JOHNNY
DEPP (Capitão Jack
Sparrow) reprisa
seu papel indicado ao Oscar®
e a dois prêmios Globo
de Ouro® do capitão
Jack Sparrow em Piratas
do Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World’s End). Depp
foi indicado aos prêmios
da Academia®, ao Globo
de Ouro®, ao prêmio
da Academia Britânica
de Cinema e Televisão
(BAFTA) e ao Screen Actors
Guild por seu desempenho
como o capitão Jack
em Piratas do Caribe: A
Maldição do
Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), e mais
uma indicação
ao Globo de Ouro® por
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest).
Depp foi aclamado pela crítica
e pelo público por
seu fabuloso desempenho
em uma memorável
variedade de papéis
em grandes produções
do cinema. Mais recentemente,
colaborou com o diretor
Tim Burton pela quarta e
quinta oportunidades em
A Fantástica Fábrica
de Chocolate (Charlie and
the Chocolate Factory),
pelo qual o ator foi indicado
ao Globo de Ouro® de
Melhor Ator em Comédia
e Musical e em A Noiva Cadáver
(Corpse Bride), indicado
pela Academia® em 2005
na categoria de Melhor Filme
de Animação.
Baseado no adorado clássico
de Roald Dahl, Depp interpretou
o excêntrico especialista
em chocolate Willy Wonka
em A Fantástica Fábrica
de Chocolate (Charlie and
the Chocolate Factory),
cuja estréia trouxe
excelentes críticas
e foi sucesso internacional
de bilheteria. Em A Noiva
Cadáver (Corpse Bride),
de Tim Burton, Depp emprestou
sua voz para o personagem
principal, Victor Van Dort,
no muito criativo filme
animado, que foi um mais
celebrados lançamentos
do ano passado. Mudando
totalmente de gênero,
o ator estrelou recentemente
ao lado de John Malkovich
e Samantha Morton em O Libertino
(The Libertine), de Laurence
Dunmore, no papel do poeta
do século 17, John
Wilmot, Earl of Rochester.
Depp concluiu recentemente
as filmagens do personagem
título de Sweeney
Todd, novamente dirigido
por Tim Burton do famoso
musical de Stephen Sondheim
sobre o barbeiro assassino
da Rua Fleet.
Depp recebeu indicações
ao prêmio da Academia®,
ao Globo de Ouro®, ao
Screen Actors Guild e ao
BAFTA por seu desempenho
como J.M. Barrie em Em Busca
da Terra do Nunca (Finding
Neverland), de Mark Forster,
no qual estrelou ao lado
de Kate Winslet e Freddie
Highmore. Em sua filmografia
inclui ainda: Janela Secreta
(Secret Window), de David
Koepp; Era Uma Vez No México
(Once Upon A Time in Mexico),
de Robert Rodriguez; Do
Inferno (From Hell), de
Albert e Allen Hughes; Profissão
de Risco (Blow), de Ted
Demme; a comédia
romântica Chocolate
(Chocolat), de Lasse Hallstrom;
Antes do Anoitecer (Before
Night Falls), de Julian
Schnabel, Por que os Homens
Choram (The Man Who Cried),
de Sally Potter; A Lenda
do Cavaleiro Sem Cabeça
(Sleepy Hollow), de Tim
Burton; O Último
Portal (The Ninth Gate),
de Roman Polanski e Medo
de Delírio em Las
Vegas (Fear and Loathing
in Las Vegas), de Terry
Gilliam.
Saudado como o melhor ator
de sua geração
por seu desempenho em Donnie
Brasco (Donnie Brasco),
de Mike Newell, co-estrelado
por Al Pacino, Deep também
estrelou em Dead Man (Dead
Man), de Jim Jarmusch e
em Don Juan DeMarco (Don
Juan DeMarco), de Jerremy
Leven, no papel do homem
que se considera o maior
amante mundo, contracenando
com os atores legendários
Marlon Brando e Faye Dunaway.
Foi seu desempenho espetacular
no papel-título de
Edward Mãos de Tesoura
(Edward Scissorhands), de
Tim Burton, que o estabeleceu
como um dos atores mais
requisitados de Hollywood
e lhe rendeu uma indicação
ao Globo de Ouro® de
Melhor Ator. Foi honrado
com uma segunda indicação
ao Globo de Ouro® por
seu desempenho em Benny
e Joon (Benny & Joon),
dirigido por Jeremiah S.
Chechik. Voltou a trabalhar
com Tim Burton no sucesso
de crítica Ed Wood
(Ed Wood), quando foi pela
terceira vez indicado ao
Globo de Ouro® de Melhor
Ator.
Entre seus outros filmes
estão: Gilbert Grape:
Aprendiz de Sonhador (What’s
Eating Gilbert Grape?),
de Lasse Hallstrom; Arizona
Dream – Um Sonho Americano
(Arizona Dream), de Emir
Kusturica e Tempo Esgotado
(Nick of Time), de John
Badham. Depp começou
sua carreira na música,
como integrante de uma banda
de rock chamada Kids, que
acabou levando-o para Los
Angeles. Quando a banda
se separou, ele decidiu
seguir a carreira de ator
e seu primeiro papel importante
foi em A Hora do Pesadelo
(Nightmare on Elm Street).
Atuou em seguida em vários
longas de Oliver Stone incluindo
o vencedor do Oscar®,
Platoon (Platoon). A seguir,
foi escalado no papel que
se tornaria sua revelação,
o do detetive Tim Hanson,
no seriado popular da Fox
television, 21 Jump Street.
Estrelou a série
durante quatro temporadas,
antes de passar às
telonas, estrelando Cry
Baby (Cry-Baby), no papel
de John Waters. Depp estrelou
e fez sua estréia
na direção
em O Bravo (The Brave),
um filme baseado no romance
de Gregory McDonald, com
roteiro escrito por ele
próprio e por seu
irmão, D.P. Depp.
ORLANDO BLOOM (Will
Turner) reprisa
seu papel de Will Turner
ao lado de Johnny Depp e
Keira Knightley em Piratas
do Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World's End).
Bloom conquistou fama internacional
no papel de Legolas na trilogia
de O Senhor dos Anéis
(The Lord of the Rings),
de Peter Jackson: A Sociedade
do Anel (The Fellowship
of the Ring), As Duas Torres
(The Two Towers) e O Retorno
do Rei (The Return of the
King). Foi visto estrelando
no longa independente Haven,
de Frank E. Flowers, no
qual também foi produtor
executivo.
Trabalhou com Ridley Scott
em Falcão Negro em
Perigo (Black Hawk Down)
e voltou a trabalhar com
Scott no drama épico
Cruzadas (Kingdom of Heaven).
Depois disso, fez seu primeiro
papel americano contemporâneo
ao lado de Kirsten Dunst
em Tudo Acontece em Elizabethtown
(Elizabethtown), de Cameron
Crowe. Em sua filmografia
inclui ainda Ned Kelly (Ned
Kelly) com Heath Ledger
e Tróia (Troy), de
Wolfgang Petersen, ao lado
de Brad Pitt e Eric Bana.
Bloom nasceu em Canterbury,
na Inglaterra. Entrou para
o National Youth Theater
de Londres e em seguida
conseguiu uma bolsa de estudos
para cursar a British American
Drama Academy. Após
concluir seus estudos, estreou
em Wilde, da BBC, contracenando
com Jude Law. Ele foi então
aceito na Escola de Música
e Teatro Guildhall, de Londres.
Durante os quatro anos em
que esteve lá, atuou
em várias produções,
entre elas: Little Me, A
Month in the Country, Peer
Gynt, Mephisto e Twelfth
Night. Depois de formado,
Bloom, que na época
era desconhecido, foi escalado
no papel que lançaria
sua carreira internacionalmente.
A relativamente curta, porém
memorável, carreira
da atriz de 22 anos KEIRA
KNIGHTLEY (Elizabeth Swann)
chega agora ao auge com
as indicações
ao Globo de Ouro® e
ao Oscar® em 2005, na
categoria de Melhor Atriz,
por sua luminosa e internacionalmente
aclamada interpretação
de Elizabeth Bennet, na
adaptação
cinematográfica Orgulho
e Preconceito (Pride &
Prejudice), de Joe Wright.
O conjunto notável
de trabalhos realizados
por Knightley, com tão
pouca idade, demonstra não
apenas uma extraordinária
versatilidade, mas também
um espírito artisticamente
aventureiro ao selecionar
uma ampla gama de projetos
de diversos gêneros.
Knightley chegou às
manchetes com o sucesso
inesperado Driblando o Destino
(Bend It Like Beckham),
de Gurinder Chadha, no papel
da jogadora adolescente
Jules Paxton, ao lado de
Parminder K. Nagra. Foi
então selecionada
pelo diretor Gore Verbinski
e pelo produtor Jerry Bruckheimer
para interpretar Elizabeth
Swann, contracenando com
o capitão Jack Sparrow,
de Johnny Depp, com Will
Turner, de Orlando Bloom
e com o capitão Barbossa,
de Geoffrey Rush, no blockbuster
mundial de 2003 Piratas
do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl). Demonstrando
possuir doses iguais de
beleza e determinação
como a jovem aristocrática
levada em uma aventura fantástica,
Knightley interpretou novamente
Elizabeth em Piratas do
Caribe: O Baú da
Morte (Pirates of the Caribbean:
Dead Man’s Chest)
e Piratas do Caribe: No
Fim do Mundo (Pirates of
the Caribbean: At World’s
End). Depois de concluir
Piratas do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), ela
iniciou imediatamente a
produção de
outro épico, produzido
por Jerry Bruckheimer, Rei
Arthur (King Arthur), no
qual interpretou Guinevere.
Com direção
de Antoine Fuqua, o filme
também foi estrelado
por Clive Owen, no papel
de Arthur.
Em novembro de 2003, Knightley
foi vista em Simplesmente
Amor (Love, Actually), de
Richard Curtis, como parte
de um notável elenco
que incluiu Colin Firth,
Hugh Grant, Laura Linney,
Liam Neeson, Alan Rickman
e Emma Thompson. Além
de Orgulho e Preconceito
(Pride & Prejudice)
— no qual estrelou
com Matthew Macfadyen, Brenda
Blethyn, Judi Dench e Donald
Sutherland — em 2005,
Knightley também
fez o papel da controvertida
modelo transformada em caçadora,
Domino Harvey, no inovador
drama de ação
Domino – A Caçadora
de Recompensas (Domino),
de Tony Scott. Em 2006,
Knightley viajou para a
Europa, durante um intervalo
das filmagens de Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest) e de Piratas do Caribe:
No Fim do Mundo (Pirates
of the Caribbean: At World's
End), para estrelar para
o diretor François
Girard (O Violino Vermelho)
a adaptação
cinematográfica do
livro campeão de
vendas, Silk, escrito por
Alessandro Baricco. No drama
romântico também
estrelam Michael Pitt, Alfred
Molina e Koji Yakusho. Logo
depois estrelou Atonement
para o diretor de Orgulho
e Preconceito (Pride &
Prejudice), Joe Wright.
A Chanel anunciou, em abril
de 2006, que Knightley será
o novo rosto do perfume
Coco Mademoiselle.
Knightley estreou como atriz
aos sete anos de idade na
televisão britânica
em Royal Celebration e entre
seus primeiros créditos
estão os longas-metragens:
A Village Affair, Mentiras
Inocentes (Innocent Lies)
e Guerra nas Estrelas: Episódio
1 – A Ameaça
Fantasma (Star Wars: Episode
1 – The Phantom Menace),
bem como atuações
na série de televisão
The Bill e nos telefilmes
Treasure Seekers, Coming
Home, Princess of Thieves,
da Walt Disney (no papel
de Gwyn, filha de Robin
Hood) e nas minisséries
Oliver Twist e Doctor Zhivago,
no qual interpretou Lara
Antipova, na adaptação
do romance clássico
de Boris Pasternak. Em sua
filmografia inclui ainda
O Buraco (The Hole), Pure
e Camisa de Força
(The Jacket), um suspense
que estrelou ao lado de
Adrien Brody. Filha da dramaturga
Sharman Macdonald e do ator
Will Knightley, ela nasceu
em Teddington, Middlesex,
na Inglaterra e atualmente
mora em Londres.
GEOFFREY RUSH (Capitão
Barbossa), um dos
mais respeitados atores
da atualidade, começou
sua carreira no teatro australiano
e desde então atuou
em mais de 70 produções
teatrais e em mais de 20
longas-metragens. Despois
de sua participação
surpresa no último
minuto de Piratas do Caribe:
O Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest), Rush agora retorna
com força total em
No Fim do Mundo (At World’s
End).
Geoffrey Rush ganhou o Emmy®,
o Globo de Ouro® e o
Screen Actors Guild por
seu desempenho cativante
no filme da HBO, The Life
and Death of Peter Sellers,
no qual interpretou o papel-título.
Ele foi visto no filme indicado
ao prêmio da Academia
Munique (Munich) quando
foi dirigido por Steven
Spielberg e filmou recentemente
Elizabeth: The Golden Age,
da Universal Pictures. Ele
chamou a atenção
internacional pela primeira
vez como protagonista do
longa Shine - Brilhante
(Shine), de Scott Hicks,
que lhe rendeu o prêmio
de Melhor Ator da Academia
como o pianista pródigio
David Helfgott. Ele também
ganhou um Globo de Ouro®
e prêmios do Screen
Actors Guild, da Academia
Britânica de Filme
e Televisão, do Círculo
de Críticos de Cinema
da Austrália, do
Broadcast Film Critics,
do AFI e das Associações
de Críticos de Nova
York e de Los Angeles, pelo
mesmo filme. Rush também
foi indicado ao Oscar®
por seu desempenho em Contos
Proibidos do Marquês
de Sade (Quills), de Philip
Kaufman, e indicações
ao Oscar® e ao Globo
de Ouro® por Shakespeare
Apaixonado (Shakespeare
in Love).
Entre seus outros créditos
estão: Candy (Candy),
O Amor Custa Caro (Intolerable
Cruelty), Procurando Nemo
(Finding Nemo), Ned Kelly
(Ned Kelly), Lantana (Lantana),
Frida (Frida), O Alfaiate
do Panamá (The Tailor
of Panama), A Casa da Colina
(House on Haunted Hill),
Heróis Muito Loucos
(Mystery Men), Elizabeth
(Elizabeth), Os Miseráveis
(Les Miserables), A Little
Bit of Soul, Children of
the Revolution, On Our Selection,
Twelfth Night, Oscar e Lucinda
(Oscar and Lucinda) e Starstruck.
Rush formou-se em Inglês
pela Universidade de Queensland,
antes de associar-se a Jacques
Lecoq School of Mime, Movement
and Theatre de Paris. Ao
voltar para Austrália,
estrelou a produção
teatral de Rei Lear (King
Lear), e contracenou com
Mel Gibson em Esperando
Godot (Waiting for Godot).
Foi o principal membro da
pioneira Lighthouse Ensemble,
de Jim Sharman, no início
dos anos 1980, interpretando
papéis protagonistas
em inúmeros clássicos.
Seu trabalho no teatro rendeu-lhe
muitos prêmios, incluindo
o do Círculo de Críticos
de Sydney de Melhor Desempenho,
o Variety Club de Melhor
Ator e o Victorian Green
Room em 1990 por seu desempenho
aclamado em The Diary of
a Madman, de Neil Armfield.
Também foi indicado
ao prêmio de Melhor
Ator pelo Círculo
de Críticos de Sydney
por seu trabalho em The
Government Inspector, de
Gogol; Uncle Vanya, de Chekhov
e Oleanna, de Mamet. Em
1994 ganhou o prestigioso
prêmio Sidney Myer
Performing Arts por seu
trabalho no teatro. Rush
mora em Melbourne, na Austrália,
com sua mulher Jane e seus
dois filhos.
STELLAN SKARSGARD
(Bootstrap Bill)
tornou-se conhecido do público
em todo o mundo depois de
atuar, ao lado de Emily
Watson, em Ondas do Destino
(Breaking the Waves), de
Lars von Trier. Mas a carreira
de Skarsgard se estende
por mais de 30 anos, com
inúmeros desempenhos
brilhantes em uma ampla
gama de filmes, peças
de teatro e papéis
na televisão. Ainda
durante a adolescência,
na Suécia, sua terra
natal, Skarsgard foi astro
da série de TV de
1968, Bombi Bitt och jag
e, aos 20 anos de idade,
já era um experiente
ator de TV, cinema e teatro.
Com Um Assassinato Perfeito
(The Simple-Minded Murderer),
de Hans Alfredson, a fama
de Skarsgard, que é
natural de Gotemburgo, espalhou-se
para além da Escandinávia.
Sua interpretação
do ingênuo levado
a agir com violência
devido a crueldade dos outros
rendeu-lhe o Urso de Prata
do Festival de Cinema de
Berlim.
Desde então, depois
de mais de 60 filmes, Skarsgard
provou ser um ator extremamente
versátil. Ao longo
de sua carreira, estrelou
como o superagente sueco
Carl Hamilton em Code Name
Coq Rouge, de Pelle Berglund
e em The Democratic Terrorist.
Interpretou o papel-título
em Good Evening, Mr. Wallenberg,
de Kjell Grede — a
história real de
um diplomata sueco que salvou
milhares de judeus de Auschwitz.
Entre seus outros créditos
de destaque no cinema escandinavo
estão: P&B, de
Alfredson; The Serpent’s
Way; Up the Naked Rock,
de Bo Widerberg; Friends,
de Kjell-Ake Andersson;
Hip Hip Hurrah!, de Grede;
The Women on the Roof, de
Carl Gustaf Nykvist; O Boi
(The Ox), de Sven Nykvist
(indicado ao prêmio
da Academia de Melhor Filme
Estrangeiro); The Slingshot,
de Ake Sandgren; Zero Kelvin
(Zero Kelvin), de Hans Petter
Moland e ainda Aberdeen
(Aberdeen) e Insônia
(Insomnia), de Erik Skjoldvjaerg.
A reputação
de Skarsgard rendeu-lhe
mais papéis nos Estados
Unidos e em todo o mundo,
com desempenhos importantes
em filmes como: Caçada
ao Outubro Vermelho (The
Hunt for Red October), de
John McTiernan; Wind –
A Força dos Ventos
(Wind), de Carroll Ballard;
Savior – A Última
Guerra (Savior), Peter Antonijivic;
Meu Filho O Fanático
(My Son the Fanatic), de
Udayan Prasad; Amistad (Amistad),
de Steven Spielberg; Gênio
Indomável (Good Will
Hunting), de Gus Van Sant;
Ronin (Ronin) de John Frankenheimer;
Do Fundo do Mar (Deep Blue
Sea), de Renny Harlin; Signs
and Wonders, de Jonathan
Nossiter; Time Code (Time
Code), de Mike Figgis; Taking
Signs, de Istvan Szabo e
Cidade de Fantasmas (City
of Ghosts), de Matt Dillon.
Depois de Ondas do Destino
(Breaking the Waves), vencedor
do Grande Prêmio do
Festival de Cinema de Cannes,
Skarsgard estrelou outra
vez para Lars von Trier
em Dogville (Dogville).
Mais recentemente, foi visto
em Rei Arthur (King Arthur),
uma produção
de Jerry Bruckheimer, ao
lado de Clive Owen e Keira
Knightley; fez o papel do
Padre Merrin em Exorcista:
O Início (Exorcist:
The Beginning), de Renny
Harlin e em Beowulf &
Grendel, de Sturla Gunnarsson,
rodado na Islândia.
Ao mesmo tempo em que filmou
Piratas do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates of the
Caribbean: Dead Man’s
Chest), Skarsgard também
viajou para a Espanha para
estrelar no papel-título
de Goya’s Ghost, de
Milos Forman, como o legendário
pintor espanhol Francisco
Goya. Em seguida interpretou
um papel em Waz. Atualmente,
Skarsgård está
se preparando para seu próximo
filme, Mamma Mia. Na televisão
atuou em School for Wives,
estrelado por Ingmar Bergman;
em The Wild Duck, de Bo
Widerberg; e, nos EUA, em
Noon Wine, na PBS; The Harlan
County War, no Showtime;
e Helen of Troy, no canal
USA. É também
um consagrado ator de teatro
na Suécia, tendo
trabalhado por 16 anos no
Royal Dramatic Theatre de
Estocolmo, com diretores
do calibre de Ingmar Bergman,
Alf Sjoberg e Per Verner-Carlsson.
BILL NIGHY (Davy
Jones) nasceu em
Caterham, Surrey, na Inglaterra
em 1949 e estudou interpretação
na Guildford School of Acting.
Estreou com ator profissional
no Newbury's Watermill Theatre
e, em seguida, aprimorou
seu talento em teatros regionais
como o Edinburgh Traverse,
o Chester Gateway e o Liverpool
Everyman. Seu primeiro trabalho
foi em Londres, em Comings
and Goings, no Hampstead
Theatre, em novembro de
1978. Bill atuou com regularidade
no National Theatre em uma
sucessão de peças
novas escritas por dramaturgos
britânicos notáveis.
Em 1993, estrelou como um
acadêmico ambicioso
em Arcadia de Tom Stoppard,
uma produção
de Trevor Nunn. Sete anos
depois foi aclamado pela
crítica por seu desempenho
como o psiquiatra dr. Robert
Smith em Blue/Orange, escrito
por Joe Penhall e dirigido
por Roger Michell. Para
Nicholas de Jongh do Evening
Standard, foi um “desempenho
impressionante.” Este
também foi um trabalho
que lhe rendeu uma indicação
ao prestigioso prêmio
Olivier de Melhor Ator.
Bill também foi visto
como Trigorin na produção
do National Theatre de The
Seagull, de Chekhov, contracenando
com Judi Dench no papel
de Arkadina. Trabalhou anteriormente
com Judi Dench em Absolute
Hell (BBC) e recentemente
os dois se reuniram outra
vez no longa aclamado Notas
Sobre um Escândalo
(Notes on a Scandal), também
estrelado por Cate Blanchett
e dirigido por Richard Eyre.
Sua longa lista de créditos
na televisão inclui
quase todas as mais importantes
séries dramáticas
da TV britânica, mas
foi seu trabalho em 1991,
em The Men's Room (BBC)
que teve maior destaque.
Mais recentemente ganhou
o BAFTA de Melhor Ator e
o prêmio de Melhor
Ator da Royal Television
Society por seu desempenho
como o editor de jornal
na série cult State
of Play. Também estrelou
dois filmes de televisão
para o escritor e diretor
Stephen Poliakoff: The Lost
Prince, pelo qual ganhou
o Golden Satellite de Melhor
Ator Coadjuvante e o extraordinário
Gideon's Daughter. Referindo-se
ao trabalho de Nighy em
Gideon's Daughter, o Herald
News de Nova York declarou
que “ele fascina com
sua sutileza... Devia existir
um prêmio para ele
por fazer parecer tão
real.” Sua interpretação
de Lawrence, um tesoureiro
oficial de meia-idade rejuvenecido
pelo amor emThe Girl in
the Cafe, rendeu-lhe o Globo
de Ouro® de Melhor Ator
em minissérie e muitos
elogios da crítica.
Para a Entertainment Weekly,
o sr. Nighy foi “encantador
sem fazer esforço”
e Alessandra Stanley escreveu
no New York Times que “A
causa é justa, mas
só o desempenho de
Bill Nighy já é
razão suficiente
para se assistir.”
O Jardineiro Fiel (The Constant
Gardener) trouxe a Bill
o prêmio de Melhor
Ator Coadjuvante do British
Independent Film em 2005.
Mas foi no longa Ainda Muito
Loucos (Still Crazy) e seu
desempenho como o envelhecido
vocalista roqueiro Ray Simms
que o estabeleceu no cinema
e lhe rendeu o prêmio
Peter Sellers de Melhor
Desempenho Cômico,
concedido pelo London Evening
Standard. Bill ganhou o
segundo prêmio Peter
Sellers por sua inesquecível
interpretação
do pop star Billy Mack em
Simplesmente Amor (Love,
Actually), um desempenho
muito popular que lhe rendeu
o prêmio dos Críticos
de Cinema de Londres e o
BAFTA de Melhor Ator Coadjuvante.
Entre seus outros créditos
no cinema estão Underworld,
Anjos da Noite – A
Evolução (Underworld:
Evolution), Todo Mundo Quase
Morto (Shaun of the Dead)
e Amor Para Sempre (Enduring
Love). Em 2003, Bill ganhou
quatro prêmios de
Melhor Ator Coadjuvante
da Associação
de Críticos de Los
Angeles por seu desempenho
nos longas: AKA, Lawless
Heart, I Capture the Castle
e Simplesmente Amor (Love
Actually). Seu desempenho
estelar como o pirata capitão
Davy Jones – metade
polvo, metade homem –
em Piratas do Caribe: O
Báu da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man's
Chest) é reprisado
em Piratas do Caribe: No
Fim do Mundo (Pirates of
the Caribbean: At World's
End).
Bill está atualmente
na Broadway na produção
teatral The Vertical Hour,
de David Hare. Ele estrela
ao lado de Julianne Moore
a história sobre
um correspondente de guerra
americano que se vê
desafiado por suas crenças
e cultura depois de conhecer
uma inglesa cujo estilo
de vida é uma surpresa.
The Observer afirmou que
Bill “fez um dos desempenhos
mais memoráveis já
vistos nos placos de Nova
York.”
Entre os projetos para 2007
está Easy Virtue
no qual contracenará
com Renee Zellweger. O filme
se passa nos anos 1920 e
segue a complicada experiência
do encontro com os novos
sogros depois que uma americana
se casa com um inglês
em um momento de impulso
na França. Bill também
faz uma participação
especial em Hot Fuzz, um
filme dos realizadores de
Quase Todo Mundo Morto (Shaun
of the Dead).
CHOW YUN-FAT (Capitão
Sao Feng) foi criado
em Lama Island, um pequeno
vilarejo de pescadores nos
arredores de Hong Kong.
Sua família mudou-se
para a cidade na grande
ilha quando ele tinha 10
anos. Aos 17 anos ele deixou
a escola para tentar a carreira
de ator e, seguindo a sugestão
de um amigo, inscreveu-se
e foi aceito no programa
de treinamento de uma rede
de televisão local
de Hong Kong. Depois do
programa de um ano, logo
assinou contrato com a rede
como ator contratado e lá
trabalhou durante 14 anos.
Depois de ter feito mais
de 128 episódios
da popular série
de televisão Hotel,
Chow já era um ator
famoso e considerado símbolo
sexual em Hong Kong. A imensa
popularidade da série
de televisão que
fez em seguida,The Bund,
consagrou-o como um nome
reconhecido em toda o sul
e leste da Ásia.
Sua primeira grande oportunidade
surgiu quando o diretor
Ann Hui o convidou para
estrelar em The Story of
Woo Viet, trabalho que lhe
rendeu aclamação
da crítica pelo desempenho
em um filme sério
e comercial quando Hong
Kong ainda produzia em massa
filmes de ação
de Kung Fu. A partir de
então, sua carreira
decolou. Ganhou vários
prêmios de Melhor
Ator por seu trabalho e
chegou a fazer 12 filmes
em 1986 – um recorde
para um ator de Hong Kong.
John Woo o escalou para
o papel de Mark no filme
aclamado pela crítica
Alvo Duplo (A Better Tomorrow).
Chow atingiu status de megastar
na Ásia, com seu
casaco longo, seus óculos
escuros e sua reluzente
Baretta, que são
agora suas marcas registradas.
Depois de uma série
de comédias românticas
e dramas, o determinado
Chow colaboraria então
com John em O Matador (The
Killer) e em Fervura Máxima
(Hard-boiled) – dois
filmes que chamaram a atenção
da crescente legião
internacional de fãs.
Um novo gênero de
filmes foi produzido em
Hong Kong com Chow à
frente. Essas histórias
eram remanescentes de filmes
de gangsteres estrelados
por Humphrey Bogart e James
Cagney, agora com Chow interpretando
o trágico herói.
City on Fire do diretor
de Hong Kong, Ringo Lam,
foi a inspiração
para Assassinos Substitutos
(Reservoir Dogs), de Quentin
Tarantino que rendeu a Chow
outro prêmio de Melhor
Ator pelo papel.
Depois de ter conquistado
a Ásia com mais de
68 filmes, Chow seguiu para
Hollywood em 1996 para fazer
seu primeiro papel falado
em inglês em Assassinos
Substitutos (Replacement
Killers) dirigido por Antoine
Fuqua. Em seguida estrelou
no drama policial O Corruptor
(The Corrupter) dirigido
por James Foley. O épico
do estúdio Fox Anna
e o Rei (Anna and the King)
com Jodie Foster foi considerado
similar a E o Vento Levou
(Gone With The Wind) quanto
ao tamanho da produção,
com Chow no papel do rei.
Mas foi só com O
Tigre e o Dragão
(Crouching Tiger, Hidden
Dragon) que Chow tornou-se
um rosto reconhecido nos
EUA, depois do sucesso de
bilheteria e do Oscar®.
Depois de fazer Um Monge
à Prova de Balas
(Bulletproof Monk), Chow
trabalhou em Piratas do
Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World’s End) da
Disney e se reuniu novamente
com Ann Hui em The Postmodern
Life of my Aunt. Chow foi
visto recentemente estrelando
Curse of the Golden Flower
e voltou a trabalhar com
John Woo no videogame, ainda
inédito, chamado
Stranglehold.
O homem que o Los Angeles
Times classificou como:
“O Ator Mais Legal
do Mundo”, e que a
People Magazine elegeu como
uma das “50 Pessoas
Mais Bonitas”, continua
a morar em Hong Kong onde
é conhecido por seu
fãs como o “Grande
Irmão.” Chow
passa suas horas vagas fazendo
fotografias de paisagens
e planeja vendê-las
para arrecadar dinheiro
em prol de associações
de caridade locais e internacionais
com as quais está
envolvido.
Até
interpretar o comodoro James
Norrington em Piratas do
Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) JACK
DAVENPORT (Comodoro James
Norrington) talvez
fosse mais conhecido do
público norte-americano
graças a Peter Smith-Kingsley,
no grande sucesso de crítica,
O Talentoso Ripley (The
Talented Mr. Ripley). Davenport
fez sua estréia em
Garotas de Futuro (Career
Girls), de Mike Leigh. Seus
créditos cinematográficos
adicionais incluem: Ferocidade
Máxima (Fierce Creatures),
O Enigma de Talos (Talos:
the Mummy), The Wisdom of
Crocodiles, The Bunker e
Muito Bem Acompanhada (The
Wedding Date). Ele também
foi visto, além de
ter sido o responsável
pela produção
executiva, em dois curtas
aclamados: Ticks e Subterrain.
Após concluir seu
trabalho em No Fim do Mundo
(At World’s End),
Davenport retornou a Grã-Bretanha
para fazer um papel protagonista
no longa-metragem The Key
Man, também estrelado
por Brian Cox e Hugo Weaving.
Na televisão, atuou
nas séries Ultraviolet
e Coupling, bem como em
The Real Jane Austen, co-estrelado
por Anna Chancellor; em
The Wyvern Mystery, com
Derek Jacobi e Iain Glen,
da BBC; na série
de seis capítulos
do Canal 4 britânico,
Ultraviolet; em dois episódios
da série premiada
This Life, da BBC; e na
minissérie Dickens,
na qual interpretou o filho
de Charles Dickens. O ator
concluiu recentemente a
minissérie Mary Bryant.
Atuou no rádio em
Laranja Mecânica (A
Clockwork Orange) e em The
Cruel Sea. Participou também
de uma gravação
especial de Man and Superman,
com Ralph Fiennes, Judi
Dench e Juliet Stevenson,
que marcou a celebração
dos 30 anos de radiodramaturgia.
Foi indicado ao prêmio
Olivier, pela peça
aclamada pela crítica,
The Servant, no Lyric Theatre,
e atualmente está
em cartaz no West End londrino,
com o elogiadíssimo
show solo, intitulado How
to Lose Friends and Alienate
People. Mais recentemente,
em um intervaldo de seu
trabalho em No Fim do Mundo
(At World’s End),
Davenport estrelou Enemies,
de Gorki, no famoso Almeida
Theatre de Londres. Natural
de Londres, Inglaterra,
estudou Literatura e Cinema
na Universidade de East
Anglia. É filho dos
atores Maria Aitken e Nigel
Davenport e é casado
com a atriz Michelle Gomez.
KEVIN
R. McNALLY (Joshamee Gibbs)
volta a interpretar o personagem
do sempre atrevido, porém
leal, Joshamee Gibbs. Famoso
no Reino Unido, McNally
interpreta papéis
protagonistas e coadjuvantes
no teatro, no cinema e na
televisão há
quase 30 anos. Estreou no
cinema na aventura de James
Bond, 007 – O Espião
que me Amava (The Spy Who
Loved Me). Entre seus trabalhos
anteriores estão:
Despertar de um Pesadelo
(The Long Good Friday),
Enigma, Not Quite Paradise,
Um Grito de Liberdade (Cry
Freedom) e All Things Bright
and Beautiful. Mais recentemente,
foi visto em The Legend
of 1900, Armadilha (Entrapment),
Alto Risco (When the Sky
Falls), Johnny English (Johnny
English), De-Lovely –
Vida e Amores de Cole Porter
(De-Lovely), O Fantasma
da Ópera (The Phantom
of the Opera), de Andrew
Lloyd Webber e em Irish
Jam.
Entre os inúmeros
créditos na televisão
de Kevin estão: a
produção indicada
ao Emmy® Shackleton,
da A & E, e Conspiracy,
da HBO, ambas agraciadas
com o prêmio BAFTA,
do Reino Unido. Foi visto
ao longo dos anos em várias
minisséries, entre
elas: Poldark II, Masada,
Diana, Thin Air, Love and
Reason, e nos filmes de
TV Praying Mantis, Jekyll
& Hyde, Stalin, Abraham,
The Smiths, Dunkirk e Blood
Lines. McNally também
fez parte do elenco fixo
de The Devil’s Crown,
Tygo Road, Full Stretch,
Dad, Underworld, Up Rising
e de Bedtime. Nos palcos
do West End londrino, viveu
o personagem Alan Bennett,
contracenando com Maggie
Smith, em The Lady in the
Van e contracenou com Juliette
Binoche, em Naked. Também
estrelou em Dead Funny,
de Terry Johnson, no Savoy
Theatre.
JONATHAN PRYCE (Governador
Weatherby Swann)
reprisa o personagem que
interpretou em Piratas do
Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl) do governador
Weatherby Swann. Pryce é
um nome consagrado no teatro
e no cinema e, ao longo
de sua carreira, demonstrou
ser um dos mais versáteis
atores britânicos.
Por seu trabalho no teatro
ganhou o prêmio Olivier
de Melhor Ator por Hamlet
e, na categoria de Melhor
Desempenho em Musical, por
Miss Saigon, no qual criou
o personagem do Engenheiro.
Quando estrelou Miss Saigon
na Broadway, ganhou os prêmios
Outer Critics Circle, Drama
Desk e Variety Club. Também
foi indicado ao Olivier
por A Megera Domada (The
Taming of the Shrew), no
Royal Shakespeare Company
e pelo desempenho como Fagin,
no revival do musical de
1995, Oliver!, no West End,
dirigido por Sam Mendes.
Pryce também estrelou
como Henry Higgins na recente
remontagem de sucesso do
My Fair Lady (indicação
ao Olivier) e recentemente
concluiu uma longa temporada
estrelando o musical de
sucesso Dirty Rotten Scoundrels
na Broadway. Por sua estréia
em 1976 na Broadway na peça
Comedians, dirigido por
Mike Nichols, ganhou seu
primeiro Tony e mais recentemente
estrelou The Goat or Who
is Sylvia, de Albee, no
West End de Londres.
No cinema, também
interpretou uma ampla gama
de gêneros, entre
os filmes de maior destaque
estão: Brazil –
O Filme (Brazil) e As Aventuras
do Barão Munchausen
(The Adventures of Baron
Munchausen), de Terry Gilliam;
A Idade da Inocência
(The Age of Innocence),
de Martin Scorsese; Sucesso
a Qualquer Preço
(Glengarry Glen Ross), de
David Mamet; Carrington
– Dias de Paixão
(Carrington), de Christopher
Hampton (pelo qual ganhou
o prêmio de Melhor
Ator no Festival de Cinema
de Cannes); Evita, de Alan
Parker (no qual atuou e
cantou no papel de Juan
Peron); o suspense de James
Bond 007 - O Amanhã
Nunca Morre (Tomorrow Never
Dies); Ronin (Ronin), de
John Frankenheimer; The
New World, de Terrence Malick;
e The Moon and the Stars,
de John Irvin. No final
deste ano ele será
visto no longa Leatherheads,
de George Clooney, ao lado
de Clooney e Rene Zellweger.
Na televisão, Pryce
foi agraciado com indicações
ao Emmy® e ao Globo
de Ouro® por Barbarians
at the Gate, da HBO e atuou
em inúmeras produções
entre as quais: Thicker
Than Water, Great Moments
in Aviation, Mr. Wroe’s
Virgins e Selling Hitler.
Mais recentemente, interpretou
Sherlock Holmes em The Baker
Street Irregulars. No outono
norte-americano Jonathan
retorna aos palcos londrinos
em uma grande remontagem
de Sucesso a Qualquer Preço
(Glengarry Glen Ross) interpretando
Shelley Levine.
Uma das atrizes mais promissoras
oriundas de Londres, NAOMIE
HARRIS (Tia Dalma)
conquistou Hollywood com
talento, força e
beleza que emanam da tela.
Tornou-se protagonista no
suspense aclamado pela crítica
28 Dias Depois (Days Later),
e continuou a crescer com
inúmeros projetos
de sucesso. Harris foi recentemente
indicada prêmio BAFTA
Orange Rising Star de 2007
por seu desempenho em Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Piratas do Caribe:
O Báu da Morte).
A atriz reprisa seu papel
de Tia Dalma, a rainha cigana
– fazendo um dos papéis
mais proeminente de Piratas
do Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean:
At World's End) ao lado
de Johnny Depp, Orlando
Bloom, Geoffrey Rush e Keira
Knightly. O filme é
dirigido por Gore Verbinski,
produzido por Jerry Bruckheimer
com estréia marcada
para 25 de maio.
Harris está atualmente
na produção
de August, da Original Media
film, sob a direção
de Austin Chick. Ela estrela
como a atriz principal,
a determinada e sábia
Sarah, ao lado de Josh Hartnett.
August conta a história
de dois irmãos que
lutam para manter sua nova
empresa funcionando em Wall
Street em agosto de 2001,
um mês antes dos ataques
terroristas de 11 de setembro.
No verão norte-americano
passado, Harris estrelou
os estrondosos sucessos
de bilheteria Piratas Do
Caribe: O Baú Da
Morte (Pirates Of The Caribbean:
Dead Man’s Chest)
e Miami Vice (Miami Vice),
ao lado de Jaime Foxx e
Colin Farrell. Entre seus
outros créditos no
cinema estão, o aclamado
pela crítica Tristram
Shandy: A Cock And Bull
Story e o lançamento
da New Line Film, Depois
Do Amanhecer (After The
Sunset) de Brett Ratner,
com Pierce Brosnan, Salma
Hayek e Woody Harrelson.
Criada no norte de Londres,
Harris estudou interpretação
desde os nove anos de idade.
Formou-se pela Cambridge
University (Pembroke College)
e aperfeiçoou seu
talento na prestigiosa Bristol
Old Vic Theatre School (que
teve entre seus alunos Daniel
Day-Lewis, Brian Blessed,
Miranda Richardson e Jeremy
Irons).
Após concluir seu
estágio, em junho
de 2000, conseguiu uma oportunidade
através de um teste
para o diretor Danny Boyle
(Trainspotting, A Praia,
Cova Rasa) e foi convidada
para co-estrelar seu novo
longa-metragem Extermínio
(28 Days Later). O papel
de sobrevivente urbana exigiu
um mês de treinamento
e preparação
para as cenas de ação
que ela precisou fazer.
Harris em seguida interpretou
Clara, na adaptação
de Zadie Smith para o Channel
4 do romance premiado Whitbread
White Teeth e depois estrelou
The Project com Matthew
Macfayden (Spooks), no papel
de Maggie, um docudrama
de duas partes de Peter
Kosminsky (Deixe-me Viver)
para a BBC.
Desde então, Harris
estrelou contracenando com
Colin Firth e Mena Suvari
em Trauma de Marc Evan (O
Olho Que Tudo Vê).
Harris mora atualmente em
Londres.
TOM HOLLANDER (Lorde
Cutler Beckett)
foi criado em Oxford, estudou
em uma escola local e depois
estudou Literatura Inglesa
em Cambridge. Ainda jovem,
foi membro do National Youth
Theatre e do National Youth
Music Theatre. Descoberto
no Festival de Edimburgo
enquanto ainda estava na
escola, interpretou o papel-título
no drama infantil John Diamond,
da BBC. Enquanto estava
na universidade, foi membro
do Cambridge Footlights
Revue e atuou na peça,
muito aclamada, Cyrano de
Bergerac, no Marlowe Society
at the Arts Theatre.
O início de sua carreira
foi basicamente no teatro.
Em 1991, foi indicado ao
prêmio Ian Charleson
por seu desempenho como
Celia, na produção
realizada apenas por homens
de As You Like It, de Cheek
by Jowl. Em 1992, ganhou
o prêmio Ian Charleson
por seu desempenho como
o personagem Witwoud em
The Way of the World, de
Peter Gill, no Lyric Hammersmith.
Em seguida, fez Macheath
em The Threepenny Opera,
no Donmar Warehouse e o
famosíssimo papel
de Baby, que criou na produção
original de Mojo, de Jez
Butterworth, no Royal Court
Theatre. Isso chamou a atenção
dos cineastas Terry George
e Jim Sheridan, que o escalaram
como o Chefe da Força
de Segurança da Irlanda
do Norte no controverso
Mães em Luta (Some
Mother’s Son), ao
lado de Helen Mirren e Fionnuola
Flanagan. Logo voltou ao
teatro na peça Tartuffe,
de Jonathan Kent, no Almeida,
tendo sido agraciado com
o prêmio de Melhor
Ator concedido pelo Time
Out, e uma menção
honrosa na premiação
Ian Charleson. Em 1997,
recebeu outra menção
especial por seu desempenho
em The Government Inspector,
de novo no Almeida, sob
a direção
de Jonathan Kent. No West
End e na Broadway interpretou
lorde Alfred Douglas ao
lado de Liam Neeson no papel
de Oscar Wilde na peça
The Judas Kiss, de David
Hare.
Depois de interpretar o
noivo de Saffy no último
episódio de Absolutely
Fabulous, Hollander estrelou
ao lado de Joseph Fiennes
e Rufus Sewell no filme
de 1998, Mero Acaso (Martha,
Meet Frank, Daniel and Lawrence).
Em sua filmografia inclui
ainda: Bedrooms and Hallways,
The Clandestine Marriage
e Maybe Baby, de Ben Elton;
The Announcement e Enigma
(Enigma), de Michael Apted;
e Possessão (Possession),
de Neil LaBute. Também
interpretou Osborne Hamley
em Wives and Daughters,
de Andrew Davies, na BBC.
Para Rober Altman, Tom fez
o papel do muito sofrido
capitão Anthony Meredith
em Assassinato em Gosford
Park (Gosford Park). Intrepretou
Nick contracenando com Bill
Nighy, no filme consagrado
de Neil Hunter e Tom Hunsinger
The Lawless Heart.
Hollander voltou aos palcos
no papel-título de
Don Juan, de Moliere, no
Sheffield’s Crucible
Theatre sob a direção
de Michael Grandage. E depois
fez Edgar em Rei Lear (King
Lear) ao lado de Oliver
Ford Davies na última
produção de
Jonathan Kent no Almeida
Theatre. Em seguida, interpretou
o rei George V, no drama
The Lost Prince, de Stephen
Poliakoffs da BBV, e atuou
no drama de quatro capítulos,
também da BBC, Cambridge
Spies, no qual interpretou
o infame espião Guy
Burgess e ganhou o prêmio
de Melhor Ator do International
Television em Biarritz.
Em 2003, Hollander filmou
A Bela do Palco (Stage Beauty),
de Richard Eyre, ao lado
de Billy Crudup, Claire
Danes e Ben Chaplin. No
mesmo ano interpretou Laurie
na peça The Hotel
in Amsterdam, de John Osborne,
no Donmar Warehouse, sob
a direção
de Robin Lefevre.
Em 2004, foi indicado ao
prêmio de Melhor Ator
Coadjuvante do British Independent
Film por seu desempenho
como George Etherege ao
lado de Jonny Depp em O
Libertino (The Libertine).
Por seu desempenho como
o reverendo William Collins
em Orgulho e Preconceito
(Pride and Prejudice), estrelado
por Kiera Knightly e dirigido
por Joe Wright, ganhou o
prêmio Peter Sellers
do Evening Standard de Melhor
Comédia e o de Melhor
Ator Coadjuvante do Círculo
de Críticos de Londres.
Para Ridley Scott, Hollander
interpretou Charlie em Um
Bom Ano (A Good Year), contracenando
com Russell Crowe. Para
a produtora de Ridley, a
Scott Free, o ator concluiu
recentemente seu trabalho
no papel de Adrian Philby,
no drama sobre a CIA The
Company, da TNT.
Também este ano será
visto contracenando com
Kate Blanchett e Samantha
Morton em The Golden Age
(Elizabeth-The Golden Age),
da Working Title. Atualmente
está na nova peça
de Joe Penhall, aclamada
pela crítica, Landscape
With Weapon, diridiga por
Roger Michell no National
Theatre.
LEE ARENBERG (Pintel)
tem uma próspera
carreira de ator de quase
20 anos na televisão,
no teatro e no cinema. Lee
será visto neste
verão no muito aguardado
terceiro filme da série
Piratas do Caribe, No Fim
do Mundo (At World's End).
Ele reprisa seu muito popular
papel do atrapalhado, mas
intimidador pirata “Pintel”
dos grandes sucessos Piratas
do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of The Caribbean: The Curse
Of The Black Pearl e Piratas
do Caribe: O Baú
da Morte (Pirates Of The
Caribbean: Dead Man’s
Chest) ao lado de Johnny
Depp, Orlando Bloom e Keira
Knightly. Além disso,
à pedido da Disney
e do diretor Gore Verbinski,
Arenberg também escreveu,
dirigiu e estrelou seu próprio
filmete de Piratas do Caribe
em DVD. Arenberg também
pode ser visto no papel
do famoso e arrogante chefe
de estúdio, “Bobby
G.”, na controversa
comédia Action da
Fox, ao lado dos astros
da série Jay Mohr
e Ileana Douglas. O ator
atuou em mais de 30 longas-metragens,
entre os quais: O Poder
Vai Dançar (Cradle
Will Rock), Robocop 3 (Robocop
3), Waterworld – O
Segredo das Águas
(Waterworld), Bob Roberts
(Bob Roberts), Apocalypse
(The Apocalypse), a fantasia
de aventura Dungeons &
Dragons – A Aventura
Começa Agora (Dungeons
& Dragons) e trabalhou
com astros como Johnny Depp,
Susan Sarandon, Jeremy Irons,
Kevin Costner, Bill Murray,
John Cusack e Tim Robbins.
Nascido em Angeleno, Lee
cursou a Santa Monica High
School e teve como colegas
Sean Pean, Robert Downey
Jr. e Emilio Estevez. Co-escreveu
uma peça com Estevez
que foi dirigida por Penn.
Arenberg conquistou o sucesso
cedo em sua carreira fazendo
papéis inesquecíveis
em programas de televisão,
tais como: Seinfeld, Tales
from the Crypt, Arli$$,
Friends e Star Trek. A Actors'
Gang foi fundada por Lee
em 1981 junto com Tim Robbins
e outros amigos da UCLA.
Depois de 20 anos no grupo
como ator, Lee recentemente
estreou como autor e diretor
com Foursome, A Play About
Golf e Sex And Witchcraft.
Ele está envolvido
com o Hospital Infantil
St. Jude e em outras causas
sociais de apoio à
Saúde Infantil, organizações
de direitos dos animais
e participa regularmente
em programas para arrecadar
fundos em prol dessas causas
beneficentes.
Antes de seu memorável
papel como Ragetti, o pirata
com o olho de madeira de
Piratas do Caribe: A Maldição
do Pérola Negra (Pirates
of the Caribbean: The Curse
of the Black Pearl), MACKENZIE
CROOK (Ragetti)
era talvez mais conhecido
pelo personagem Gareth Keenan
do seriado da BBC, vencedor
de inúmeros prêmios,
The Office, a série
de TV humorística
de maior audiência
na Grã-Bretanha.
Estrelou inúmeros
programas humorísticos
de sucesso e foi indicado
ao prestigiado prêmio
British Comedy, em 2001.
Em sua filmografia inclui:
Ainda Muito Loucos (Still
Crazy); The Gathering (The
Gathering); Em Busca da
Terra do Nunca (Finding
Neverland); Sex Lives of
the Potato Men, Churchill:
The Hollywood Years, Os
Irmãos Grimm (The
Brothers Grimm), de Terry
Gilliam; O Mercador de Veneza
(The Merchant of Venice),
de Michael Radford; e Land
of the Blind. Também
foi visto no muito aclamado
The Life and Death of Peter
Sellers, da HBO, estrelado
por Geoffrey Rush de Piratas
do Caribe (Pirates of the
Caribbean), no papel-título.
Durante o intervalo entre
a conclusão das filmagens
de Piratas do Caribe: O
Baú da Morte (Pirates
of the Caribbean: Dead Man’s
Chest) e o início
das filmagens de Piratas
do Caribe: No Fim do Mundo
(Pirates of the Caribbean
- At Worlds End), Crook
estrelou nos palcos londrinos
o drama The Exonerated,
dirigido por Bob Balaban.
Antes disso, tinha estrelado
como Billy Bibbit na produção
do West End de Um Estranho
no Ninho (One Flew Over
the Cuckoo’s Nest)
e em The Segull, de Chekhov
no Royal Court Theatre.
Nascido em Kent, na Inglaterra,
iniciou sua carreira como
comediante, apresentando-se
em casas noturnas e no circuito
teatral britânico.
KEITH RICHARDS (Capitão
Teague) passou
a ser visto como um ícone
do rock&roll. Foi chamado
de “Refrão
Humano” e sua música,
uma incrível combinação
de frieza irredutível
com musicalidade natural,
tornou-o um dos músicos
mais influentes da história
do rock. A sinceridade,
a rígida integridade
pessoal e seu comprometimento
descompromissado com a música
que ele ama, rendeu-lhe
o respeito não apenas
das pessoas que cresceram
com os Rolling Stones, mas
também o das gerações
de jovens que se sucederam.
Ele é um fora-da-lei,
mas com uma postura aristocrática;
uma figura apavorante, mas
com toques irretocáveis
de doçura e vulnerabilidade;
uma fera do rock que também
é capaz de tocar
seu coração
com uma balada adorável.
É por isso que Johnny
Depp cita Richards como
fonte de inspiração
para sua interpretação
de Jack Sparrow, razão
pela qual Richards foi a
opção ideal
para interpretar capitão
Teague, o Guardião
do Código, que tem
um passado com o capitão
Jack, em Piratas do Caribe:
No Fim do Mundo (Pirates
of the Caribbean: At World’s
End).
Os Rolling Stones, é
claro, estão entre
os poucos grupos que redefiniram
a música popular
quando surgiram em Londres
em 1960, e Richards é
um membros fundadores do
grupo. Ele adorava, em especial,
o blues americano e o R&B,
o que comprovadamente foram
e são elementos importantes
na música dos Stones
até hoje. Ele é
o motor que direciona o
som rítmico irressistível
da banda e junto com o cantor
Mick Jagger, escreveu algumas
das mais notáveis
canções da
era do rock, incluindo “(I
Can’t Get No) Satisfaction”,
“Start Me Up”,
“Brown Sugar”
e “Jumping Jack Flash”.
Além disso, Richards
gravou dois discos solos,
“Talk Is Cheap”
e “Main Offender”,
com sua banda, a X-Pensive
(que significa: “antes
pensado”, explica
ele, com um sorriso pouco
à vontade) Winos.
Richard também não
é um estranho no
mundo do cinema. Produziu
a música do filme
concerto Chuck Berry: Hail!
Hail! Rock ‘n’
Roll (1987), dirigido por
Taylor Hackford, em homenagem
ao 60º aniversário
de Berry. Gimme Shelter,
o documentário dos
Maysles Brothers sobre a
tumultuada turnê norte-americana
dos Stones em 1969, é
considerado um dos melhores
filmes de rock já
feitos. Martin Scorsese,
Jean-Luc Godard e Hal Ashby
estão entre outros
diretores com os quais os
Stones trabalharam ao longo
de sua carreira.
DAVID BAILIE (Cotton)
trabalha na indústria
do entretenimento há
43 anos. Mudou-se da África
do Sul para a Inglaterra
em 1960, onde cursou a Royal
Academy of Dramatic Art.
Durante a maior parte dos
10 anos seguintes atuou
em montagens teatrais da
Royal Shakespeare Theatre
Company, de Stratford Upon
Avon e do Royal National
Theatre, contracenando com
Sir Laurence Olivier, de
quem também já
foi substituto. Nesta época,
interpretou “Florizel”,
contracenando com Judi Dench
no papel de “Perdita”,
em A Winter’s Tale.
Desde então, continuou
trabalhando no teatro ao
mesmo tempo em que aumentava
seus créditos no
cinema e na televisão.
Nos palcos, foi visto em
Murder in the Cathedral,
Macbeth, Esperando Godot
(Waiting For Godot), Two
Gentlemen of Verona, Fausto
(Faustus), Os Três
Mosqueteiros (The Three
Musketeers) e The Canterbury
Tales, entre outras grandes
obras da dramaturgia mundial.
Na televisão, atuou
em The Play for Today: Lonely
Man’s Lover, Play
of the Month: The Little
Minister, Dr. Who, Robots
of Death, Warships, Blake’s
Seven, Onedin Line e, mais
recentemente, The New Adventures
of Robin Hood, Crime Limited
e Gunpowder Plot, bem como
no telefilme Attila. Seus
créditos cinematográficos
incluem: Henrique VIII (Henry
VIII), The Creeping Flesh,
O Filho de Drácula
(Son of Dracula) e Lengend
of the Warewolf, A Ilha
da Garganta Cortada (Cutthroat
Island), Joana D’Arc
(The Messenger: The Story
of Joan of Arc) e Gladiador
(Gladiator).
DAVID SCHOFIELD
(Mercer) conquistou
sucesso no teatro, no cinema
e na televisão. Nascido
em Manchester, na Inglaterra,
em uma família operária
de 10 filhos, David começou
a atuar aos 12 anos de idade.
Saiu da escola três
anos depois e trabalhou
em várias atividades
antes de escrever uma carta
para um teatro de repertório
local. Conseguiu um teste
dois anos depois, em 1967,
e foi aceito no degrau mais
baixo da escada, como assistente
do gerente de palco, ganhando
um salário de 10
dólares por semana.
Lá ele trabalhou
em todos os departamentos,
como aderecista, sonoplasta,
escritor, faxineiro e garoto
do chá, trabalhando
14 horas, seis dias por
semana.
Depois de duas temporadas,
Schofield candidatou-se
a várias universidades
de Artes Cênicas e
foi aceito na London Academy
of Music and Dramatic Art,
com 19 anos. Depois de permanecer
três anos na Academia,
ele contratou um agente
e abandonou os estudos para
seguir a carreira de ator
(30 anos depois, Schofield
ainda continua com o mesmo
agente). Sua notável
carreira no teatro engloba
grandes personagens clássicos
como Angelo em Measure for
Measure e Marco Antonio
em Julius Caesar, na Royal
Shakespeare Company. Na
longa associação
com o Royal National Theatre,
Schofield atuou em inúmeras
produções,
entre elas: The American
Clock, Antony and Cleopatra,
The Elephant Man (para a
qual criou o papel-título),
Who’s Afraid of Virginia
Woolf?, As You Like It e
Plenty. Ele também
atuou no palco do West End
em musicais e peças.
Estreou no cinema em Cães
de Guerra (The Dogs of War)
e, desde então, inclui
em sua filmografia: Um Lobisomem
Americano em Londres (An
American Werewolf in London),
O Último dos Moicanos
(The Last of the Mohicans),
Anna Karenina, A Vingança
do Mosqueteiro (The Musketeer),
Do Inferno (From Hell),
Superstition, Unstoppable
e, como Falco, no vencedor
do Oscar®, Gladiador
(Gladiator), de Ridley Scott.
Schofield tem muitos créditos
na televisão e atualmente
está estrelando a
série Goldplated
no Channel Four britânico.
Suas maiores paixões
são a mulher Lally,
com quem está casado
há 25 anos, e os
filhos Fred e Blanche.
MARTIN KLEBBA (Marty),
outro veterano do primeiro
Piratas do Caribe (Pirates
of the Caribbean) reprisa
seu papel do pequeno, porém
durão, Marty. Nascido
em Troy, em Michigan, tem
inúmeros créditos
no cinema e na televisão,
como ator e como dublê.
Em sua filmografia como
ator estão: Homens
de Preto 2 (Men in Black
II), Contra o Tempo (Cradle
2 the Grave), Morra, Smoochy,
Morra (Death to Smoochy)
e A Arma Secreta da Máfia
(Corky Romano). Foi dublê
nos filmes: A Mão
que Balança o Berço
(The Hand That Rocks the
Cradle), Animal (The Animal),
Planeta dos Macacos (Planet
of the Apes), Leprechaun:
Back 2 Tha Hood, Van Helsing
– O Caçador
de Monstros (Van Helsing)
e Bebês Geniais 2
(SuperBabies: Baby Geniuses
2).
Na televisão, Klebba
talvez seja mais conhecido
por seu papel como Randall
Winston, em muitos episódios
de Scrubs. Também
atuou nos telefilmes: Snow
White e The Santa Trap,
e nas séries National
Lampoon’s Gordo’s
Road Show, Cedric the Entertainer
Presents, Andy Richter Controls
the Universe, Mad TV, Just
Shoot Me!, Drake and Josh,
ER, Charmed e Malcolm in
the Middle. Klebba estrelou
no papel-título do
detetive durão, Hank
Dingo, em Knee High P.I,
da Comedy Central. Além
disso, atua freqüentemente
como ator convidado no muito
popular programa de rádio
de Howard Stern. Também
é o “Pequeno
Mais Rápido do mundo”
e compete com outros pequeninos
de todo o mundo. Martin
abriu recentemente uma empresa,
sem fins lucrativos, chamada
CoDA ( Coalizão de
Advogados Anões)
no qual ele e seu amigo
Matt Roloff arrecadam fundos
para ajudar crianças
portadoras de nanismo a
serem adotadas. Seu papel
favorito na vida é
o de pai de seu filho Alec
Martin Klebba.
REGGIE LEE (Tai
Huang) tem entre
seus papéis anteriores
uma ampla gama de gêneros,
do assassino sangue frio,
vestido com pele de cobra
pilotando uma moto “Lance
Nguyen” do eletrizante
blockbuster Velozes e Furiosos
(The Fast and the Furious),
ao homem romântico
no filme independente aclamado
pela crítica Drift
e seu atual papel do Agente
Especial William “Bill”
Kim da série Prison
Break, da Fox. Lee também
foi visto em Masked and
Anonymous, com Bob Dylan,
no suspense de ficção
científica Frankenfish,
em Net Games, em X.C.U.
e mais recentemente, no
filme de terror Dimples.
Também fez um papel
estelar no drama histórico
Chinaman’s Chance,
com Timothy Bottoms, Jason
Connery, Coolio, Ernest
Borgnine e Lorenzo Lamas
também no elenco.
Na televisão, interpretou
o papel de Zhing Zhang na
cómedia Luis, da
Fox. Ele também foi
visto como o oficial Jim
Chang em The Division do
Lifetime, como Dr. Oliver
Lee em Judging Amy e como
o assistente do promotor
público Brian Chin
em Philly. Lee foi ator
convidado em mais de 20
programas de televisão,
incluindo: ER, Ellen Again,
Strong Medicine, Mad About
You, Walker, Texas Ranger,
Diagnosis Murder, Chicago
Hope, Beverly Hills 90210,
Babylon 5, Party of Five,
e The Magic Pearl, o primeiro
filme de animação
para televisão totalmente
feito na Ásia.
Nascido em Quezon City,
nas Filipinas, Lee é
o mais velho de três
filhos e, além do
inglês, ele continua
a falar tagalog - sua lingua
nativa - além de
vários outros idiomas.
Ainda criança, sua
família mudou-se
para Cleveland, Ohio onde
ele se formou pela Franciscan
High School. Nos anos 1990,
mudou-se para Los Angeles
onde logo achou um emprego
como dançarino do
cantor Prince na premiação
da MTV. Em seguida, foi
para a estrada em uma turnê
nacional com Heartstrings,
e depois com Miss Saigon
e foi então escalado
no elenco original do revival
da Broadway de Carousel,
de Rodgers and Hammsterstein.
Em 1997, ganhou o prêmio
Dramalogue Critics por seu
desempenho em F.O.B., no
East West Players, e também
estrelou na produção
de Carry the Tiger to the
Mountain, da mesma companhia.
Este tem sido um ano bastante
atribulado para VANESSA
BRANCH (Giselle).
Depois de concluir seu quarto
ano consecutivo como porta-voz
da campanha dos chicletes
Wrigley’s Orbit, ela
seguiu para o Caribe para
reprisar seu papel de Giselle,
uma das garotas favoritas
do capitão Jack Sparrow,
em Piratas do Caribe: No
Fim do Mundo (Pirates of
the Caribbean: At World’s
End). Em seguida, foi para
Kansas City, Missouri para
filmar o longa All Roads
Lead to Home, contracenando
com Peter Coyote e Jason
London. Foi então
escalada para um papel coadjuvante
no longa Suburban Girl (Suburban
Girl), contracenando com
Sarah Michelle Gellar e
Alec Baldwin como a sensual
editora britânica.
Além de sua ocupada
agenda no cinema, Branch
fez um papel recorrente
na série de sucesso
da televisão Gilmore
Girls e foi vista em inúmeros
papéis como atriz
convidada em Monk, Lost,
Entourage e Andy Barker
P.I.
Em 2007, Branch trará
de volta a agora famosa
frase "Fabulous, No
Matter What” pelo
quinto ano como porta-voz
dos chicletes Orbit. Ela
também retornou da
China onde concluiu seu
último filme, Milk
and Fashion, no qual interpretou
o papel principal. O filme
foi inteiramente rodado
em mandarim. Branch foi
criada na Inglaterra e nos
EUA e cursou o Middlebury
College, onde se graduou
em teatro e em chinês.
Ela desenvolveu uma fascinação
por idiomas e aprendeu francês
e mandarim - que agora fala
fluentemente. A atriz atualmente
mora em Los Angeles.
LAUREN MAHER (Scarlett)
estabeleceu-se como uma
atriz versátil na
indústria do entretenimento
com uma variedade de trabalhos
no cinema, na televisão
e no teatro. Além
das três participações
na trilogia Piratas, inclui
em sua filmografia: o favorito
de Pat O'Neill, Decay of
Fiction, a premiada comédia
romântica Girl Play,
de Lee Friedlander e ainda
Mind Forest. Também
estrelou vários curtas-metragens,
incluindo Solo Act, Century
Game e Seafood Heaven. Seu
projeto mais recente é
um papel coadjuvante no
filme de terror 33 Griffin
Lane.
Maher atuou nos palcos de
Nova York, Londres e Los
Angeles. Seu trabalho inclui
papéis em Romeo and
Juliet, Hamlet, The Great
White Hope e The Illusion,
de Tony Kushner. Entre 2000
e 2005, foi co-diretora
de arte e produtora da WolfPack
Production Company, uma
companhia de teatro sem
fins lucrativos baseada
em Los Angeles. Durante
este tempo, ela ajudou a
produzir inúmeras
obras de Shakespeare, bem
como de Sam Shepard e do
Firesign Theatre. Ela agora
trabalha regularmente com
o Lonestar Ensemble. Mais
recentemente foi vista no
palco em Teechers, ao lado
de James Marsters. Em seu
tempo livre, Maher adora
viagens, música,
arte, ioga e meditação.
Ela é instrutora
certificada de ioga e terapeuta
ioga e especializou-se em
ensinar ioga a pacientes
com câncer durante
e após o tratamento.
Maher formou-se em artes
teatrais pelo Marymount
Manhattan College em Nova
York. Ela também
estudou teatro no Lee Strasbeg
Theatre Institute na cidade
de Nova York, bem como no
Richmond College de Londres.
Os lordes piratas são
interpretados por um diverso
e notável grupo de
artistas de nível
internacional.