW YUN-FAT (Capitão
Sao Feng) foi criado
em Lama Island, um pequeno
vilarejo de pescadores nos
arredores de Hong Kong.
Sua família mudou-se
para a cidade na grande
ilha quando ele tinha 10
anos. Aos 17 anos ele deixou
a escola para tentar a carreira
de ator e, seguindo a sugestão
de um amigo, inscreveu-se
e foi aceito no programa
de treinamento de uma rede
de televisão local
de Hong Kong. Depois do
programa de um ano, logo
assinou contrato com a rede
como ator contratado e lá
trabalhou durante 14 anos.
Depois de ter feito mais
de 128 episódios
da popular série
de televisão Hotel,
Chow já era um ator
famoso e considerado símbolo
sexual em Hong Kong. A imensa
popularidade da série
de televisão que
fez em seguida,The Bund,
consagrou-o como um nome
reconhecido em toda o sul
e leste da Ásia.
Sua primeira grande oportunidade
surgiu quando o diretor
Ann Hui o convidou para
estrelar em The Story of
Woo Viet, trabalho que lhe
rendeu aclamação
da crítica pelo desempenho
em um filme sério
e comercial quando Hong
Kong ainda produzia em massa
filmes de ação
de Kung Fu. A partir de
então, sua carreira
decolou. Ganhou vários
prêmios de Melhor
Ator por seu trabalho e
chegou a fazer 12 filmes
em 1986 – um recorde
para um ator de Hong Kong.
John Woo o escalou para
o papel de Mark no filme
aclamado pela crítica
Alvo Duplo (A Better Tomorrow).
Chow atingiu status de megastar
na Ásia, com seu
casaco longo, seus óculos
escuros e sua reluzente
Baretta, que são
agora suas marcas registradas.
Depois de uma série
de comédias românticas
e dramas, o determinado
Chow colaboraria então
com John em O Matador (The
Killer) e em Fervura Máxima
(Hard-boiled) – dois
filmes que chamaram a atenção
da crescente legião
internacional de fãs.
Um novo gênero de
filmes foi produzido em
Hong Kong com Chow à
frente. Essas histórias
eram remanescentes de filmes
de gangsteres estrelados
por Humphrey Bogart e James
Cagney, agora com Chow interpretando
o trágico herói.
City on Fire do diretor
de Hong Kong, Ringo Lam,
foi a inspiração
para Assassinos Substitutos
(Reservoir Dogs), de Quentin
Tarantino que rendeu a Chow
outro prêmio de Melhor
Ator pelo papel.
Depois de ter conquistado
a Ásia com mais de
68 filmes, Chow seguiu para
Hollywood em 1996 para fazer
seu primeiro papel falado
em inglês em Assassinos
Substitutos (Replacement
Killers) dirigido por Antoine
Fuqua. Em seguida estrelou
no drama policial O Corruptor
(The Corrupter) dirigido
por James Foley. O épico
do estúdio Fox Anna
e o Rei (Anna and the King)
com Jodie Foster foi considerado
similar a E o Vento Levou
(Gone With The Wind) quanto
ao tamanho da produção,
com Chow no papel do rei.
Mas foi só com O
Tigre e o Dragão
(Crouching Tiger, Hidden
Dragon) que Chow tornou-se
um rosto reconhecido nos
EUA, depois do sucesso de
bilheteria e do Oscar®.
Depois de fazer Um Monge
à Prova de Balas
(Bulletproof Monk), Chow
trabalhou em Piratas do
Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World’s End) da
Disney e se reuniu novamente
com Ann Hui em The Postmodern
Life of my Aunt. Chow foi
visto recentemente estrelando
Curse of the Golden Flower
e voltou a trabalhar com
John Woo no videogame, ainda
inédito, chamado
Stranglehold.
O homem que o Los Angeles
Times classificou como:
“O Ator Mais Legal
do Mundo”, e que a
People Magazine elegeu como
uma das “50 Pessoas
Mais Bonitas”, continua
a morar em Hong Kong onde
é conhecido por seu
fãs como o “Grande
Irmão.” Chow
passa suas horas vagas fazendo
fotografias de paisagens
e planeja vendê-las
para arrecadar dinheiro
em prol de associações
de caridade locais e internacionais
com as quais está
envolvido.
Até
interpretar o comodoro James
Norrington em Piratas do
Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) JACK
DAVENPORT (Comodoro James
Norrington) talvez
fosse mais conhecido do
público norte-americano
graças a Peter Smith-Kingsley,
no grande sucesso de crítica,
O Talentoso Ripley (The
Talented Mr. Ripley). Davenport
fez sua estréia em
Garotas de Futuro (Career
Girls), de Mike Leigh. Seus
créditos cinematográficos
adicionais incluem: Ferocidade
Máxima (Fierce Creatures),
O Enigma de Talos (Talos:
the Mummy), The Wisdom of
Crocodiles, The Bunker e
Muito Bem Acompanhada (The
Wedding Date). Ele também
foi visto, além de
ter sido o responsável
pela produção
executiva, em dois curtas
aclamados: Ticks e Subterrain.
Após concluir seu
trabalho em No Fim do Mundo
(At World’s End),
Davenport retornou a Grã-Bretanha
para fazer um papel protagonista
no longa-metragem The Key
Man, também estrelado
por Brian Cox e Hugo Weaving.
Na televisão, atuou
nas séries Ultraviolet
e Coupling, bem como em
The Real Jane Austen, co-estrelado
por Anna Chancellor; em
The Wyvern Mystery, com
Derek Jacobi e Iain Glen,
da BBC; na série
de seis capítulos
do Canal 4 britânico,
Ultraviolet; em dois episódios
da série premiada
This Life, da BBC; e na
minissérie Dickens,
na qual interpretou o filho
de Charles Dickens. O ator
concluiu recentemente a
minissérie Mary Bryant.
Atuou no rádio em
Laranja Mecânica (A
Clockwork Orange) e em The
Cruel Sea. Participou também
de uma gravação
especial de Man and Superman,
com Ralph Fiennes, Judi
Dench e Juliet Stevenson,
que marcou a celebração
dos 30 anos de radiodramaturgia.
Foi indicado ao prêmio
Olivier, pela peça
aclamada pela crítica,
The Servant, no Lyric Theatre,
e atualmente está
em cartaz no West End londrino,
com o elogiadíssimo
show solo, intitulado How
to Lose Friends and Alienate
People. Mais recentemente,
em um intervaldo de seu
trabalho em No Fim do Mundo
(At World’s End),
Davenport estrelou Enemies,
de Gorki, no famoso Almeida
Theatre de Londres. Natural
de Londres, Inglaterra,
estudou Literatura e Cinema
na Universidade de East
Anglia. É filho dos
atores Maria Aitken e Nigel
Davenport e é casado
com a atriz Michelle Gomez.
KEVIN
R. McNALLY (Joshamee Gibbs)
volta a interpretar o personagem
do sempre atrevido, porém
leal, Joshamee Gibbs. Famoso
no Reino Unido, McNally
interpreta papéis
protagonistas e coadjuvantes
no teatro, no cinema e na
televisão há
quase 30 anos. Estreou no
cinema na aventura de James
Bond, 007 – O Espião
que me Amava (The Spy Who
Loved Me). Entre seus trabalhos
anteriores estão:
Despertar de um Pesadelo
(The Long Good Friday),
Enigma, Not Quite Paradise,
Um Grito de Liberdade (Cry
Freedom) e All Things Bright
and Beautiful. Mais recentemente,
foi visto em The Legend
of 1900, Armadilha (Entrapment),
Alto Risco (When the Sky
Falls), Johnny English (Johnny
English), De-Lovely –
Vida e Amores de Cole Porter
(De-Lovely), O Fantasma
da Ópera (The Phantom
of the Opera), de Andrew
Lloyd Webber e em Irish
Jam.
Entre os inúmeros
créditos na televisão
de Kevin estão: a
produção indicada
ao Emmy® Shackleton,
da A & E, e Conspiracy,
da HBO, ambas agraciadas
com o prêmio BAFTA,
do Reino Unido. Foi visto
ao longo dos anos em várias
minisséries, entre
elas: Poldark II, Masada,
Diana, Thin Air, Love and
Reason, e nos filmes de
TV Praying Mantis, Jekyll
& Hyde, Stalin, Abraham,
The Smiths, Dunkirk e Blood
Lines. McNally também
fez parte do elenco fixo
de The Devil’s Crown,
Tygo Road, Full Stretch,
Dad, Underworld, Up Rising
e de Bedtime. Nos palcos
do West End londrino, viveu
o personagem Alan Bennett,
contracenando com Maggie
Smith, em The Lady in the
Van e contracenou com Juliette
Binoche, em Naked. Também
estrelou em Dead Funny,
de Terry Johnson, no Savoy
Theatre.
JONATHAN PRYCE (Governador
Weatherby Swann)
reprisa o personagem que
interpretou em Piratas do
Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) do governador
Weatherby Swann. Pryce é
um nome consagrado no teatro
e no cinema e, ao longo
de sua carreira, demonstrou
ser um dos mais versáteis
atores britânicos.
Por seu trabalho no teatro
ganhou o prêmio Olivier
de Melhor Ator por Hamlet
e, na categoria de Melhor
Desempenho em Musical, por
Miss Saigon, no qual criou
o personagem do Engenheiro.
Quando estrelou Miss Saigon
na Broadway, ganhou os prêmios
Outer Critics Circle, Drama
Desk e Variety Club. Também
foi indicado ao Olivier
por A Megera Domada (The
Taming of the Shrew), no
Royal Shakespeare Company
e pelo desempenho como Fagin,
no revival do musical de
1995, Oliver!, no West End,
dirigido por Sam Mendes.
Pryce também estrelou
como Henry Higgins na recente
remontagem de sucesso do
My Fair Lady (indicação
ao Olivier) e recentemente
concluiu uma longa temporada
estrelando o musical de
sucesso Dirty Rotten Scoundrels
na Broadway. Por sua estréia
em 1976 na Broadway na peça
Comedians, dirigido por
Mike Nichols, ganhou seu
primeiro Tony e mais recentemente
estrelou The Goat or Who
is Sylvia, de Albee, no
West End de Londres.
No cinema, também
interpretou uma ampla gama
de gêneros, entre
os filmes de maior destaque
estão: Brazil –
O Filme (Brazil) e As Aventuras
do Barão Munchausen
(The Adventures of Baron
Munchausen), de Terry Gilliam;
A Idade da Inocência
(The Age of Innocence),
de Martin Scorsese; Sucesso
a Qualquer Preço
(Glengarry Glen Ross), de
David Mamet; Carrington
– Dias de Paixão
(Carrington), de Christopher
Hampton (pelo qual ganhou
o prêmio de Melhor
Ator no Festival de Cinema
de Cannes); Evita, de Alan
Parker (no qual atuou e
cantou no papel de Juan
Peron); o suspense de James
Bond 007 - O Amanhã
Nunca Morre (Tomorrow Never
Dies); Ronin (Ronin), de
John Frankenheimer; The
New World, de Terrence Malick;
e The Moon and the Stars,
de John Irvin. No final
deste ano ele será
visto no longa Leatherheads,
de George Clooney, ao lado
de Clooney e Rene Zellweger.
Na televisão, Pryce
foi agraciado com indicações
ao Emmy® e ao Globo
de Ouro® por Barbarians
at the Gate, da HBO e atuou
em inúmeras produções
entre as quais: Thicker
Than Water, Great Moments
in Aviation, Mr. Wroe’s
Virgins e Selling Hitler.
Mais recentemente, interpretou
Sherlock Holmes em The Baker
Street Irregulars. No outono
norte-americano Jonathan
retorna aos palcos londrinos
em uma grande remontagem
de Sucesso a Qualquer Preço
(Glengarry Glen Ross) interpretando
Shelley Levine.
Uma das atrizes mais promissoras
oriundas de Londres, NAOMIE
HARRIS (Tia Dalma)
conquistou Hollywood com
talento, força e
beleza que emanam da tela.
Tornou-se protagonista no
suspense aclamado pela crítica
28 Dias Depois (Days Later),
e continuou a crescer com
inúmeros projetos
de sucesso. Harris foi recentemente
indicada prêmio BAFTA
Orange Rising Star de 2007
por seu desempenho em Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Piratas do Caribe:
O Báu da Morte).
A atriz reprisa seu papel
de Tia Dalma, a rainha cigana
– fazendo um dos papéis
mais proeminente de Piratas
do Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World's End) ao lado
de Johnny Depp, Orlando
Bloom, Geoffrey Rush e Keira
Knightly. O filme é
dirigido por Gore Verbinski,
produzido por Jerry Bruckheimer
com estréia marcada
para 25 de maio.
Harris está atualmente
na produção
de August, da Original Media
film, sob a direção
de Austin Chick. Ela estrela
como a atriz principal,
a determinada e sábia
Sarah, ao lado de Josh Hartnett.
August conta a história
de dois irmãos que
lutam para manter sua nova
empresa funcionando em Wall
Street em agosto de 2001,
um mês antes dos ataques
terroristas de 11 de setembro.
No verão norte-americano
passado, Harris estrelou
os estrondosos sucessos
de bilheteria Piratas Do
Caribe: O Baú Da
Morte (Pirates Of The Caribbean:
Dead Man’s Chest)
e Miami Vice (Miami Vice),
ao lado de Jaime Foxx e
Colin Farrell. Entre seus
outros créditos no
cinema estão, o aclamado
pela crítica Tristram
Shandy: A Cock And Bull
Story e o lançamento
da New Line Film, Depois
Do Amanhece